À conta das actividades (malvadas actividades, isto está a tornar-se perigosamente num ódio de estimação), também ando a aprimorar a minha coleção de medalhas de bom comportamento.
Pois tinha eu já deixado o Pedro com a educadora em segurança, depois de uma molha entre o carro e a escolinha, quando tenho de voltar ao carro para ir buscar o raio do saco que continha a dúzia de castanhas com que o Pedro ia contribuir para o magusto. Sendo que ele não come castanhas nem está familiarizado com a lenda de São Martinho...
Enfim, SOCIALIZAÇÃO, ATIVIDADES COMUNITÁRIAS OHHHHMMMM
Retomando.
Estava eu a voltar do carro, a correr debaixo de chuva torrencial copiosa, quando de repente
VUM, levantei vôo, durante um nano segundo fiquei suspensa no ar na horizontal, para acto contínuo, cair estatelada no chão em cima da anca. E das mãos, valeram as mãos que me impediram de cair de cara no chão.
Foi de valor.
Resultado: óculos para um lado, chaves para o outro, castanhas em cima do tejadilho do carro (!), mãos raspadas, doridas e com buraquinhos que se encheram de terra (bom...), perna toda molhada e coxa a latejar, a chocar uma nódoa negra daquelas!
Está bem, siga.
Não era hoje que ia haver aquela hora fantástica em que tudo de bom está destinado a acontecer, em que os astros todos se vão juntar em 11 do 11 do 11 do 11 do 11, potenciado a infinitos? Pois bem podia ter levado o Pedro a essa hora para a escola, podia ser que os chacras se tivessem alinhado para impedir a minha queda fenomenal.
Entretanto já passou a hora da magia, e eu em plena reunião.
Eu senti um arrepio na espinha, vocês não?
INQUÉRITO!!!
Um pouquinho do seu tempo, posso?
Responda a esta pergunta sobre o que gosta de ler neste blog, aqui:
OBRIGADA!!
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
De borla até injeção na testa!
Não será bem assim, mas é o que o meu pai diz... está dito!Passando a publicidade, pois que de borla podem receber uma amostra de um produto da Aussie, uma marca que recentemente chegou a Portugal e que, diz ela, é a melhor coisinha à face da terra para os nossos cabelos. A ver vamos!
Bastou gostar da página da Aussie Lovers Portugal no FB e depois ir ao separador Pedido de Amostras, preencher e voilá!
O meu pacotinho chegou esta semana, ainda não o usei, mas tenho curiosidade, tenho ouvido falar muito bem do 3 Minute Miracle, o condicionador estrela da marca.
Aproveitem!
Eu reagiria exactamente da mesma forma!
E eu não tenho cinco anos!
Quem me tira o chocolate põe-me tola! Haveria mortes! E muito choro!
Nem quero imaginar...
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Melhor amigo...

... de passeios outonais
Foi-nos oferecido quando o Pedro nasceu por uns queridos amigos, já no ano passado deu um jeitão, este ano dá um gozo tremendo. Pedro quentinho por dentro, a curtir o passeio cá fora.
Fica assim quando posto, o nosso tem duas pernas e é preto.Encontra-se em lojas especializadas e grandes superfícies para bebés, em modelos universais que se adaptam a todos os carrinhos. É o melhor investimento para o Inverno!
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Chamar os bois pelos nomes
Estes liftings de tendências são muito giros e tal, mas isto das cores mudarem de nome por forma a se darem ares de arrojo de originalidade suprema torna-se um pouco esquizofrénico... Então mas uma cor não tem direito ao (bom) nome? À identidade? Em que ficamos, senhores?
Burgundy?
Grenat?
Bordeaux?
Minhas alminhas, qual é a diferença!? É que a mim, assim de repente, me parece sempre a mesma cor, ou confusões de tons dentro da mesma cor, apenas o grenat (granada) se poderá referir à pedra semi-preciosa que é de cor... grenat!
Há que decidir num nome de uma vez por todas. É urgente. É que isto assim tal como está torna-se confuso e difícil de sustentar, quer em termos de teoria da cor, quer do seu rigor etimológico.
Esta confusão toda ainda há-de resultar em eu ter de dar razão ao meu marido, o qual acredita (tal como 99% da população masculina) que eu (e 99% da população feminina) invento cores que não existem, como azul cobalto ou salmão, e isto não pode ser. Claro que não.
Coitado, o meu marido acha mesmo que salmão é apenas um peixe e não também uma cor, como é possível...
Burgundy?
Grenat?
Bordeaux?Minhas alminhas, qual é a diferença!? É que a mim, assim de repente, me parece sempre a mesma cor, ou confusões de tons dentro da mesma cor, apenas o grenat (granada) se poderá referir à pedra semi-preciosa que é de cor... grenat!
Há que decidir num nome de uma vez por todas. É urgente. É que isto assim tal como está torna-se confuso e difícil de sustentar, quer em termos de teoria da cor, quer do seu rigor etimológico.
Esta confusão toda ainda há-de resultar em eu ter de dar razão ao meu marido, o qual acredita (tal como 99% da população masculina) que eu (e 99% da população feminina) invento cores que não existem, como azul cobalto ou salmão, e isto não pode ser. Claro que não.
Coitado, o meu marido acha mesmo que salmão é apenas um peixe e não também uma cor, como é possível...
Cores de Inverno







As minhas cores preferidas para este e qualquer outro Outono/Inverno batem certo com as tendências, YAY!
Burgundy. Burgundy?! Esta é nova, nada como um lift no nome para parecer uma coisa toda especial... Pois que o burgundy é basicamente o nome que este ano se dá ao bordeaux. Que era o nome fancy que se dava à cor de vinho. Tinto. Whatever, desde que a cor continue esse tom profundo de vermelho tinto, tudo bem.
Seja como for, é a cor para este Outono. A par do verde pinheirinho de Natal (esmeralda é mais fashion) e daqueles tons fantásticos entre o amarelo torrado, o amarelo canário, o mostarda e o laranja mecânica. Para dar um banho de cor neste tempo cinzentão.
Gosto!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Família
Um homem sem família é como um cão sem dono, assim me disse a senhora. Não julgue que é bom ser-se livre de qualquer maneira. Os gatos podem muito bem viver e ser como são, porque têm uma liberdade lá deles, digamos assim. Agora os cães, sem dono, são seres tristes à volta do lixo. Assim são os homens sem família, repetiu, sem que fosse preciso repetir.
E um homem sem filhos é uma sombra em viagem que nunca mais acaba, e justificou. É que não tem casa onde ficar. A casa fazem-na os filhos, e quantos mais filhos, maior é a casa. E eu sem dizer nada.
Por isso resolva-se a casar depois de encontrar noiva, disse ainda. O que dá sentido à vida é uma decisão para toda a vida, e achei que talvez tivesse toda a razão.
Foi o que já fiz, minha senhora, e sou feliz.
in Viver Todos os Dias Cansa, Pedro Paixão.
O que dá sentido à vida é uma decisão para toda a vida.
E um homem sem filhos é uma sombra em viagem que nunca mais acaba, e justificou. É que não tem casa onde ficar. A casa fazem-na os filhos, e quantos mais filhos, maior é a casa. E eu sem dizer nada.
Por isso resolva-se a casar depois de encontrar noiva, disse ainda. O que dá sentido à vida é uma decisão para toda a vida, e achei que talvez tivesse toda a razão.
Foi o que já fiz, minha senhora, e sou feliz.
in Viver Todos os Dias Cansa, Pedro Paixão.
sábado, 5 de novembro de 2011
Surpresa!

Eu que contava passar um Sábado no aconchego do lar, entre golas altas e mantas de lã, a ver a chuva cair longe da minha cabeça, afinal sou surpreendida com um lindo dia de céu azul e sol maravilhoso. Que belo dia!
Mudança de planos imediata: já tivemos um passeio no parque I e daqui a pouco, passeio no parque II.
Dias assim não são criados para se deixarem desperdiçar.
Verdade
Verdade, verdade, verdade, sabe muito bem, é poderoso. É de te olhares ao espelho e quereres dar-te mil beijos, dar pulinhos de contentamento, é mesmo.Mas, caprichos da vida, a gula é o melhor e mais instantâneo guilty pleasure do mundo! Perdoa-se-lhe o mal que faz pelo bem que sabe. E a mim vai saber sempre, por muito que goste de me ver mais magra ao espelho. Por isso cedo a todas as tentações e resta-me agradecer a lufa-lufa do dia-a-dia, que sempre vai equilibrando os pratos da balança...
Vidas.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Coleccionismo III
A colecção de medalhas de bom comportamento do Pedro teve direito a um up-grade de alto gabarito: uma mordedura completa (dentição de baixo e de cima, todos os dentes disponíveis à data), cortesia de uma coleguinha , na bochecha. Sim, na bochecha, não foi uma beijoca, foi mesmo uma valente mordidela. Pois é, de geração em geração, as mulheres são cada vez mais agueirridas, não há cá delicadezas ou frou-frous!
Quando chegámos à escolinha e ouvimos um bebé a chorar desalmadamente, pareceu-nos a voz do Pedro, mas não devia ser, que disparate, vê lá como as vozes dos miúdos são parecidas. Mas era mesmo ele, debulhado em lágrimas, a espernear no colo da educadora, com gelo no rosto, acabadinho de ser condecorado. Esta colecção está a sair-lhe do pêlo!
A coleguinha no canto da sala, de castigo, a pensar na condecoração. A sala toda esbugalhada a olhar para nós, as educadoras atrapalhadas, já bem lhes bastava a mordidela (parece que anda um surto na sala dos mais velhinhos), ainda por cima aparecem os pais (os dois, logo naquele dia), em pleno drama. Foi azar.
Pois foi. Para todos, menos para a bendita colecção!
Quando chegámos à escolinha e ouvimos um bebé a chorar desalmadamente, pareceu-nos a voz do Pedro, mas não devia ser, que disparate, vê lá como as vozes dos miúdos são parecidas. Mas era mesmo ele, debulhado em lágrimas, a espernear no colo da educadora, com gelo no rosto, acabadinho de ser condecorado. Esta colecção está a sair-lhe do pêlo!
A coleguinha no canto da sala, de castigo, a pensar na condecoração. A sala toda esbugalhada a olhar para nós, as educadoras atrapalhadas, já bem lhes bastava a mordidela (parece que anda um surto na sala dos mais velhinhos), ainda por cima aparecem os pais (os dois, logo naquele dia), em pleno drama. Foi azar.
Pois foi. Para todos, menos para a bendita colecção!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Maquilhagem super sónica

É tudo uma questão de prioridade e exequibilidade. Ótima para um dia como este.
Em casa - Aplicar um BB cream ou um hidratante com cor, para substituir hidratante + fond de teint. Pentear o cabelo.
Na primeira oportunidade (semáforo, fila interminável de trânsito, paragem do metro...): máscara de pestanas.
Na segunda oportunidade: lip balm com cor.
Na terceira oportunidade: perfume.
Na quarta oportunidade: jeito no cabelo (penteá-lo, colocar sérum ou anti-frizz).
Na quinta oportunidade: blush ou bronzeador.
Na sexta oportunidade: creme para as mãos.
Na primeira oportunidade (semáforo, fila interminável de trânsito, paragem do metro...): máscara de pestanas.
Na segunda oportunidade: lip balm com cor.
Na terceira oportunidade: perfume.
Na quarta oportunidade: jeito no cabelo (penteá-lo, colocar sérum ou anti-frizz).
Na quinta oportunidade: blush ou bronzeador.
Na sexta oportunidade: creme para as mãos.
Tudo o mais, terá de ser feito no recato do escritório, se possível. A ordem dos factores pode ser alterada conforme o grau de prioridade atribuído.
Antes muerta que sencilla!
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Tal e qual
Exactamente o que eu vejo e como o sinto, muito mais bem contado, pela mestria da escritora Ana C.
Toco no teu rosto fresquinho e encosto o nariz na curva do teu pescoço. A tua pequena mão bate no redondo do meu ombro e dizes-me desse forma que gostas do meu colo, que estás onde deves estar naquele instante de pequena carência.
Queres depois descer até ao chão e correr. Não olhas para trás, para mim. A importância que me deste há pouco, fugiu contigo e com os teus minúsculos sapatos que correm à velocidade da tua alegria.
Alargo os meus passos e sigo-te de perto, mas distante. O suficiente para poder acorrer se precisares de mim. Não sabes que te sigo e continuas veloz na tua corrida pelo mundo. Queres reter tudo nas mãos, nos olhos, na palma dos pés. Sorris a desconhecidos. Eu não importo já. Nada atrás de ti te chama. És curioso e destemido e eu penso que não te comando. Por muito que queira manter ligados a ti os meus invisíveis fios de amor, não te comando.
Depois paras e olhas por cima do ombro. Ali estou eu, a tua guardiã silenciosa. Sorris. Confirmas-me e voltas a correr em direcção ao mundo.
Digo-te em voz só minha, sem que me entendas, ou escutes: Estou aqui, bebé. Estarei aqui, às vezes parece que sempre estive. É aqui que te pertenço. É aqui que tudo faz sentido.
Toco no teu rosto fresquinho e encosto o nariz na curva do teu pescoço. A tua pequena mão bate no redondo do meu ombro e dizes-me desse forma que gostas do meu colo, que estás onde deves estar naquele instante de pequena carência.
Queres depois descer até ao chão e correr. Não olhas para trás, para mim. A importância que me deste há pouco, fugiu contigo e com os teus minúsculos sapatos que correm à velocidade da tua alegria.
Alargo os meus passos e sigo-te de perto, mas distante. O suficiente para poder acorrer se precisares de mim. Não sabes que te sigo e continuas veloz na tua corrida pelo mundo. Queres reter tudo nas mãos, nos olhos, na palma dos pés. Sorris a desconhecidos. Eu não importo já. Nada atrás de ti te chama. És curioso e destemido e eu penso que não te comando. Por muito que queira manter ligados a ti os meus invisíveis fios de amor, não te comando.
Depois paras e olhas por cima do ombro. Ali estou eu, a tua guardiã silenciosa. Sorris. Confirmas-me e voltas a correr em direcção ao mundo.
Digo-te em voz só minha, sem que me entendas, ou escutes: Estou aqui, bebé. Estarei aqui, às vezes parece que sempre estive. É aqui que te pertenço. É aqui que tudo faz sentido.
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