INQUÉRITO!!!

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OBRIGADA!!

domingo, 18 de setembro de 2011

A primeira semana


A primeira semana do Pedro na creche correu muito bem, mas acabou mal.
Nunca chorou, esteve sempre bem disposto, afeiçoou-se imediatamente às educadoras, não teve dificuldades para adormecer, comeu muito bem, brincou lindamente. Estou muito satisfeita com a nossa escolha, eu posso trabalhar como é necessário, ele agora tem outros meninos com quem brincar, pode aprender a estar entre os seus pares, as educadoras são muito atenciosas e amorosas, a filosofia da escolinha, o tratamento dos miúdos, as instalações, são tudo o que queríamos para os nosso bebé.
Mas já tivemos queixas da educadora, mau mau, menino! Que é bruto (que é, por muito que diga com ar sério que "a mamã NÃO GOSTA", atira-se à cara das pessoas, puxa cabelos, puxa óculos, dá sapatadas), que vai acordar os outros meninos atirando-se a eles assim que acorda da sesta, que não se impressiona com um NÃO... Ai menino mal comportado!
De qualquer forma, a primeira semana já foi tão dentro do que se quer, que nem a boa da virose faltou... uma gastrenterite para abrir as hostilidades do mundo escolar, que tal? Fantástico... O surto tinha andado solto na semana passada, pelo que o Pedro apanhou a coisa já enfraquecida, além da vacina ter ajudado, pelo que teve um dia de "apenas" diarreia e vómitos, não perdeu o apetite, a boa disposição, nem teve febre que se preze. E como já vai sendo costume, sobrou para nós: pois que a gastro passou para mim, que passei uma noite terrível de sessões intermináveis a chamar o grego, para o pai, que andou ontem todo embrulhado e até para o avô, que apenas tomou conta do Pedro um dia. Que chacina...

Maravilhas da Maternidade: estar mais doente no primeiro ano de vida do rebento do que nos últimos quinze anos antes dele nascer. Seguramente.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Era bom, era...



Infelizmente não me doem os pés, dói, ainda e temo que para sempre, o joelho...
Ele foi mal para Paris, voltou de lá moribundo. As muitas voltas entre casa, creche, escritório, compras, não têm ajudado, pelo contrário. A meia-maratona já vai longe, quero lá saber, só me interessa o meu rico joelho operacional. Fisioterapia, mais anti-inflamatórios? Venham todos, desde que me curem o joelho...

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O Primeiro Dia


Hoje foi o primeiro dos primeiros dias da vida do Pedro, o da creche.

No Domingo o meu bebé saltou uma sesta e deitou-se tarde, o que já vai sendo habitual ao fim-de-semana. O que também vinha sendo habitual era a compensação à Segunda-feira, com sestas profundas e longas. É que o meu filho dorme muito e bem, dorme quase doze horas à noite e duas sestas de duas horas cada, de dia. É verdade, é mesmo assim (fatprops, Tracy Hogg!). Com horário e tudo: às 8 acorda e toma o leitinho; às 10, sesta da manhã; lá pelo meio-dia acorda e almoça; às 14, sesta da tarde; pelas 16, acorda e lancha; às vezes ainda dormia uma sestinha de quase uma hora entre as 18 e 19; depois das 19, segue-se o banho, jantar e entre as 20:30, 21, caminha até o dia seguinte.
Mas hoje não houve sesta da manhã, porque era o primeiro dia de creche e lá, o horário é completamente diferente: acordados toda a manhã, almoço às 11, sesta longa a partir do meio-dia, lanche às 16. Que volta radical no horário do Pedro. O meu coração ficou apertado, o que ia ser das sestas tão boas do meu filho? Sempre que vejo o meu filho dormir penso nos seus pequenos neurónios a fazer milhares de ligações, no seu corpinho a crescer, nele a carregar baterias para a sua boa disposição. Eu sou a guardiã do sono do meu filho, defendo o seu direito ao descanso com unhas e dentes e fui deixá-lo na creche, a malvada que lhe vai virar a vida do avesso... Estava desolada. Mas ele tem de conviver com outros meninos, tem de ver coisas novas, tem de aprender e brincar e todas essas coisas que lhe fazem falta e que a nossa casa e a minha disponibilidade profissional já não permitiam. Creche será.

E lá fomos. Ele a observar tudo, muito curioso mas reservado. Ainda assim, não estranhou as educadoras e abraçou-se a elas, simpático, que o levaram para junto dos outros meninos, apenas seis. Tudo coisas boas. Mas eu só pensava no raio da sesta, cuja hora já estava próxima e cuja vinda já via nos olhitos dele. E chorei, feita parva, pedindo encarecidamente à educadora que o levasse para o bercinho dos bebés ao mínimo sinal de cansaço. Que sim, que não me preocupasse, que o iam fazer, que cada menino marca o ritmo e que estariam atentas aos seus sinais.
E lá o deixei, para voltar às onze, sendo o primeiro dia, não almoçaria, vinha mais cedo para casa.
Às onze, lá estava eu, expectante e ansiosa para saber como tinha corrido a manhã, mentalizada para encontrá-lo exausto e sem saber bem que lhe fazer ao chegarmos a casa - deitá-lo?, mantê-lo acordado? - dar-lhe o almoço e deitá-lo? Ele surgiu vindo de refeitório, todo contente, no colo da auxiliar, fiquei tão descansada por vê-lo assim! A educadora disse que o deitaram no catre, que o levaram para o bercinho na sala dos pequeninos, mas ele não queria saber da sesta para nada! Queria era brincar, levar tudo à boca, de vez em quando ficava mais perdido e pedia o abraço da auxiliar para dar ânimo, mas esteve estupendo. Que alívio, que aperto. Acabei por voltar sozinha, ele ficou a almoçar e segue para a sesta, vamos arriscar já hoje o dia todo.
Aqui estou, almoçando sozinha, torcendo para que o meu bebé esteja neste momento a entrar na segunda hora de sono. Torcendo. Esperando que este seja o primeiro dia de uma experiência maravilhosa, que ele goste da creche, das educadoras, dos coleguinhas, que se ajudem, que cresçam, que sejam amigos, que aprendam uns com os outros a passar bons momentos. Espero.
Depois das 16 vou poder abraçar o meu bebé e perguntar-lhe se gostou do primeiro dia da escolinha. Faltam duas horas.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

E o Pedro?


Durante esta nossa fuga a dois, o nosso Pedro ficou no colinho da vovó, que viu nascer mais uns dentinhos, o impediu de levar tudo à boca e o levou a passear.

Sentimos imenso a falta do Pedro, ele faz parte de nós e estava sempre presente no meu pensamento, nas nossas conversas, em todas as crianças pelas quais passávamos. Sempre que passava por um bebé que ria, por um miúdo que brincava, por montras de lojas para bebés, senhores!, comentávamos logo, "O Pedro ia adorar brincar aqui - Olha, parece o Pedro! - Olha, que giro para o Pedro..." e ficávamos com pena de não termos trazido o nosso bebé, de não estarmos com ele naquele momento... Mas logo depois víamos um bebé a chorar exausto, ou outro aborrecido de morte numa cadeirinha de passeio, ou pais a carregar o carrinho e a mala e a mochila e o bebé parecia mais um embrulho que dormia sobre os ombros do pai e a conclusão não podia ser outra: "A esta hora está o Pedro a dormir a sesta da tarde descansadinho - Imagina o Pedro desesperado na fila do museu, coitados destes pais... - Será que aquela alma não percebe que o puto quer dormir, e não ver a torre Eiffel?"

Felizmente temos avós disponíveis e com muita vontade de ganhar uns dias, umas horas, uma noite com o netinho enquanto nós fazemos coisas para nós, por nós, ou que ainda não são para ele.

Se o Pedro tivesse ido connosco, esta nossa visita teria sido seguramente diferente, não sei se melhor, se pior, mas diferente sem dúvida. Não, eu sei que teria sido pior, sim senhora. Não teria sido romântica, não teria sido tão produtiva, não teria sido tão livre e leve. Teria sido muito giro passear com o Pedro pelas ruas de Paris, as fotos seriam engraçadíssimas. Mas depois inevitavelmente chegaria a hora da sesta, depois a hora da papa e não poderíamos andar a queimar sestas em barda ao puto, ele não fez mal a ninguém, não pediu para ir viajar, nem faria ideia de onde andava, só saberia que o bom do berço, nem vê-lo.

Quando finalmente regressamos, ainda fiquei com medo que o meu menino não me reconhecesse, ou que já não se lembrasse da sua caminha. Tola. O seu sorriso e abracinhos (ele agora dá uns abraços tão bons) deixaram-me descansada... e quando o pousei na caminha e ele imediatamente puxou o fio do helicóptero como faz sempre, foi como se nada tivesse acontecido, um descanso. Descanso ma non troppo, que as malas ainda estavam por desfazer!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Voltei de lá...

Foi muito bom, passamos uns dias maravilhosos, tivemos sorte com o tempo, que andou vai não vai, mas não chegou a ir, passeamos muito, namoramos muito, foi mesmo muito bom!

Voltar a Paris tem todo um outro sabor, passeia-se com calma, volta-se aos sítios que mais ficaram na memória ou que precisavam de melhor visita, descobrem-se coisas novas, saboreia-se os cantos sem a pressa de querer conhecer tudo.

Let's look at a trailer...


Do nosso quarto se vê o que mais gosto de Paris: a arquitetura, o ferro forjado nos varandins, as árvores dos Boulevards, estes prédios com gosto antigo mas arejado, enfim, a cidade em si, o seu ar urbano cuidado, é encantador.



Passeando por Les Marais



Os pardalitos de Notre Dame, autênticos agentes turísticos


Nunca tinhamos ouvido falar desta ponte, onde estão pendurados milhares de cadeados com nomes de casais apaixonados, tão piroso, como o amor deve ser! Falta o nosso cadeado, fica prometido para a próxima visita.

No museu D'Orsay, onde agora é proibido tirar pics. Como nós somos uns selvagens, tiramos umas quantas na mesma, perante o olhar horrorizado daquelas pessoínhas ali atrás. Dez segundos depois desta foto ter sido tirada, o senhor da gravata veio dar-nos um mini raspanete, afinal não tínhamos tirado pics às obras e não usamos flash, mas estávamos a tirar fotos, não podia ser, bien sur. Pardon! Siga.


No bar do hotel, que era très jolie


No jardim do Hôtel des Invalides, já no último dia, passeando, passeando...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Onze meses



O último mês antes dos doze, antes do ano.

Maravilhas da maternidade: querer voltar a correr de Paris (c'est pas possible, tu es fou!) para ainda dar um beijo no meu Pedro no dia do seu último mesiversário. Run run run!

sábado, 3 de setembro de 2011

Laranjinha


A Laranjinha, marca portuguesa com roupinhas lindas para miúdos em estilo clássico contemporâneo, deu-me a conhecer as novidades para este Outono/Inverno e fiquei totalmente embevecida a olhar para calções, jardineiras e túnicas para as meninas. Adorei!





O site da marca andava em remodelação, mas já está à vista o resultado e vale a pena uma visita, está um amor.

Mais uma marca PT a dar cartadas fortes e a embelezar os nossos miúdos!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Nota Mental


Babetes rígidos sim, mas têm de ser opacos, não podem ser transparentes, não.



É que isto de o Pedro gostar de mirar a vida com um filtro azul bebé pode ser muito engraçado de ver, e "ai que espertinho, cucu, do que ele se lembrou, já viste?", mas inverte literalmente o papel do bom do babete. Não corre bem.

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