INQUÉRITO!!!

Um pouquinho do seu tempo, posso?

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OBRIGADA!!

sábado, 19 de janeiro de 2013

Maravilhas da Semana



Coisas simples, com um toque de uma marca muito querida - By Deva

A Ana já a pensar no Carnaval - Cacomae

How to style a coffee table - Cupcakes and Cashmere

O dador e os seus direitos - Parte I e Parte II - Dias te Telha

O ano das orelhas de coelho? Acho bem - Público 3


E um post destas Maravilhas: http://maravilhasmaternidade.blogspot.pt/2013/01/as-camadas-sao-nossas-amigas.html


sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Do velho se faz novo

Eu já sabia que os miúdos dão cabo dos sapatos num instante. Eu lembro-me de como era quando eu era miúda e do tratamento que dava aos meus ténis e sandálias, mas sinceramente, nunca pensei que fosse tão mau.
Eu não destruía os meus sapatos como o Pedro destrói os deles! Bem, não é que eu me lembre do estado dos meus sapatos quando eu tinha dois anos de idade, mas de certeza que não era assim! Seria?
Anyway, os ténis, sandálias e sapatos em geral do Pedro ficam como que saídos de uma batalha sangrenta logo ao fim da primeira semana de uso. Que digo? Ao fim de dois dias! Uns mais que outros, uns mais resistentes do que outros, desde que começou a andar, nada vai poder passar a primos e irmãos com dignidade...
Por isso mesmo, para as "botas do colégio de Inverno" não fui em elegâncias e gostos pessoais. Apostei numas botas/sapatilhas da Chicco, HORROROSAS, mas boas e resistentes. Eu não tenho culpa que a Chicco apenas faça calçado fofinho até o máximo de nº 23, a partir daí é tudo feio, cheio de pontos, rebites, cores, letras, desenhos, eu não gosto nada.
Mas lá lhe comprei umas botas da Chicco porque são ergonómicas e feita em materiais realmente bons.

Entretanto, passados um mês e tal de utilização, não mais!, já estavam neste lindo estado:

Todas raspadas, furadas até o forro, e a sola lateral arrancada. As botas ainda não lhe serviam perfeitamente (eu compro sempre um número acima, ele cresce a uma velocidade alucinante...) e já estavam estragadas! Esta fotografia disfarça os estragos, estava tudo mau, muito mau...
Não podia ser, não podia andar mais com elas assim, mas eu não podia desistir já delas.

Levei-as ao meu sapateiro do coração, uma jóia de moço, e ele prometeu que ia fazer um remendo catita.
Duas semanas se passaram. Duas semanas porque o rapaz anda com trabalho até as orelhas, o pessoal acordou para a vida e agora tooooda a gente voltou a ir ao bom e velho sapateiro. E o facto é que o rapaz é muito bom no que faz e cobra muito pouco.

Então, foi assim que voltaram as botas:



Impecáveis! Um cabedal forte, a ver se resiste às investidas do meu valentão! E a sola lateral restaurada, colada e unida à pele. Agora vamos ver quanto tempo resistem.
O melhor? €3,00
Juro.

Fica a dica: antes de desistir de um par de sapatos, tentar sempre o diagnóstico de um bom sapateiro. Milagres acontecem às mãos dos sapateiros, e milagres que nos saem baratos, ainda por cima!

 Caso queira votar nestas Maravilhas nas categorias Mulher e Pais/Filhos, todos os dias uma vez por dia até dia 19, aqui: http://aventar.eu/blogs-do-ano-2012/blogs-do-ano-2012-votacoes-1a-fase-24/
O B R I G A D A

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

As voltas que o dia deu

Lá dei a volta ao inevitável e nem eu sei bem como (deve ter alguma coisa a ver com o facto de eu ser burra e negligente... mas que sei eu?) ficámos por casa... Ainda bem, porque andou por cá uma chuva horrível o dia todo.

A minha santa irmã salvou-me da ida à farmácia.
Afinal ainda estava em terra e comprou-me o antibiótico. Como ela não tinha a receita, enviei um e-mail com fotos da receita para a farmácia e eles venderam-lhe o antibiótico assim mesmo. Amanhã passo por lá para deixar a receita e receber a diferença da comparticipação.

{Fica a dica, vale sempre a pena tentar uma forma mais "inventiva" de aviar receitas, neste caso foram muito cooperantes, não levantaram qualquer problema.}

O trabalho pendente foi sendo despachado ao colo e ao telefone, mais uns favores a cobrar pelo meio, cá estarei para retribuir...

Tive sorte, mais uma vez consegui desdobrar-me e desdobraram-se para me safar, se não, teria de fazer como tantas outras mães portuguesas e fazer das tripas coração e sacrificar o descanso do meu filho pelo seu próprio bem estar e os meus compromissos. Há dias em que não há nada a fazer.

E ele acordou fresquinho e sorridente, o meu amor. Coisa boa. Pronto para tomar a primeira carga do malogrado antibiótico.

I'm every woman.

Giveaway As Maravilhas da Maternidade & Ei! Kumpel: as vencedoras

Obrigada pela participação de todas neste giveaway, tenho a certeza que as vencedoras vão adorar o prémio e ter imensa dificuldade na escolha final, todas as pregadeiras Ei! Kumpel são tão giras...

Mas agora, sem demora, aqui ficam as vencedoras sorteadas. E as vencedoras são...

 Meninas Estela e Andréia, é favor as vencedoras contactarem directamente a Margarida da Ei! Kumpel através de e-mail  (crafts@eikumpel.com) ou mensagem na sua página de Facebook.

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OBRIGADA

Hoje

As voltas que um dia dá.
O dia começou com o Pedro a acordar várias vezes com dores,ora no ouvido, ora na barriga, muito agitado, mesmo chateado. Começou às 00:30...

Já de manhã, mudança de planos, pazada na agenda, vamos para o hospital.
Duas horas e meia depois - sempre a andar, NÃO me deixaram à espera mais tempo do que o que deve ser, trata-se da urgência do hospital e o miúdo tinha dores de ouvido e nem se queixava muito no momento-  um raio X depois, muitas sopas sopradas depois (inspira, expira!), sai-me na rifa uma otite para cada ouvido e uma pneumonia mesmo mesmo a despontar. E 10 dias de antibiótico.
E agora cá estamos, ele semi-almoçado a dormir a sesta e eu a adiantar umas coisas.
Adiantar não, desatrasar.

O pior: assim que ele acordar, colégio com ele por duas horas, que a minha agenda não perdoa e nem o antibiótico ainda comprei. Ao menos não tem febre, está bem disposto.

As Maravilhas da Maternidade...

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OBRIGADA

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Belly Sketcher



Conheci hoje parte da obra da Inês e fiquei imediatamente rendida.
Ao conceito, aos trabalhos, aos esquissos que resultam absolutamente perfeitos e encantam imediatamente quem os encontra.
A sua intenção, retratar mulheres no período tão especial da gravidez, num misto de desenho e aguarelas é lindo. Quem teve uma gravidez de sonho a vê idealmente reproduzida, quem não, tem um belo consolo...
Não gasto mais as palavras, aqui ficam apenas alguns exemplos.





Obrigada Inês por me dar a conhecer o seu trabalho e sobretudo, pelo tesouro pelo qual desde hoje espero.

 http://www.facebook.com/BellySketcher
 http://bellysketcher.blogspot.pt/

Mi Blog es tu Casa II




 A convidada de hoje destas Maravilhas deparou-se com uma das maiores consequências físicas para as mães do pós-filhos com amamentação e resolveu tomar as suas providências!

Fiz uma Mamoplastia de aumento depois de ter filhos

O DESAFIO
Desafio lançado pela Maria de Lurdes: utilizar a sua sala de estar (vulgo blog), sentar-me confortavelmente num dos seus sofás (vulgo post), e entre um chá e uma ou outra bolachinha, falar sobre a minha experiência pessoal nestas andanças de maternidade, pós-parto e... cirurgia plástica! Challenge accepted.

A EXPERIÊNCIA
Enquanto maezíssima de 2 crianças abaixo dos 5 anos, com idades muito próximas, fiquei com poucas “sequelas” físicas das gravidezes. YEEES! Tudo muito bonito à excepção das minhas queridas mamocas – que cumpriram as suas funções em pleno durante o tempo que lhes foi permitido. Enquanto que na primeira gravidez não sabia ainda bem o que me esperava, na segunda não tive dúvidas: o que outrora tinham sido dois objectos de brio, não demasiado ostensivos, mas sempre motivo de orgulho, estavam transformados no que uma amiga carinhosamente e tão bem descrevia como “saquinhos usados de chá”.
Cirurgia plástica foi algo que nunca tinha considerado na vida. Nunca estive descontente com nenhuma parte do meu corpo em particular. Sempre olhei para as cirurgias plásticas, e para os aumentos mamários em particular, com alguma desconfiança. Mas a pesquisa impunha-se! Foi altura de colocar a Santa Internet em acção: vi centenas de sites. Confesso: pouco ajudou e só me criou mais dúvidas. Assim, decidi que a Sr.ª Internet tinha cumprido a sua missão e deveria agora contactar um especialista.
Marquei consulta de cirurgia plástica. Disse à médica que nunca tinha ponderado tal coisa na vida, que apenas pretendia um aspecto semelhante ao meu pré-gravidez e que queria tudo menos um look porno-star (que me perdoem todas as porno-stars com próteses de 800mL!). Falámos do tipo de próteses, do tipo de incisões, dos cuidados pós-operatórios e do regresso ao trabalho.
Resumo: Diagnóstico de atrofia mamária pós-parto. Agendada mamoplastia de aumento com próteses de forma anatómica (tamanho previsto +- 255gr), colocação via periareolar retroglandular. Cuidados pós-operatórios: não fazer esforços durante cerca de 4 semanas, utilização de soutien de contenção elástica, regresso ao trabalho dentro de 2 semanas.
Entrei de manhã e saí na manhã seguinte. A noite foi o único momento mais desconfortável de todo o processo: acordei dorida, com umas boias de sinalização coladas à frente, sem grande vontade de mobilização e super nauseada. O que – viva a vaidade! – não impediu a acrobacia do levante de madrugada para ir ao espelho checkar o resultado... As dores foram muito suportáveis, mas confesso que segui à risca os conselhos da médica. Em 30 dias a vida tinha voltado ao normal.

AS GRANDES QUESTÕES
‘Será que isto é tudo da minha cabeça?’
Esta era a grande questão! Estaria eu a querer ir contra a Mãe Natureza ou contra as inevitabilidades da vida?... Talvez. O que é facto é que o corpo que agora era meu, era algo com que não me identificava.
‘As expectativas correspondem à realidade?’
Os receios falavam bem mais alto do que as expectativas, confesso. As dores, o ar pouco natural, o tamanho, as cicatrizes, a anestesia... Houve várias alturas em que, pesando os prós e os contras, me questionei se seria a decisão acertada.
Nunca pensei que o aspecto final fosse tão semelhante ao pré-gravidez, tirando a densidade (a mama fica mais firme e dura). As cicatrizes praticamente não se notam (de bikini não se vêem sequer!) e nunca deram problemas. A sensibilidade mamária demoooora a recuperar, mas regressa! As dores foram totalmente suportáveis.
Quanto ao tamanho das próteses – e uma vez que queria um look natural – um dos melhores conselhos que recebi foi (AHHHHH, Mª de Lurdes! Esta vai ser polémica...) procurar umA cirurgiã plástica: uma mulher.
Realizada a cirurgia, eu – mamã upgraded – afirmo que foi uma grande decisão. E melhor: a correcta. Voltei a ser eu, não só mamã de dois miúdos, como mulher. E isso faz toda a diferença.
‘Como fazer um upgrade cirúrgico e ser mãe em simultâneo?’
Como gerir 2 crianças pequenas em casa a pedir colo de 2 em 2 minutos?... Pois bem. Preparando-as. Avisando-as que a mamã vai ser operada e que não vai poder pegar ao colo, mas que vai poder dar muitos xis e muitos beijos e muitos mimos.


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OBRIGADA

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Por falar em camadas



Isto de falar em camadas puxa-me sempre para a lamechice...

Não consigo pensar na palavra sem me lembrar deste poema, que o meu então namorado me dedicou, back in the days. É retorcido, mas romântico, este meu Valentine...O meu amor um dia deu-me uma cebola, e eu, apesar de tudo o que tinha de agridoce, adorei...

Valentine
 Not a red rose or a satin heart.

 I give you an onion.
 It is a moon wrapped in brown paper.
 It promises light
 like the careful undressing of love.

 Here.
 It will blind you with tears
 like a lover.
 It will make your reflection
 a wobbling photo of grief.

 I am trying to be truthful.

 Not a cute card or kissogram.

 I give you an onion.
 Its fierce kiss will stay on your lips,
 possessive and faithful
 as we are,
 for as long as we are.

 Take it.
 Its platinum loops shrink to a wedding ring,
 if you like.
 Lethal.
 Its scent will cling to your fingers,
 cling to your knife.
-- Carol Ann Duffy

As camadas são nossas amigas

Não estou a falar das camadas de uma lasanha, essas são nossas amigas, mas também da onça!!
Estou a falar de uma das melhores formas de manter algum sentido de estilo e coordenação de roupa durante o Inverno.
Vestir em camadas, em sobreposições de roupa!
Em vez de cair na tentadora fórmula de camisola interior-camisola de gola alta, por vezes vale a pena perder mais alguns minutos a juntar duas ou três ou mais peças que podem fazer a diferença e ainda deixar-nos quentinhas e confortáveis.

Assim, aqui ficam algumas dicas:
1 - Desde logo, se não consegue deixar para trás a adorada gola alta, tente usar e conjugar camisolas mais finas e de malha mais leve. Ficam óptimas conjugadas com cardigans em tons comlementares ou contrastantes.

2 - Vestir em camadas permite precisamente manter algo interessante em termos de misturas de cor ou texturas. Apostar em cores diferentes ou complementares e apostar em conjugar algodão com caxemira e um cachecol de ponto grosso é mais interessante do que uma só cor ou tudo lã.

3 - Apostar em uma peça mais leve por baixo e um casaco de malha por cima é o ideal, de facto.
Tal como podem ser camisolas finas de gola alta, também podemos usar t-shirts de mangas compridas que transitam assim da meia-estação para o Inverno, ou camisolas frescas de algodão em gola V com uma t-shirt por baixo e o tal do casaquinho por cima. Apostar em twin sets é sempre bom, porque permitem não só a conjugação base, como a conjugação entre si, permitindo-nos fazer jogos de cor em neutros ou em tons mais coloridos. Uma busca cuidada desencanta muitas peças de Primavera que podem alegrar e muito o nosso Inverno!

4 - Apostar em acessórios. O Inverno é ideal para isso:
Ele é luvas, cachecóis, maxi colares, brincos, cintos finos para marcar a cintura, cintos largos para as calças (não ao mesmo tempo, bem entendido!!), lenços finos, écharpes, gorros, boinas... O único acessório que fica para trás são as pulseiras demasiado volumosas, porque ficam sempre presas nas mangas do casaco. Ainda assim, de vez em quando não lhes resisto...

5 - Por falar em acessórios, para mim, o acessório-chefe do Inverno é sem dúvida todo o mundo Cachecol*Écharpe. Adoro usá-los mesmo dentro de casa, criam um conforto maior quando não uso gola alta. Basta usá-los mais soltos ou apenas pendurados, nota-se sempre um maior conforto.

5 - Não ter medo das sobreposições. Ao contrário do que se possa pensar elas não nos engordam ou enchouriçam, pelo contrário. Se se conjugar peças leves entre si, ou peças leves com outras mais grossas, fica lindamente. Se se conjugar peças soltas ou largas com outras mais finas ou ajustadas ao corpo, ele está delineado e não perdido em volume sem fim. Por fim, um cinto para marcar a cintura cria logo a forma de ampulheta tão feminina e que aparentemente parece tão perdida ou escondida no Inverno.

6 - Se quer fazer sobreposições de peças largas, certifique-se de que está a usar leggings ou calças mais justas. Pelo contrário, se a parte de cima é leve e/ou cintada, aproveite para usar calças de corte direito ou mais largas. O importante é manter sempre um equilíbrio entre o justo e o largo, o que se destaca e o que se quer mais discreto. Ao vestir em camadas, é importante manter a parte de baixo mais ajustada ao corpo.


Aqui fica um exemplo bem detalhado e aproximado, em plano bem próximo, rsrsrs, mesmo porque não tenho braço que chegue para grandes planos, ainda não saquei esse super poder da app store rsrsrsrsrsrs


As camadas de fora: o trench e o cachecol a espreitar. O trench sempre bem apertado para marcar a cintura - nunca o uso apertado na fivela, sempre um nó e já está...


As camadas de baixo: mantenho o cachecol, mais solto mas a criar a minha gola alta indidpensável. As camadas: camisola interior (sim, mãe!!), camisola de algodão às riscas que está presente TODO o ano no meu armário, casaco cintado de caxemira e o cinto fino, para marcar a cintura. As calças são cigarrete.

{O relógio continua constantemente atrasado sem explicação aparente e tenho de o acertar de três me três dias... mas eu aguento isto??}


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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Há Coisas na Vida



Hoje estamos aqui:

http://filipafoster.blogspot.pt/2013/01/i-present-to-you-this-blog-and-blogger_14.html

Eu, o blog, as minhas idiossincrasias e conselhos sábios, de ansiã...

;)) Espero que gostem, obrigada Filipa, foi um prazer enorme!!

Telegrama

Pedro em casa doente stop
Mãe a fazer companhia stop
Tudo doente stop
Um dia em casa a descansar?

Devem estar a gozar comigo
Stop

domingo, 13 de janeiro de 2013

Reality check

O Pedro tem dois anos e 15kg.
Se calhar já vai sendo tempo de o tirar da cadeira alta, de lhe tirar as grades da cama e de deixar de lhe dar o leite da manhã no biberão, não?

Sim, em casa ainda andamos assim, num misto de preguiça e negação, a empurrar com a barriga...Serei a única?


{Instagram do Dia}

Só de galochas
se pode saltar nas poças!

Rima mas ainda não é verdade...


É que fazer-lhe entender que com uns sapatos se salta e com outros não... está difícil! E parece ainda fazer precisamente o contrário, salta com os que não deve e fica envergonhado com os que pode.

E se eu fico possuída quando o vejo molhar-se até os ossos quando se atira às poças com os sapatos normais, já vê-lo a chapinhar com as galochas dá-me um gozo tremendo, é tão giro! É chapinhar nas poças, fazer anjos na neve e abrir caminho pelas folhas no Outono, são das coisas mais divertidas que se pode fazer no tempo frio...
E é tão bom vê-los assim! São divertidos momentos Limetree!

Galochas sim, resto da sapataria, não!
 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Desfribilhador para o meu carro, já!

O meu carro morreu. Assim, sem aviso, sem mais. E sem que estivéssemos a contar claro. Até estava mal estacionado. Ainda 10 minutos antes tinha alegremente andado e ia alegremente andar mais um bocadinho, depois de trazer o miúdo da escola.
Mas não. Assim que tentei liga-lo, nada. NADA.
Nem ai nem ui nem luzes nem roncos nem avisos. Nada.

Morreu.

Não! Amanha vai ter de ressuscitar, ainda tem muito para dar. Ai tem tem!

{10 on 10 Janeiro} Parte III


O verniz da semana já era... preciso de uma nova base fixadora, a Bonde afinal já não me convence... Essie, é?

Hora de ir para casa

Pondo a leitura em dia, antes de mais!

Desafio superado! E sim, foi um desafio, o tempo passou muito rápido e às vezes a imaginação custava a surtir efeito... Estou ansiosa para ver o resultado das minhas colegas de desafio e estou desertinha que o tempo estique e os dias se tornem mais longos e solarengos!

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