INQUÉRITO!!!

Um pouquinho do seu tempo, posso?

Responda a esta pergunta sobre o que gosta de ler neste blog, aqui:


OBRIGADA!!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Em vésperas de São Valentim...

Para quem goste de levar a data a sério e não dispense todos os clichés a que tenha direito...

Ainda vai a tempo de imprimir estas pequenas decorações para um jantar mais que especial ou um simples lanche surpresa ou uma ceia fora de horas...

São tão queridos!!
Aqui podem fazer o download das imagens, depois basta imprimir em papel de gramagem 200 e voilá, tema introduzido, venha o romance!
Visto aqui. 


 
Também vi estes, mais cool, mas igualmente românticos, simples decorações que dão para tudo, visto e pronto a sacar, aqui .
  

E esta ideia, achei fantástica! Oferecer cupões à cara metade: um cupão para ir ao cinema, um para um pequeno-almoço na cama, outro para jantar fora, para usar quando houver vontade de sair da rotina!

 Visto e pronto a sacar, aqui. 

Ou podemos apenas escrever algumas palavras doces num pequeno cartão, metido à socapa no bolso do casaco...
 Estes cartões não embaraçam ninguém... A imprimir, daqui

 E estes, aqui.

E fica desde já um desafio para o Dia dos Namorados! É bom que eu
 aproveite hoje a amanhã para queimar os últimos corações, porque no próprio dia 14, vou andar free! Apenas vou postar imagens que não tenham o maior cliché deste dia tão cliché!

Uma vitima é uma vitima é uma vitima




Conheço em segunda mão a realidade nua e crua da violência domestica. Através de um olhar clínico, sem condescendências, sem sentimentalismos.

Qualquer mulher (ou homem, vai dar no mesmo e também os há) apanha uma primeira vez.
Pode acontecer a qualquer um de nós, todos nós corremos o risco de ser surpreendidos ou todos nos podemos revelar. Podemos ignorar os sinais ou apenas nos apercebermos deles quando estão a um palmo da nossa cara.
Quem apanha uma vez até pode apanhar uma segunda vez, porque errar é humano e damos a outra face e vale a pena lutar pela relação ou não nos podemos dar ao luxo de sair de uma relação por um episódio inexplicavelmente infeliz.
Mas não apanha uma quinta, não apanha uma sétima, não apanha uma décima.

Se há um típico abusador, há uma típica vitima. Com tudo o que de típico isso tem, e admitindo as excepções do costume.
Se há alguém que bate e depois se arrepende e diz que ficou cego de raiva, pede desculpas e promete que não volta a acontecer e levanta-se bonzinho, ou simplesmente sossega por uns dias e se cala,
há alguém que está enredado naquela história, que se justifica com o cansaço dele, ou com a crise, ou com o stress, ou com a sua própria provocação, ou com qualquer coisa que fez ou não fez. Há alguém que fica pelos filhos, ou pela falta de dinheiro, ou pela falta de perspectiva, ou pela ideia de um passado cada vez mais distante, ou por uma qualquer adição ou obsessão ou ilusão que não se pode chamar paixão muito menos amor, que se apieda, que quer acreditar, que não se acha merecedora de melhor, que julga ganhar algum poder com o arrependimento dele, que justifica sempre, que até acredita que no fundo a culpa sua. E que não volta a acontecer. E que se acontecer será sempre por uma razão, por isso faz o possível para que haja harmonia no lar. Para que esteja tudo bem e haja silêncio e nada fora do lugar. Há até quem jogue com os papéis e entre num ciclo vicioso de poder, culpa, agressão, instigação, numa dança a dois.
Até ser tarde demais.
Para cada testo há uma panela. Mesmo.
E não obedece a estrato social, condição económica, idade.

A Rihanna vai voltar a apanhar. Ela é uma vitima e o Chris é um agressor e ela vai voltar a apanhar.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

{10 on 10} Fevereiro

Quando me lembraram (nem fui eu que me lembrei, esqueci-me por completo!!!) do desafio 10 on 10 de Fevereiro, já íamos no fim da tarde de Domingo...
Já não tinha luz para as fotos, ó desgraça!!!

O que vale é que nesse dia até tinha andado a tirar algumas fotos, mas não consegui as dez foto num dia...
Fica o que consegui, há mais algumas fotografias que apenas estão no Instagram, desta vez nem todas as fotos passam para o blog...



 Redescobrindo brinquedos antigos e novas formas de brincar com eles.
Agora está numa de DJ booth, medo!!







Layers de baixo

Layers de cima. Está muito frio!!

Traffic jam

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Um momento perfeito

Adoro manhãs límpidas de Inverno passadas na praia. Juntam duas das coisas que mais nos aquecem a alma nestes dias de frio sem fim, o sol de Inverno e a praia.
Respirar o mar, ser cegada pela luz, desentorpecer as pernas, lançar umas pedras e ouvir o rugir das ondas.
Perfeito.











sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Na folia

Cheguei hoje ao colégio, a rasgar o atraso, com o meu jogador de futebol americano suplente, porque não tinha capacete nem chumaços, pela mão.
Go Steelers!
Também podia estar vestido de domingueiro ou de basof, porque o equipamento dava bem essa margem! Mas depois pintei-lhe uma barra preta nas bochechas e ele tinha instruções precisas sobre como bem gritar à bom futebolista. Dúvidas não poderia haver hahahah
Presente do avô, e o menino estava muito contente e sobretudo, quentinho!

Pois que cheguei ao colégio e estavam mesmo para sair, a tirar as fotos de grupo e todos tão giros, tão esmerados - que mães tão prendadas, sou mesmo uma nódoa - e eu "só" tinha de ir para os escritório... Decidi ficar. Para ir ao fundo da rua e voltar, não podia levar muito tempo e eles almoçam às 11:30 horas, por isso... Lá fui.
Foi uma aventura divertida mas um pouco stressante. As educadoras tinham tudo sob controle, mas mais duas mãos foram imediatamente açambarcadas e pronto, já não tinha escapatória.
Fazer a rua para cima e para baixo a passo de caracol e sempre no controle, a garantir que as mãos estavam dadas, que as máscaras não caíam e que ninguém se lembrava de ser espertinho, não foi tão fácil como aqui aparece escrito...
Portaram-se todos lindamente, o meu, os nossos e os das outras salinhas. Todos impecáveis.

Agora, estou um pouco moída. Ser educadora de infância é uma estafa, só vos digo!
Obrigada às queridas pessoas que mais tempo passam por dia com o meu filho e em quem deposito toda a minha confiança...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Fantasias de última hora

O Carnaval nas escolas e infantários de todo o país está à porta, vai ser celebrado com mini desfiles, muita brincadeira e muita imaginação, já amanhã.

Já amanhã???? PÂNICO!!!!

Se se reconhece nesta reação, não se preocupe, ainda tem salvação!

Aqui ficam algumas sugestões muito básicas e muito simples de executar, mesmo de última hora.
Só para refrescar a memória ou imaginação de mães que estão em pânico e com uma branca de nevoeiro cerrado sobre o que desencantar para vestir ao filho.
Também têm sempre um supermercado, chenês, ou lojas de brinquedos especializadas à distância de uma volta depois de sair do trabalho, mas estas sugestões sempre são DIY, muito mais em conta e muito simples. E vão deixar o miúdo tão ou mais contente do que se estivesse com grandes planos de semanas.
É que no final de contas, eles só querem um dia diferente...

O segredo está nas cores usadas, nas roupas com que se conjugam os fatos e no talento em trabalhos manuais da mãe ou dos próprios petizes.

Uma capa num rapaz? Nunca falha! Bónus: uma mascarilha de cartolina...

Sacos de plástico e cartolinas. Zig zag zig zag, temos pinguim! E um ás de copas com uma fronha velha!



O clássico dos clássicos, umas ligaduras e temos uma mini múmia! Tente coser ou colar as ligaduras em duas peças de roupa, para que as ligaduras não se soltem e até possam ser perigosas e para que o acesso à fralda não seja de cair para o lado...

Os nossos amiguinhos de quatro patas também não foram esquecidos!! E mais um clássico para os miúdos, do mais básico possível...

Uma família Lego, adorei! E tão fácil de fazer! Uma caixa, uns quantos copos de plástico e muita tinta...

Toda de preto e umas asinhas muito bem recortadas, há coisa mais amorosa do que esta joaninha?

De se comer!!

Por fim, para gémeos, trigémeos, ou Irish twins, uma caixa de lápis de cera!!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

On location

A fotógrafa já se sabe quem é.
A assistente de produção sou eu. Sou o chegamisso! Mudo móveis, ajudo a compor as coisas, sigo instruções, amparo objectos e amparo o menino. Faço baby sitting também, portanto.



 Também produzo um behind the scenes, pois então!

O que passa para o outro lado da lente?







Perfeito.

Mi Blog es tu Casa V



 Esta semana este blog recebe um momento da vida de uma mãe de minutos, de horas, que não pode viver esses primeiros momentos em plenitude, como todas nós gostaríamos.
O seu bebé nasceu e não pode ir logo para os seus braços...

"Nasceu, e agora? Agora é fácil! " (titulo de um documentário, feito pela RTP1 em parceria com o Amafora-Sintra, sobre os primeiros dias de vida do bebé.)
Bom, vi-o no próprio hospital AS, num dos muitos dias de internamento na obstetricia, antes do D nascer. E é sobre este acontecimento, o nascimento de quem intitulo agora de " homem da minha vida" que eu quero escrever.

O D nasceu no dia em que completei 37 semanas de gestação, a linha que separa um bebé prematuro de um bebé de termo. Tinha 48 cm e 2300kg.

Passaram-se 2 meses e 14 dias, mas ainda sinto tudo recente...como que se me tivessem beliscado e ainda sentisse a dormência...mesmo depois da dor maior ter passado.

Dor? Não me refiro à dor do parto, que bem (mães) sabemos ser muito provavelmente a maior dor (física) que experimentamos, principalmente quando o parto é o mais natural possivel (sim, sem epidoral!), mas a qual ultrapassei com a grande ajuda do meu D grande. Refiro-me à dor que senti, quando ouço "pai, quer cortar o cordâo umbilical?" e nâo ouvi o meu D chorar!! Naquele milionésimo de segundo, o mundo parou..nao sentia o corpo...mas conseguia sentir o coração bater 100x mais rápido, parecia que me ia rasgar a pele de tão acelerado...!e levaram-me o D...!

Levaram o meu bebé, para uma bancada mesmo ao meu lado, mas eu não o conseguia ver...e continuava a não ouvi-lo... tinham chamado uma pediatra. Pareceram-me horas de sufoco...e foram mesmo, porque a primeira vez que toquei no meu fruto, ja se tinham passado algumas horas desde o seu nascimento...

O D nasceu sufocado pelo cordão umbilical, teve que ser reanimado e levado para a neonatologia para ficar sob observação. o que aconteceu ao certo, se foi antes ou durante o parto que o cordão enrolou, não se sabe, pois eu dei entrada no bloco de partos em urgência, e foi tudo tão rápido, que em 30 minutos ele nasceu.

Passadas 4 horas do parto, tive luz verde para me levantar e ir ver o meu menino! Lá fui, levada por uma auxiliar e numa cadeira de rodas (só porque me obrigaram, pois teria ido pelo meu próprio pé), e foi um choque... entrar na neonatologia, e a primeira vez que estava a olhar para ele (consciente) era através de uma caixinha de vidro, todo ligado e cheio de luzinhas...as lágrimas vieram-me aos olhos, mas logo veio ao meu encontro a enfermeira de serviço, que logo me tranquilizou, dizendo que o D estava em ótima recuperaçao e que só ali continuava para observaçao. E finalmente pude pegá-lo, tocá-lo... era um pedaço de mim!

É claro que ouvi e vi o que mais queria, o D estava bem! Mas voltar ao quarto sem ele..era triste demais!!! E o que invejava as mamas que estavam no meu quarto com os seus bebés! Foram 3 dias a "passear" pelos diferentes pisos, pois só me sentia bem junto do meu D. Vê-lo constantemente a ser "picado" era, de certeza, mais doloroso para mim do que para ele, aquela sonda enfiada na boquinha irritáva-me e entrestecia-me...mesmo! Mas ele estava bem!

Finalmente ao 3° dia o meu tesouro veio para junto de mim. Agora sim, tinha renovado as minhas forças e não precisava mais de andar no corre corre, entre o quarto, visitas e neonatologia!

Saimos da maternidade ao final de 6 Dias, porque o D tinha que terminar o antibiótico. Como mae, sofri muito com este susto, mas orgulhosa porque o meu menino é forte, e provou-o logo nos seus primeiros segundos de vida!

Agora? É tudo tão fácil! Não por tudo ser perfeito, que não é, mas porque estamos juntos, me, pai e filho, a fazer prevalecer o amor e união, e por isso posso garantir que vivo os dias mais felizes da minha vida!

Um dia, uma grande amiga disse estas sábias palavras, " não existe um curso que nos ensine a ser bons pais, por isso erramos", é verdade, mas é esta aprendizagem do dia a dia, que nos faz ser quem somos. Entre erros, medos, fraldas, birras e muitas noites mal dormidas, digo, é tão bom e é tão fácil :-)

Quero agradecer a todos os familiares e amigos, que estiveram comigo fisica e moralmente, nestes longos 16 Dias de internamento.
Um agradecimento especial, ao 2° mas não menos importante, homem da minha vida. Foi ele que fez estes dias parecerem menos longos...foi incansável e encheu-me de mimos, que eu tão precisava. Amo-te D Grande :-)

https://www.facebook.com/diana.loureiro.58?ref=tn_tnmn


Se quiser partilhar nestas Maravilhas um momento que a marcou na sua vida, escreva para: asmaravilhasdamaternidade@gmail.com
Obrigada por fazerem desta rubrica o que ela é. Obrigada!!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Passear em Segurança III



Como tenho recebido alguns e-mails a pedir para falar de como anda a correr a nossa experiência com a cadeirinha e o facto de o Pedro andar de costas aos dois anos de idade, e porque esses pedidos chegam numa altura em que estamos a passar por mudanças, está na hora de escrever um episódio III destes dois:
http://maravilhasmaternidade.blogspot.pt/2011/11/passear-em-seguranca.html e
http://maravilhasmaternidade.blogspot.pt/2011/11/para-passear-em-seguranca-ii.html
 Pois que comprámos uma cadeirinha que permite que os petizes andem de costas para o sentido da estrada até os quatro anos ou mais. Não sei se chegaremos (ou chegaríamos) até tão tarde, mas a possibilidade era e continua a ser essa e a intenção também era.

A cadeira em si é muito boa, e sobretudo quando comprada na Volvo, fica bastante em conta, em relação aos preços habitualmente praticados na Britax e em relação às cadeirinhas que permitem ir à retaguarda e até cadeirinhas em geral. Duzentos e tal euros para o que a cadeirinha permite e é não nos pareceu caro na altura e estamos muito satisfeitos com a nossa escolha. Ela é robusta e muito resistente, mas compacta, fácil de instalar, de trocar entre carros (desde que se tenha um par de correias por carro, falando das correias que prendem as costas da cadeira, no caso de se ir de costas, senão é uma seca desapertar e apertar as correias ao assento dos carros), permite uma utilização até muito tarde (até 25 kg virada para trás e para a frente), os estofos são em algodão, totalmente removíveis e facilmente laváveis, mas uma chatice para tirar e voltar a colocar.

O Pedro nunca se sentiu mal por andar de costas, nunca se recusou a fazê-lo, nem lhe fazia diferença, mesmo quando andava esporadicamente de frente com os avós. E sempre andou muito confortável, sem dúvida! Nada de diferente se passava no seu mundinho, ele apenas conhecia andar virado de costas, por isso nunca lhe fez confusão. Muito menos a nós.
Precisamente agora, aos dois anos e quatros meses, estamos a começar com os primeiros problemas nesse departamento...
Desde que o pai mudou de carro, não quis ter o miúdo a andar de costas para não sujar as costas do assento com os pés. Uma manta, uma forra estão fora de questão, enfim! É uma questão que me deixou doida na altura, não estava bem a crer que o puto mudava de direcção por conta da integridade física dos estofos do carro do senhor meu marido, mas parece que sim. Eu acho a obsessão de status do carro e sobretudo manter o carro absolutamente imaculado uma cena bem portuguesa que me ultrapassa completamente. Eu estou perfeitamente a marimbar-me para o estado do meu carro, eu quero é que ele me leve do ponto A ao ponto B e pronto, mais nada. O senhor meu marido também pensa como eu, mas o amor ao brinquedo novo, enquanto for novo, levou a melhor desta vez. Roll eyes, completamente!!

Enfim, o P passou a andar de frente no do pai, continuou de costas no meu carro. E agora, curiosamente (ou talvez não!!) ele tem feito de vez em quando umas fitas monstras para se sentar na cadeirinha, não sei se por estar em modo birra total, em que tudo serve para embirrar (a tão carinhosamente apelidada estupidez natural rsrsrsrs), ou se é por ter experimentado o mundo de frente e de frente querer continuar.
Parece-me, cada vez mais e infelizmente, que se trata da segunda opção. OMG.

Dois dias anda bem, depois lá vem um dia do demónio, e andamos assim. De maneira que não sei se os dias de costas estão contados, espero que não, mas temo que sim... Por enquanto estou só desconfiada, mas vou assobiar para o lado o máximo de tempo possível, vou negar até o fim!
De qualquer forma, a minha meta mínima eram os dois anos, e lá chegámos sem quaisquer problemas. O que viesse a partir daí seria lucro.Ele já vai quase com dois anos e meio e é um miúdo robusto, não sei o que isso diz da sua resistência a uma colisão, mas ao menos já vai quase com dois anos e meio, não me posso queixar.

E o estado dos assentos do meu carro? Não está famoso, não. É como digo, não quero saber disso, mas lá que já levavam uma boa esfrega já levavam! Mas eu não fiz algo muito básico, forrar o assento! Não fica grande coisa? Não, mas é melhor do que sujá-los, para quem gosta de ter o carro impecável...
Nos dias de chuva eu sento o Pedro na cadeirinha e descalço-o. Geralmente à ida e vinda do colégio é um passo rápido porque os sapatos são com velcro ou apenas de enfiar. Se tivesse o assento forrado nem pensaria nisso.

Na verdade sou a única pessoa que conheço que anda assim com a cadeirinha (tenho de me mudar para a Suécia, está visto!!), a minha irmã tem uma cadeirinha igual, mas usa-a de frente e eu sei que havia algumas leitoras do blog que acabaram por comprar esta cadeirinha, que tal tem corrido convosco?

A grande vantagem da cadeirinha que escolhi para o Pedro é que ela é muito boa, do melhor mesmo, não é estupidamente cara e permite experimentar. Quem não gostar da experiência de todo, não se adaptar de todo ou entretanto se tornar impossível ou obsoleto, pode mudar a direcção da cadeirinha. Vapt-vupt. Sabendo e podendo, o mínimo que podemos fazer é tentar.
Além disso é uma cadeirinha que de frente dura até os seis anos ou mais, é muito tempo de amortização do valor da cadeirinha, vamos combinar!! Ela rende mais que uma pilha Duracell.

Eu continuo a defender veementemente o rearfacing, acho que faz muita diferença em caso de colisão, mesmo a de retaguarda, principalmente em bebés até os dois anos. Nos dois posts acima estão links com imensa informação e vídeos e tudo e tudo. Passados quase dois anos as coisas continuam iguais em Portugal, mas depende de nós mudar. Para mim o saldo é muito positivo, felizmente nunca tirei a prova dos nove e espero com todas as forças nunca o venha a fazer...

Linguagem corporal



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Apps "tontecas" de gravidez

Tontecas como diria o meu péquinho e... ficamos por aqui, que o que aqui trago é essencialmente parvo. Pronto. Mas dá para umas boas gargalhadas!
Isto de tentar engravidar, como tudo na vida, não se livra de uma boa dose de crendice, mezinhas, mitos urbanos e simpatias.
E claro que as apps minhas queridas, apanhando um pouco de tudo o que possa passar pelo espírito humano, não podia passar ao lado disto tudo e trazem todo um elan de high tech a estas crendices. Da tabela chinesa a digitalizções várias, passando por encontrar o nome perfeito, trago aqui umas belas peças...
Ei-las:

Comecemos pela menos parva, para irmos aquecendo. Aqui temos um mini teste de gravidez, que vai lá por um questionário no qual vamos selecionando entre sintomas e factos concretos e que no final nos dá uma probabilidade de gravidez.Vale o que vale, mas não nos livra do teste de farmácia...



Estes são apenas dois dos inúmeros exemplos das famosas tabelas chinesas de previsão de gravidez sob forma de app. Também metem pelo meio o tipo sanguíneo dos pais - deve ser para dar uma carga genética e científica à coisa, pois com certeza!. Já se sabe, se estivermos com ideias de apostar as nossas fichas num menino ou numa menina, a tabela chinesa é infalível! A idade da mãe na concepção e o mês da concepção e está tudo dito! Not.

Para saber sobre o que a ciência tem efectivamente a dizer sobre potenciar a escolha de sexo do bebé, leiam este post super interessante e completo do João Moreira Pinto no E Os Filhos dos Outros, aqui (onde descobri que estas Maravilhas estão, obrigada pela referência, aqui vai link de volta!!): http://eosfilhosdosoutros.blogspot.pt/2013/02/escolher-o-sexo-do-bebe.html

Este é um exemplo de uma app com um banco de dados VASTÍSSIMO de potenciais nomes para darmos aos nossos petizes! Temos nomes de todas as partes do mundo e todas as religiões. Mas não me levem a mal se não me inspirar na secção portuguesa de potenciais nomes para um possível rebento. Alexio, Almeida ou Arsenio, Fortunata ou Iracema... Estou nuns dilemas que nem imaginam!


Por fim, a melhor de todas as apps. Nunca pensei que nas minhas pesquisas fosse esbarrar em leituras digitais para diagnosticar uma gravidez. Mas elas existem! Sim, vocês estão a perceber bem, nós encostamos o dedinho no écran e à laia de picar do ponto digital, o iPhone faz-nos uma leitura digital e da temperatura (DOIS parâmetros, não brinquem!!) e diz-nos se estamos grávidas!!!

Aqui trago dois exemplos, qual deles o mais lindo:

Não sei se goste mais da versão The Night Rider (senti-me dentro do Kit amigão!, em plenos anos 80)...

... Ou da versão Matrix, mais sofisticada e cheia de luzes e manchas de calor.
Fiquei assombrada com tanta high tech!!
Pena ter senteciado que o meu filho de dois anos estava grávido, mas isso agora não interessa nada! Ele também adorou o feixe de luz carmim a ler as suas mini impressões digitais, é o que importa!

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