INQUÉRITO!!!

Um pouquinho do seu tempo, posso?

Responda a esta pergunta sobre o que gosta de ler neste blog, aqui:


OBRIGADA!!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Coleccionismo #2


Desde que foi para a escolinha, o Pedro começou a dedicar-se com muito empenho a uma nova coleção: a das doenças.
Já tivemos direito a uma gastroenterite, só febre, desta vez laringite...
O que vale é que não o tem atacado muito, fica com febre e ressentido, mas não o impede de dormir e comer, menos mal, mas é um agastamento... A laringite desta semana, chocada no fim-de-semana de festa, dá-lhe um catarro de 50 anos de tabaco, muito sono e uma febre que queima em lume brando mas não passa de vez.
Resultado: ainda não pôs os pezinhos na escolinha esta semana. Fica sempre para o dia seguinte, mas no dia seguinte continua a não estar com a disposição necessária para que nós o queiramos deixar lá. E fica por casa, a dormitar e a queixar-se da tosse, tadinho...
Só colecções jeitosas, as que o meu Pedrito coelho faz...

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Anita




Um editorial tremendamente mimoso na Vogue Enfants recria na perfeição o imaginário da Anita, nem o Pantufas falta, lá está! Eu adorava os livros da Anita, tudo era lindo e ela muito bem comportada! Única falha, mas talvez tenha sido cedência ao politicamente correcto: não há cuequinha branca com bordado inglês à mostra...
O estilo é talvez demasiado preppy para o mundo real (pero que las hay, las hay), mas para inspiração, não há melhor.
Visto aqui, onde reina o bom gosto.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Insieme si va piu lontano!

Estes senhores da Calzedonia esmeram-se... Bravissimo!

Conto como foi






Foi muito bom!
Esteve um dia maravilhoso de "Verono", com vinte e muitos graus, muito sol e um pouco de vento.
Os avós ofereceram-nos o melhor presente possível, uma festa linda e cuidada ao pormenor, um dia muito bem passado, entre família e amigos.
O Pedro aniversariante andou a aperfeiçoar os seus dotes de relações públicas, sempre a saltar de colo em colo, de abraço em abraço, sempre a rir e a distribuir "mais 5" a quem lho pedisse. Um amor, este nosso filho...

O bolo feito por mim correu bem, porque a receita era muito boa e principalmente porque tive um toque da avó, senão teria sido uma confusão! De qualquer forma, fui dando avisos à navegação da autoria do bolo, pelo que todos foram muito simpáticos e aprovaram...
Não faltou o Peter Rabbit! Ali está ele e seus amiguinhos, em pequenos apontamentos espalhados pelas mesas e no bolo. Não foi nada difícil de fazer, resultou muito bem e ficou amoroso.

É de dias assim que se faz a nossa história pessoal, foi muito bom, muito.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Busy bee


Na véspera do aniversário do Pedro, a dois dias da festa, com o escritório, casa, marido e filho que não páram, ando sem mãos a medir para dar conta de tudo. Mas eu chego lá!
Amanhã a manhã será minha e do meu bebé, só os dois, ele a fazer as suas graças, carinhas e malandrices, eu a recordar o ano tão marcante que passou.
À tarde volto ao modus alucinante, a (co-) pilotar o fogão que vai produzir tantas coisas boas e sobretudo o bolo de anos do meu bebé que está tão crescido!

Num ano mudou tudo e tanto mudou ao longo do ano, cada mês foi diferente, e os próximos continuarão a ser de mudança. Olho para o meu filho lindo e perfeito e lembro como exactamente há um ano atrás eu estava em plena tortura chinesa, privada de sono há dias, cheia de dores e literalmente a rebentar pelas costuras. Eu e o Pedro presos no meu corpo que nos falhou mesmo na recta final. Mas que se redimiu, libertado da pressão que o atormentava e voltou com muita força, para garantir um final de aventura gestacional feliz. Para me dar o meu filho lindo. Mas isso foi no dia seguinte. Amanhã.

Tanto para fazer, FUI!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

O Cantinho da Laura




Eu conheço a Laurinha em pessoa e o seu Cantinho, uma das lojas de roupa para crianças mais fofas de Coimbra, é quase tão encantador como ela!
Porque o que é nacional é bom e os projectos daqueles a quem queremos bem devem ser acarinhados e muito divulgados, vale a pena conhecer as propostas de produção exclusivamente nacional e com muita qualidade e pinta d' O Cantinho da Laura!

Dilema


Ora, este fofo, da D.O.T., claro, é fofo demais para a minha cabeça, fiquei com a dita à roda quando o vi.
Mas, na creche, os meninos andam todos (TODOS) de calças de ganga e sweats e t-shirts e assim. Comprar este fofo, ou outro fofo qualquer para o dia-a-dia nesta altura do campeonato está posto de parte, porque o gigantone do meu coração o sujaria em dois segundos e ainda levava calduços dos coleguinhas.
Mas para o fim-de-semana em família, para visitar os avós, para nós, acho-o muito amoroso.
Ora, se o vendem em tamanhos até os 24 meses, em teoria o Pedro pode usar. Mas na prática, já terá passado o tempo de os usar?
Quem acha que fofos para mais de um ano de idade já é esticar a corda do "bebé"?
Eu acho que não, mas sinto-me muito sozinha nesta luta!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Coleccionismo


O Pedro, tão pequenino, já está a fazer a sua primeira colecção. E que avançada já vai a colecção, já está a ficar muito compostinha, com muitos elementos!
E o que colecciona pequeno Pedro?

Medalhas de bom comportamento!

Ele é nódoas negras nas pernas, na testa, na bochecha (medalha difícil de obter, teve de enfaixar a carinha contra a perna de uma mesa para conseguí-la), também já tem uma mordidela no braço (distinção oferecida por um seu ilustre coleguinha, com grande mérito e satisfação), um corte ao pé do olho (ganha pontos especiais por ser a cerca de 1cm do olho, com direito a pintinha vermelha no globo ocular) e vários arranhões.
Aguardamos com entusiasmo que se junte à colecção um corte na cabeça ("abrir a cabeça", como é comummente denominado pelos connaiseurs), um joelho a sangrar, que só entra para a colecção se escorrer sangue e fizer crosta, e uns dedos entalados.

Que rica colecção! Que orgulho!

sábado, 1 de outubro de 2011

Lanidor KIds





Peças com grande qualidade, giríssimas e de marca portuguesa. E que bem ficariam no meu Peter Rabbit.
Gosto muito!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Pontaria


Da minha vastíssima experiência, concluo que a melhor altura para se ter um filho é o Outono.
Passo a explicar:
Brindamos à passagem de ano e ao início da aventura, ainda com Champagne.
Se tudo correr às mil maravilhas, temos um início de gravidez no Inverno.
À medida que a barriga aumenta, a quantidade de roupa diminui.
Ainda passamos o Verão descansadas na praia, com o bebé em versão K7.
Nas últimas semanas, em que nada serve e tudo nos atormenta, apenas precisamos de vestidos longos e leggings e já não há tantos programas familiares e estivais aos quais não temos capacidade de comparecer.
Quando finalmente a cria nasce, ainda não está frio, mas já estamos prontas para o Inverno em modo cavernoso.
O bebé passa os primeiros meses de vida fechadinho em casa, a crescer no quentinho.
Quando a Primavera desponta, também ele está pronto para explorar o mundo.
Já podemos gozar um Verão minimamente decente, porque ele já está suficientemente crescido para se divertir à brava! E nós já tivemos tempo para nos pormos em forma...
Faz anos logo no início do ano lectivo, o que não traz problemas de ser mais novo, nem mais velho, faz logo no início do ano e já está, além de que temos alguma margem de manobra com as festinhas.
Para já, para já, é só vantagens!
Quando pensar em ter outro filho, volto a fazer pontaria para Janeiro - Outubro, mas só lá para 2013...

Retrospectiva

16 semanas

21 semanas

22 semanas

23 semanas

25 semanas

27 semanas


30 semanas

31 semanas

36 semanas

37 semanas

38 semanas

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Por obséquio


Será possível encontrar umas calças de ganga que não transformem o miúdo num grunho saído directamente da Casa dos Segredos?
Bolas...

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Semana do aleitamento materno - A minha experiência


Fui convidada pela Mãe Feliz a participar na Semana Mundial do Aleitamento Materno em Portugal, a qual é comemorada de 3 a 9 de Outubro e o tema é: Fale Comigo! Amamentação- uma experiência 3D. Achei uma óptima iniciativa e aqui fica o meu contributo, que espero possa ajudar alguém.

Já tinha falado sobre o assunto, aqui e resume bem a nossa experiência com a amamentação. Eu sempre quis dar de mamar ao Pedro pelas razões óbvias, é mais natural, é melhor para o bebé (cólicas, intolerância, imunidade, blablabla), é melhor para a mãe (fez com que o meu corpo voltasse ao peso normal in no time), é melhor para a carteira, é melhor para a cozinha. Correu sempre tudo muito bem nesse campo, sem grandes sobressaltos.
A natureza e a ciência hospitalar moderna têm coisas fantásticas, felizmente o parto correu muito bem e o Pedro saiu para o mundo cheio de pujança e pronto para se fazer à vida, pelo que desde os primeiros minutos cá fora o Pedro sabia o que fazer e eu estava em condições físicas e psicológicas para pegar o meu tourinho pelos cornos e virar, revirar, torcer, meter dedo na boca, pegar na cabeça para pôr a jeito, tirar braço, pôr braço, dar todas as voltas necessárias sem qualquer constrangimento para que a "acoplagem" se desse e tudo corresse bem, literalmente. O pior nos primeiros dias foi mesmo encontrar uma boa posição sentada, porque eu não conseguia sentar-me bem, essa parte foi muito difícil e ninguém me tinha avisado...
Uma coisa na minha experiência, na minha história, que acho que foi muito importante para mim e que quero partilhar foi ter bem assente na minha cabeça (o maridão foi fundamental, ele tinha a lição bem estudada, não tinha nhocas e floreados na cabeça e foi o nosso cheer leader e não deixava que ninguém me convencesse do contrário, xô palpiteiros!) algumas certezas: que ele não iria mamar muito nas primeiras vezes, porque ainda se estava a adaptar a comer com a boca, o seu estômago era do tamanho de uma noz e o colostro que eu lhe dava vem em pequenas quantidades, pelo que eu não me devia deixar impressionar pelo pouco que mamasse e teria calma - se ele não mamasse bem agora, daí a uma hora logo voltava a tentar-se. Que ele comer ou não, não seria um problema, nem um bicho de sete cabeças, seria mais uma coisa que ele tinha de aprender, com calma, pelo que eu punha-o a mamar e fazia os possíveis por mantê-lo acordado, assim que adormecesse ou estivesse por ali mais de meia hora, tirava-o e deitava-o sossegado - não quer, não come, daqui por uma ou duas horas volta a tentar-se. Assim eu me poupava física e psicologicamente e o bebé começava a topar a cena, "tás ali é para mamar, agora, buga nessa". E o Pedro tão pequenino, tão lento, tão delicado, mamava e dormia. O dormir dele, mais do que qualquer outra coisa, deixava-me descansada. Se ele dormia, estava bem, não me importava se tinha mamado muito ou pouco, se bolçava ou não, se ele dormia descansado e rosadinho, estava bem. E a coisa lá se foi desenvolvendo, ele parecia cada vez mamar melhor e mais (apesar de parecer tão pouco, e mamar durante tão pouco tempo...), e eu notava que ele esvaziava desde cedo uma mamoca, o que não levava muito esforço, diga-se de passagem, que não havia cá grande coisa para esvaziar.
Não sei se sim, se não, podia ser da minha constituição física, podia ser de o Pedro já estar encarrilhado e bem mamante, podia ser só sorte, não sei ao certo o que contribuiu para a subida do leite se dar sem eu sequer dar conta, o certo é que às tantas reparei que o colostro era branco e afinal já não seria colostro, mas sim leite, o que contribui muito para o meu descanso e continuação desta nossa viagem sem solavancos.
Conheço de perto relatos muito sofridos e angustiantes de primeiros dias e subidas de leite, pelo que fico muito aliviada por ter corrido tudo tão bem comigo, porque sei que podia ter corrido menos bem. Ou mal. Cá nos ajudamos, o Pedro a mim, eu ao Pedro, com o pai como braço armado e bafejados pela Mãe Natureza e pela sorte.
Assim que chegámos a casa e vimos que ele começava a dormir muito e depois pouco e depois nada e mamava mais erraticamente à conta disso e chorava sem nós termos certeza do que seria a causa, começámos a pôr o nosso Pedro numa rotina: mamar mais ou menos de duas horas e meia, três em três horas, estar acordadinho o máximo tempo possível (se chegasse à meia hora seria uma sorte), dormir e assim sucessivamente. Se ele estivesse a esticar o sono de dia, acordávamo-lo, à noite estava à vontade. Muita gente fica chocada ou com muita peninha de acordar um bebé que dorme, mas posso sossegar corações mais extremosos, nunca o Pedro se queixou de ser acordado, principalmente porque lhe era servida uma boa dose de leite quentinho que o deixava muito satisfeito. Isso fez com que pudéssemos avaliar melhor porque estava a chorar e ir queimando hipóteses, o que nos facilitava imenso a vida e nos tirava alguma ansiedade. No primeiro mês o Pedro dormiu e comeu, no segundo acordou para a vida e passou a ser mais difícil adormecê-lo e ensiná-lo a dormir mais de 45 minutos seguidos, mas ao menos as refeições eram trigo limpo e assim continuaram a ser.
Assim foram, de uma forma geral, os primeiros meses do Pedro a comer, correram muito bem.

Última referência, que isto já vai longo, mas TENHO MESMO de dizer isto: dar de mamar ao meu filho sempre foi muito bom e gratificante, mesmo porque colhemos todas as vantagens possíveis da amamentação, que são muitas e altamente desejáveis, mas nunca o senti como um momento idílico com música de fundo e passarinhos em que eu sentia uma ligação mais que especial com o meu bebé que ninguém mais poderia sentir e todas essas TRETAS que só servem para pressionar as mães a dar de mamar e adorá-lo a todo o custo e aguentar todos os dissabores e as que não podem ou não querem dar sentirem-se culpadas e a sentir que podem estar a perder algo de especial. É dar de comer. É a forma como os mamíferos dão de comer. Eu sentia tanta satisfação por ver o Pedro a mamar da minha mama, como ao sabê-lo a mamar do biberão que o pai lhe dava. Felizmente concretizámos o desejo de dar-lhe leite materno, mas se fosse artificial, a alegria de ver o meu bebé a ganhar peso e crescer lindo seria a mesma. É uma experiência única apenas na medida em que não ando por aí a dar de mamar a outros bebés e é giro sabermos que vem de nós o que sustenta o filho, mas o meu filho gosta de mim no matter what e não é a forma como ele come que vai determinar alguma coisa na nossa relação, mas sim o carinho com que eu lhe dava a comida.
Rebentemos a bolha da aleitamento materno a todo o custo e passemos a encarar as coisas com mais naturalidade, racionalidade, estratégia e calma. O aleitamento materno merece mais respeito do que servir de base para a culpa das mães, quer dêem, quer não. Não só é menos complicado e complexo dar de mamar do que se possa pensar à partida, como paradoxalmente é mais complicado e requer esforço e dedicação. Não se deve desistir à mínima contrariedade, mas não se deve sentir culpa se se seguir por outro caminho. Aliás, a minha querida Tracy Hogg, que deus a tenha, até defende a combinação de leite materno com artificial, pelo que até uma terceira via é possível. Tudo se resolve e eles crescem, oh se crescem!!

Disclaimer: as nossas estratégias de rotina e sonos foram colhidas nos livros da Tracy Hogg, já sabem, mas nunca é demais lembrar. O que foi bom e resultou para mim, recomendo a quem me lê e a quem quero bem, que são vocês!

AS MARAVILHAS DA MATERNIDADE

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