Esta é a melhor forma de começar a semana, a dar mais um empurrão e a receber mais um voto de confiança nos projectos que mais acarinhamos!
Estamos muito contentes e sobretudo, muito agradecidos!
Para conhecer melhor as caras (aqui fica uma espreitadela ao mais importante, os cavalinhos!!) por trás do nosso lindo Carrossel, não deixem de ler a entrevista que demos às super antenadas e refrescantes meninas por trás do fantástico Rebuçado Ácido.
Muito obrigada por nos receberem tão bem!
INQUÉRITO!!!
Um pouquinho do seu tempo, posso?
Responda a esta pergunta sobre o que gosta de ler neste blog, aqui:
OBRIGADA!!
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Giveaway AMDM & Create It: As Vencedoras
Para começarmos bem a semana, nada como oferecer dois colares a duas leitoras nossas, com o resultado do giveaway que estas Maravilhas e a Create It lançámos na semana passada!
Mais uma vez a adesão foi em peso, o que alegremente dificultou a contagem das partilhas - MAIS DE 400 partilhas é muita partilha para contar!!, mas chegámos a um resultado.
Assim, sem mais demoras, aqui ficam as mais sortudas deste giveaway:
Peço que as vencedoras entrem em contacto com a Create It ou através de e-mail ou através de mensagem na sua página do FB.
Mais uma vez obrigada pela participação de tod@s!
Mais uma vez a adesão foi em peso, o que alegremente dificultou a contagem das partilhas - MAIS DE 400 partilhas é muita partilha para contar!!, mas chegámos a um resultado.
Assim, sem mais demoras, aqui ficam as mais sortudas deste giveaway:
Peço que as vencedoras entrem em contacto com a Create It ou através de e-mail ou através de mensagem na sua página do FB.
Mais uma vez obrigada pela participação de tod@s!
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Felizes para Sempre
É bom saber que depois do The End (ainda) continuam felizes para sempre!
Achei estas imagens tão giras, tinha de partilhar. Bom Domingo!
Cinderela
Mulan
Rapunzel
Ariel
Tarzan
Aladino e Jasmin
Aurora (A Bela Adormecida) Sabiam que eu era para ser chamada Aurora??
Branca de Neve
Achei estas imagens tão giras, tinha de partilhar. Bom Domingo!
Cinderela
Mulan
Rapunzel
Ariel
Tarzan
Aladino e Jasmin
Aurora (A Bela Adormecida) Sabiam que eu era para ser chamada Aurora??
Branca de Neve
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Anunciantes de Fevereiro - Marcas Maravilhas do Mês
Bem, este mês será para já apenas um anunciante, mas o pensamento está no plural, é no plural que pretendo blogar este post, todos os meses. Fica a intenção!
A intenção é ter à disponibilidade de possíveis anunciantes, cujas marcas ou serviços estejam dentro do espírito e ideais deste blogue, um espaço de destaque (no topo, à face de abertura de página) para divulgação e publicidade da sua imagem de marca, com link para as suas páginas ou contactos. A par desse espaço de antena permanente, cujo anúncio estará na tela durante um mês, a minha intenção é a apresentação dessas marcas ou serviços no início de cada mês ou quando se apresentarem. Nas minhas palavras ou nas dos próprios.
O nosso primeiro anunciante é a Psiconcillius, que se propõe uma missão que verdadeiramente deve afirmar-se como uma alternativa sempre presente no esprírito de quem está por um fio de recorrer aos tribunais. Porque muitas vezes os conflitos não precisam ir à barra do tribunal ou ser sentenciados e podem ser resolvidos pelas próprias cabeças das partes envolvidas, desde que bem acompanhadas.
Fica a sua proposta e missão:
"A PSICONCILLIUS é um gabinete de prestação de serviços no âmbito da Psicologia Clínica, da Mediação de Conflitos e Aconselhamento Jurídico. O projecto nasce da vontade de dar resposta a uma série de questões que se colocam diariamente na vida de um qualquer comum cidadão.
A intenção é ter à disponibilidade de possíveis anunciantes, cujas marcas ou serviços estejam dentro do espírito e ideais deste blogue, um espaço de destaque (no topo, à face de abertura de página) para divulgação e publicidade da sua imagem de marca, com link para as suas páginas ou contactos. A par desse espaço de antena permanente, cujo anúncio estará na tela durante um mês, a minha intenção é a apresentação dessas marcas ou serviços no início de cada mês ou quando se apresentarem. Nas minhas palavras ou nas dos próprios.
O nosso primeiro anunciante é a Psiconcillius, que se propõe uma missão que verdadeiramente deve afirmar-se como uma alternativa sempre presente no esprírito de quem está por um fio de recorrer aos tribunais. Porque muitas vezes os conflitos não precisam ir à barra do tribunal ou ser sentenciados e podem ser resolvidos pelas próprias cabeças das partes envolvidas, desde que bem acompanhadas.
Fica a sua proposta e missão:
"A PSICONCILLIUS é um gabinete de prestação de serviços no âmbito da Psicologia Clínica, da Mediação de Conflitos e Aconselhamento Jurídico. O projecto nasce da vontade de dar resposta a uma série de questões que se colocam diariamente na vida de um qualquer comum cidadão.
Conciliando o conhecimento da psicologia e da
justiça, a PSICONCILLIUS pretende ser um meio de auxílio na resolução de
conflitos naturais à própria essência humana e à sociedade em que
vivemos.
Consideramos
que qualquer conflito é mediável e que a solução está nas mãos de quem o
vive, sendo sempre possível alcançar uma solução desde que haja uma
vontade mútua de o conseguir.
A PSICONCILLIUS existe para ajudar a construir a ponte entre o desentendimento e o acordo, abrindo espaço ao diálogo.
Acreditamos que o caminho para o entendimento não passa por evitar o conflito, mas sim por resolvê-lo."
Hoje
Estávamos mesmo de saída, quase quase. Quando de repente, o P vem ter comigo e de pé, impávido e sereno, começa a vomitar.
Simplesmente regurgitou o pequeno almoço, já meio digerido. Sujou-se de alto a baixo e começou a ficar aflito não de dor, mas de surpresa. E eu também. Trocamos a roupa, dei-lhe um banho e quando ele já parecia completamente bem, porque manteve sempre a boa disposição, voltou a vomitar.
E quando eu já tinha decidido fazer "gazeta" hoje, ainda vomitou uma terceira vez.
Gastroenterite? Leitinho que lhe caiu mal?
Ainda não sei... Mas agora dorme a sesta, com um suminho de mel, uma maçã assada e algumas bolachinhas a aguentarem-se como campeões dentro da sua barriguinha.
Isso é presente que se dê à mãe?
Aiai, happy birthday to me?
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
{Insta do Dia}
O primeiro "fim de tarde" do ano aconteceu mesmo antes de fecharmos Janeiro.
E foi muito bom. Estava frio mas não gelado, o meu vanilla sky estava um estrondo, o Pedro um amor de até dar a mãozinha para passearmos e fiquei com este frame a lembrar tudo isto.
Os dois dias de diabinho da tasmânia passaram, por hoje. Às vezes ele tem dias assim, durante dois dias é diabólico, parece que apenas para nos ouvir ralhar, certificar-se que os castigos continuam lá, que os limites não mudaram de sítio e que se ele sair da linha, está tramado.
E no dia seguinte, acorda apenas taralhoco e casmurro, o seu usual self.
E absolutamente amoroso e engraçado e brincalhão e falador, cheio de olhares e mãozinhas. O meu amor Pequinho.
Endometriose
Bem, esta parece a semana do guest post, mas garanto-vos, não estou de férias muito menos aborrecida com a escrita! Os dias têm andado a correr a mil, mas sempre com o vento a favor precisamente dos meus projectos preferidos (estas minhas Maravilhas e os meus Cavalinhos adorados), just you wait!
O importante agora, e por isso mais este post que não veio das minhas teclas, é que não quero deixar passar a oportunidade que me foi dada pela MulherEndo para divulgar uma doença que, apesar de afectar muitas mulheres e poder causar problemas irreversíveis, é muito desconhecida no nosso país.
A Endometriose.
Aqui fica a minha parte, a da divulgação:
Sendo esta uma doença que
pode ser controlada quando diagnosticada, seja por via cirúrgica ou
medicamentosa, é importante estar atento aos seus sinais, dar-lhes o
devido valor e consultar um especialista na doença.
O importante agora, e por isso mais este post que não veio das minhas teclas, é que não quero deixar passar a oportunidade que me foi dada pela MulherEndo para divulgar uma doença que, apesar de afectar muitas mulheres e poder causar problemas irreversíveis, é muito desconhecida no nosso país.
A Endometriose.
Aqui fica a minha parte, a da divulgação:
A Endometriose é uma doença muito
comum que afecta 1 em cada 6 mulheres que estão na idade reprodutora.
Cerca de 80% destas mulheres apresentam como principal sintoma a Dor. As
restantes 20% apresentam em primeiro lugar infertilidade.
Esta é uma doença feminina
socialmente expressiva devido ao impacto que causa na vida da mulher, no
entanto, é ainda muito pouco conhecida e divulgada em Portugal. Para
além do desconhecimento da sociedade de um modo geral, são poucos os
especialistas devidamente qualificados para lidar com esta patologia o
que leva a que em média o seu diagnóstico demore cerca de 8 anos.
O endométrio é a parte do
revestimento interno do útero que no ciclo menstrual sofre um processo
cíclico de regeneração e descamação provocando a menstruação. Quando as
células que compõem o endométrio se encontram fora da parte interna do
útero e se implantam noutros locais dá-se o processo de Endometriose.
A Endometriose é uma doença
progressiva que pode levar ao mau funcionamento de vários órgãos e
provocar quadros de dor muito elevados o que impede muitas mulheres de
fazerem a sua vida de forma normal.
Quando a Endometriose está num
estado inicial estas alterações são sentidas com mais intensidade apenas
durante o período menstrual, no entanto, com o passar dos anos e o
evoluir da doença são muitos os casos em que a mulheres sentem
alterações e perdem a sua qualidade de vida antes, durante e após a
menstruação.
Sintomas
Dor abdominal
Esta
dor pode ser sentida antes, durante e após a menstruação. Na maioria
dos casos são dores muito fortes, que causam muito desconforto e que
muitas vezes impedem a mulher de estar na posição vertical, sentido
necessidade de se "encolher" ou deitar na posição "fetal".
Alterações intestinais
Um
dos muitos sintomas da Endometriose são as alterações intestinais. As
alterações referidas podem variar entre estados de diarreia e
obstipação. São muitos os casos em que os dois sintomas aparecem no
mesmo dia, com diferença de poucas horas. Este sintomas são geralmente
acompanhados de cólicas fortes. Para além do referido, em algumas
mulheres ocorre libertação de muco intestinal que é também muito
incomodativo, bem como de sangue nas fezes.
Dor nas relações sexuais
Infelizmente,
o acto sexual nem sempre é sinónimo de prazer. Para muitas das
portadoras de Endometriose a dor durante as relações sexuais é bastante
comum. A dor profunda e intensa na penetração deve-se essencialmente à
existência de tumores de Endometriose no septo recto-vaginal ou nos
ligamentos útero-sagrados (ligamentos posteriores do útero). Nas
mulheres que também sofrem igualmente de síndrome do cólon irritável a
dipareunia é um dos sintomas típicos.
Cansaço extremo
São
muitas as mulheres com Endometriose que se queixam de cansaço anormal e
injustificado. Um sono pouco reparador que leva a "acordar já cansada",
sensação de corpo quebrado e pernas muito pesadas sem um motivo
aparente são apenas algumas das queixas referidas pelas pacientes com
Endometriose. Existem vários casos em que associada à Endometriose surge
a Fibromialgia, não havendo ainda muitos estudos significativos neste
campo.
Menstruação Abundante e Irregular
Muitas das mulheres com Endometriose que não tomam a pílula anti-concepcional nem usam qualquer dispositivo, apresentam uma menstruação com um fluxo demasiado abundante que dura vários dias. São também vários os casos em que o período menstrual é muito irregular, chegando a mulher com Endometriose a não menstruar durante dois meses.
Problemas de Rins/ Bexiga
A Endometriose pode também causar alterações ao nível da bexiga e dos rins. Infeções urinárias frequentes, com possível sangramento na urina (hematúria), durante ou fora do período menstrual e dor ao urinar (disúria) são os sintomas mais frequentes. Estes sintomas podem ser acompanhados de febre moderada. Estas alterações são muitas vezes descritas como "peso nos rins". Em casos menos frequentes a endometriose ao invadir os ureteres, pode levar à paragem total e irrecuperável dos rins.
Muitas das mulheres com Endometriose que não tomam a pílula anti-concepcional nem usam qualquer dispositivo, apresentam uma menstruação com um fluxo demasiado abundante que dura vários dias. São também vários os casos em que o período menstrual é muito irregular, chegando a mulher com Endometriose a não menstruar durante dois meses.
Problemas de Rins/ Bexiga
A Endometriose pode também causar alterações ao nível da bexiga e dos rins. Infeções urinárias frequentes, com possível sangramento na urina (hematúria), durante ou fora do período menstrual e dor ao urinar (disúria) são os sintomas mais frequentes. Estes sintomas podem ser acompanhados de febre moderada. Estas alterações são muitas vezes descritas como "peso nos rins". Em casos menos frequentes a endometriose ao invadir os ureteres, pode levar à paragem total e irrecuperável dos rins.
Falta de apetite/Enjoos
Durante o período menstrual para as mulheres que sofrem de Endometriose, é também normal sentir alguns enjoos e perder o apetite. Ambas as alterações podem ser consequência das fortes dores provocadas pelos sintomas anteriormente referidos.
Durante o período menstrual para as mulheres que sofrem de Endometriose, é também normal sentir alguns enjoos e perder o apetite. Ambas as alterações podem ser consequência das fortes dores provocadas pelos sintomas anteriormente referidos.
Infertilidade
Apesar
de ainda tão desconhecida a Endometriose é uma das maiores causas de
Infertilidade feminina. Muitos são os casos em que a Endometriose só é
diagnosticada após a procura da causa da infertilidade.
Outros sintomas
Para além de todos os sintomas abordados anteriormente, algumas mulheres apresentam ainda barriga inchada, dores/picadas nos ombros, dificuldades respiratórias e ciatalgias.
Para além de todos os sintomas abordados anteriormente, algumas mulheres apresentam ainda barriga inchada, dores/picadas nos ombros, dificuldades respiratórias e ciatalgias.
Ausência de Sintomas
É
de salientar ainda que, enquanto a grande maioria das mulheres que
sofre de Endometriose apresenta grande parte dos sintomas referidos há
uma pequena percentagem que, de forma inexplicável, não apresenta
qualquer sintoma.
Para além da dor física as
mulheres portadoras de Endometriose apresentam um sofrimento psicológico
muito elevado. Sendo esta uma doença desconhecida e pouco valorizada
pela sociedade de um modo geral, as suas portadoras são pouco
compreendidas pelos seus familiares e amigos.
São ainda muitos os casos em que
estas mulheres para além de viverem com dores agonizantes, se vêm
obrigadas a “saltar” de médico em médico na procura de um diagnóstico e
de respostas para um quadro que nada tem de normal, como muitos afirmam.
Diagnóstico
A
Endometriose pode ser diagnosticada com o auxilio de alguns exames
específicos tais como Ressonância Magnética, Clister Opaco ou
Colonoscopia, Ecografia Pélvia, entre outros. Normalmente os exames são
prescritos tendo em conta os sintomas apresentados pela doente.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
O ideal
O que o Ideal exige:
Que existam ambos, que estejam ambos presentes e sempre juntos.
O que os livros pedem:
Que existam ambos, que estejam ambos presentes, ainda que não juntos.
O que à felicidade deles basta:
Que exista um, que esteja sempre presente na sua vida.
Mi Blog es tu Casa
A história da vida de hoje retrata a dureza e o turbilhão emocional da passagem por um divórcio. Não escrevo "de" vida, porque estes episódios não definem a vida destas mulheres, elas aconteceram ou passaram por estas mulheres, ou podem fazer parte delas, mas não as definem.
Aqui fica,
Um Divórcio, o Meu Divórcio
Quando planeamos ter um filho, temos por base toda uma vida que é a que construímos. Primeiro, um casamento, ou um companheiro. Depois, uma casa. Finalmente um emprego. O que sucede quando tudo isso desaparece é ficarmos sem chão, com a vida roubada. E com um filho no meio.
Aqui fica,
Um Divórcio, o Meu Divórcio
Quando planeamos ter um filho, temos por base toda uma vida que é a que construímos. Primeiro, um casamento, ou um companheiro. Depois, uma casa. Finalmente um emprego. O que sucede quando tudo isso desaparece é ficarmos sem chão, com a vida roubada. E com um filho no meio.
Foi isso que sucedeu em 2012. Ao fim de uma relação longa, a separação. O meu filho tinha então sete meses.
Fui
eu que saí de casa. Lembro-me de entrar pela última vez naquela sala,
de uma casa adquirida pouco tempo, e onde era suposto envelhecer rodeada
de crianças. Fechei a luz, e saí. Arrastava um saco enorme, com a
banheira do meu filho, alguns brinquedos, e um grande buraco cá dentro.
Refugiada em casa dos meus pais, acordava todos os dias com uma sensação de um vazio e dor profunda. Como é que isto tinha acontecido? A
rapidez dos acontecimentos, do desmoronamento, ultrapassava qualquer
capacidade de compreensão. Ao mínimo choro do meu filho, passava-o para a
minha cama. Era eu quem necessitava disso, não ele. De sentir o quentinho do corpo, a respiração dele a aquecer-me o peito.
Nos primeiros tempos, o mundo dizia: ah, vocês vão voltar. E eu vivia dessa esperança. Ansiava sinais. Pode ser que ele assim sinta a minha falta. Pode ser que ele me peça para voltar. fazia as minhas escolhas em função disso. Mas nada. Silêncio. Só queria saber do bebé. Eu deixara de existir.
Entretanto, começa a busca por um outro sítio
para ir viver. Passei a ser a mulher recambiada em busca de um T2 para
arrendar. Recebida por casais em busca de casas maiores.
Encontrei
um apartamento. Com a ajuda de pais e irmãos, fiz as mudanças. Do pai
do meu filho, nenhuma reacção. A esperança de reconciliação aparecia
cada vez mais longínqua e improvável.
As reacções do mundo eram perturbadoras.Ninguém acaba uma relação tão longa assim, de um momento para o outro! E ainda mais com um bebé tão pequeno! E uma casa nova! O
mundo quer explicações, razões concretas. O mundo não se conforma. E
todas as explicações parecem pequenas na minha boca, perante a
enormidade da coisa. O mundo fica em choque. Mas vocês eram o casal perfeito!!!! De repente, sou eu a consolar o mundo, o mundo todo, do grande desgosto que o mundo sofreu por o meu conto de fadas ter terminado.
Nesses tempos, deixei de ser mãe. Os avós passaram a ser os pais .
Não conseguia encaixar o meu bebé naquela vida nova. Até podia
organizar-me para esquecer uma relação de décadas. Mas, o que fazia ao meu filho? Qual o lugar dele no meio daquilo tudo? Ele
pertencia a uma vida que já não existia. Olhava para ele e, mais uma
vez, sentia-me muito baralhada. Muito confusa. Assustada. Percebia que
ele ficara para sempre. Sentia-me culpada. Não conseguia ser mãe assim.
Se era para ser livre, procurar novas pessoas, o que fazer àquele pedaço
da vida antiga?
Os tempos que se seguiram oscilaram entre a depressão e uma euforia por estar semi-livre.
Um
dia comecei a olhar para uma pessoa que muito gostava de outra forma.
Uma pessoa que começou a lutar por mim. Por mim como mulher. Por mim
como mãe. Uma pessoa que valia mesmo a pena.
E eis que, então, ressurge o marido. Sem o admitir, sem o pedir expressamente, quer que eu volte. E
porque eu errei, mas tu também erraste. E porque temos de pensar no que
é o melhor para o bebé E porque me faz confusão ele passar a estar
mais tempo com outro homem do que comigo. E porque estás a ser egoísta,
Blá blá blá. Nunca me disse que me amava. Mas tocou sempre no meu ponto fraco: o melhor para o bebé era voltarmos. Foram muitos meses confusa. Sentia-me dividida entre o que seria melhor para o meu bebé e o que seria melhor para mim. Voltar para um casamento que me trouxera infelicidade, ou fazer o meu filho infeliz para toda vida por ter os pais separados? A confusão era enorme, perturbadora, barulhenta.
As opiniões divergiam. Ouvi que a felicidade do filho depende da felicidade da mãe.Ouvi que o valor da família se devia sobrepor. Ouvi que um divórcio nesta idade seria melhor que mais tarde. Ouvi que hoje em dia os casais não fazem esforço nenhum para estarem juntos. Ouvi que finalmente tinha alguém que me amava a sério. Ouvi que as crianças necessitam é de estabilidade.
Percebi que viver de acordo com as expectativas dos
outros só poderia trazer infelicidade. E assim optei pelo divórcio. E
pela pessoa que, afinal, me tinha salvo do precipício.
Mas o
pai do bebé não estava preparado para ser eu a decidir,muito menos
decidir aquilo. E assim começou mais uma etapa deste longo e excruciante
processo. Coisas que sempre ouvira, passei a sentir na pele. As pessoas
transfiguram-se, mesmo, com o divórcio. As pessoas usam, mesmo, os filhos como arma de arremesso.
Todos os dias discussões lancinantes ao telefone, em que frases como as seguintes eram proferidas: Tu é que queres o divórcio, não levas pensão de alimentos nenhuma, nem para ti nem para o bebé. Ah ficaste sem emprego? Pensasses nisso antes, Se
queres o divórcio, quero guarda alternada. Ou é assim, ou vamos para
litigioso. Quero-te ver no litigioso, vais andar anos amarrada a este
casamento.
Nesses momentos, tudo se diz, tudo se pondera, e quase ninguém ajuda. Pais de um lado: cala-me esse indivíduo e procura um advogado. Marido do outro: Temos de resolver tudo a bem, pelo bebé. Que é como quem dizia: ou é como eu quero, ou litigioso connosco.
E pelo bem do bebé, e pela ânsia de ver fim da coisa, lá se vão assinando papeis.
O mundo critica. Mas és tótó???? O bebé não tem pensão de alimentos? Mas és tótó? Ele fica com a casa? Mas és tótó? Ele fica com a mobília toda?
Mas o que interessa naquele momento é acabar com o pesadelo todo. Continuar com a vida para a frente. Voltar a ser mãe.
E
eu sabia que podia mudar tudo depois de ter o divórcio. Era essa a
minha meta. Acabar com aquilo tudo. E depois, se necessário, reponderar a
regulação do poder paternal.
O mundo ainda hoje critica muitas das minhas escolhas. O mundo diz que não lutei o suficiente. Que fui tótó. Que o bebé fica muito tempo em casa do pai. Que ele é muito pequenino para passar fins-de-semana sem a mãe.
E eu... eu ainda tenho muitas dúvidas.Estou a apalpar terreno
pantanoso com muito cuidado. A aprender, todos os dias, esta vida
nova. Aprender a ser divorciada. A tentar ler sinais no bebé, a tentar
perceber se ele sofre, se ele está bem. Ainda tenho muitas, muitas
marcas profundas de um ano com desilusões, mágoas, lutas, desconfianças.
Marcas que tento que não assombrem a minha nova relação. Também aí
estou a reaprender a ser namorada. Reaprender a ser mãe, quando era mãe
há tão pouco tempo. E aprender a ser mãe de uma nova família, com os
dois filhos dessa nova pessoa...
Com um filho, um divórcio nunca é total. Todos os
dias os pais têm de falar. Terá de haver sempre pequenas
concessões.Sempre decisões em conjunto. Tentar, a bem do bebé, o mínimo
de entendimento. Gerir um equilíbrio muito periclitante, entre o
respeito e o marcar da nossa posição.
Mas a vida está a recomeçar. Com a esperança de que seja melhor. Porque foi a que eu escolhi. Porque acredito que me fará feliz. E por isso será melhor também para o meu filho.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Giveaway AMDM & Create It
A Create It, em parceria com As Maravilhas, tem para oferecer DOIS fios às escolha de duas leitoras cheias de sorte! Há muitos modelos giros à escolha, para ir desde já namorando o que lhe pode calhar, veja aqui tantas propostas tão giras...
Para habilitar-se a ganhar, é simples, tal como sempre!
Basta gostar da Create Itonline e d' As Maravilhas da Maternidade, fazer partilha pública desta imagem abaixo (anúncio do giveaway) que vai estar disponível desde já na página do FB destas Maravilhas, e se quiser, deixar um comentário, só para sabermos que está a participar e ser mais fácil contactá-la!
Pode partilhar quantas vezes quiser, mas ATENÇÃO, respeite o máximo de 10 partilhas por participante!
Pode participar até dia 3 de Fevereiro, às 22:30 horas.
O sorteio será feito entre as partilhas públicas através do site random.org.
Boa sorte a tod@s!!
Para habilitar-se a ganhar, é simples, tal como sempre!
Basta gostar da Create Itonline e d' As Maravilhas da Maternidade, fazer partilha pública desta imagem abaixo (anúncio do giveaway) que vai estar disponível desde já na página do FB destas Maravilhas, e se quiser, deixar um comentário, só para sabermos que está a participar e ser mais fácil contactá-la!
Pode partilhar quantas vezes quiser, mas ATENÇÃO, respeite o máximo de 10 partilhas por participante!
Pode participar até dia 3 de Fevereiro, às 22:30 horas.
O sorteio será feito entre as partilhas públicas através do site random.org.
Boa sorte a tod@s!!
O meu cabelo
Cortar metade do meu cabelo foi das decisões mais acertadas que tomei nos últimos tempos, adorei o resultado, adoro o quanto é prático, fácil, refrescante para este início de ano.
Foi mesmo ano novo, cabelo novo!
O meu receio era que não gostasse de me ver, ou que o corte fosse muito senhoreco, que me envelhecesse, mas pelas reações, o efeito aparentemente é o contrário, tantas pessoas me dizem que pareço mais nova que às tantas tem o efeito perverso de me pôr a pensar "Mas antes eu tinha um ar assim tão envelhecido?!"
E no fim, é só cabelo... Volta a crescer...
Encontro imensa inspiração pelo Pinterest, francamente não tinha percebido que havia tantas propostas e ideias tão giras e tanta gente gira com este corte!
Agora só ando a braços com um pequeno grande "senão"...
Como é que eu faço para que as pontas não fiquem reviradas para fora, à menina boazinha??
É que todas as inspirações que recolho e todos os penteados que vejo e imediatamente exclamo "É mesmo assim que o quero!" definitivamente não têm as pontas reviradas para fora, não não! Ou são rectas, ou onduladas, ou viradas para dentro, ou despenteadas! E assim gosto muito! Mas pontas reviradas para fora? Not so much...
Eu já nem digo conseguir este ondulado tão descontraidamente perfeito e IMPOSSÍVEL na vida real (Magda, eu e a Olivia? Not in my wildest dreams, babe!!), mas pelo menos as pontas para dentro, um liso perfeitinho, que tal?
Chapinha aqui vou eu, não é?
E para quem precisa de um pequeno empurrão para fazer uma mudança mais ou menos radical, aqui ficam mais alguns exemplos de "antes e depois":
Quem se atira na tesourada?
E quem me dá uma dica infalível, help?!
Foi mesmo ano novo, cabelo novo!
O meu receio era que não gostasse de me ver, ou que o corte fosse muito senhoreco, que me envelhecesse, mas pelas reações, o efeito aparentemente é o contrário, tantas pessoas me dizem que pareço mais nova que às tantas tem o efeito perverso de me pôr a pensar "Mas antes eu tinha um ar assim tão envelhecido?!"
E no fim, é só cabelo... Volta a crescer...
Encontro imensa inspiração pelo Pinterest, francamente não tinha percebido que havia tantas propostas e ideias tão giras e tanta gente gira com este corte!
Agora só ando a braços com um pequeno grande "senão"...
Como é que eu faço para que as pontas não fiquem reviradas para fora, à menina boazinha??
É que todas as inspirações que recolho e todos os penteados que vejo e imediatamente exclamo "É mesmo assim que o quero!" definitivamente não têm as pontas reviradas para fora, não não! Ou são rectas, ou onduladas, ou viradas para dentro, ou despenteadas! E assim gosto muito! Mas pontas reviradas para fora? Not so much...
Eu já nem digo conseguir este ondulado tão descontraidamente perfeito e IMPOSSÍVEL na vida real (Magda, eu e a Olivia? Not in my wildest dreams, babe!!), mas pelo menos as pontas para dentro, um liso perfeitinho, que tal?
Chapinha aqui vou eu, não é?
E para quem precisa de um pequeno empurrão para fazer uma mudança mais ou menos radical, aqui ficam mais alguns exemplos de "antes e depois":
Quem se atira na tesourada?
E quem me dá uma dica infalível, help?!
Dia Não
Há dias muito bons, há dias bons, há dias normais, há dias maus.
Porque é que temos tendência a registar de imediato os dias maus?
Talvez porque os dias bons estão a ser vividos e aproveitados e ficam na memória e não há bem palavras que os descrevam, já os dias maus devem ser expiados, para pôr tudo cá para fora e afugentá-los com o verbo... Talvez.
Certo é que este dia ainda mal começou e já sei que é dia Não e que tenho de pôr cá para fora coisas desde já, a ver se falando nele me ponho em perspectiva e afugento novos desenvolvimentos...
Começamos logo com obras no vizinho às 7:40 da madrugada. E a vizinha rezingona entrou desde logo ao serviço e teve de abrir janelas de par em par e pôr-se com "Desculpe!, ainda não são 8 da manhã, não se pode fazer este barulho..." ainda mal tinha acordado.
Detesto ser a vizinha rezingona, detesto ter de chamar a atenção para os meus direitos e ainda sentir-me uma chata, uma empatas, mas o certo é que comecei logo com a manhã torta. E às 8 em ponto, martelo pneumático em cima, que é para ver como elas moem...
Depois, excelentíssimo filho também parece estar em dia Não. Molhou-se todo a lavar os dentes, teimou comigo em tudo, fugiu do gorro, do casaco, ficou de castigo, fugiu do castigo, queria colo, sentou-se no chão da rua, não queria entrar no carro, não queria sentar-se na cadeirinha, arrancou gorro, TUDO. Tudo o que havia para fazer, fez e sempre a chorar. Avisei desde logo querida educadora que estávamos ao rubro, mão nele!
No meio de toda esta confusão obviamente esqueci o pacote de fraldas novas em casa e obviamente lá foi mãe extremosa tratar de as trazer. Quando chego à escola munida de fraldas, com o que é que me deparo?
Senhor Pedro no castigo nº 3 do dia, porque desobedeceu às educadoras e estava armado em diabo da Tasmânia pela sala. Estava a pensar na vida, a arrefecer ânimos. Pela terceira vez, ainda a manhã não tinha dois dígitos.
Eu estava atrasada mais atrasada fiquei, trouxe as fraldas e dei mais uma descompostura no meu diabinho de trazer por casa. E ele desatou a chorar, mais uma vez, muito ofendido, como só ele sabe chorar quando se sente muito ofendido... por se ter portado mal, estar de castigo e levar ralhete. Muito ofendido.
Já temos dose de "Não" por hoje ou este dia ainda promete mais animação?
Porque é que temos tendência a registar de imediato os dias maus?
Talvez porque os dias bons estão a ser vividos e aproveitados e ficam na memória e não há bem palavras que os descrevam, já os dias maus devem ser expiados, para pôr tudo cá para fora e afugentá-los com o verbo... Talvez.
Certo é que este dia ainda mal começou e já sei que é dia Não e que tenho de pôr cá para fora coisas desde já, a ver se falando nele me ponho em perspectiva e afugento novos desenvolvimentos...
Começamos logo com obras no vizinho às 7:40 da madrugada. E a vizinha rezingona entrou desde logo ao serviço e teve de abrir janelas de par em par e pôr-se com "Desculpe!, ainda não são 8 da manhã, não se pode fazer este barulho..." ainda mal tinha acordado.
Detesto ser a vizinha rezingona, detesto ter de chamar a atenção para os meus direitos e ainda sentir-me uma chata, uma empatas, mas o certo é que comecei logo com a manhã torta. E às 8 em ponto, martelo pneumático em cima, que é para ver como elas moem...
Depois, excelentíssimo filho também parece estar em dia Não. Molhou-se todo a lavar os dentes, teimou comigo em tudo, fugiu do gorro, do casaco, ficou de castigo, fugiu do castigo, queria colo, sentou-se no chão da rua, não queria entrar no carro, não queria sentar-se na cadeirinha, arrancou gorro, TUDO. Tudo o que havia para fazer, fez e sempre a chorar. Avisei desde logo querida educadora que estávamos ao rubro, mão nele!
No meio de toda esta confusão obviamente esqueci o pacote de fraldas novas em casa e obviamente lá foi mãe extremosa tratar de as trazer. Quando chego à escola munida de fraldas, com o que é que me deparo?
Senhor Pedro no castigo nº 3 do dia, porque desobedeceu às educadoras e estava armado em diabo da Tasmânia pela sala. Estava a pensar na vida, a arrefecer ânimos. Pela terceira vez, ainda a manhã não tinha dois dígitos.
Eu estava atrasada mais atrasada fiquei, trouxe as fraldas e dei mais uma descompostura no meu diabinho de trazer por casa. E ele desatou a chorar, mais uma vez, muito ofendido, como só ele sabe chorar quando se sente muito ofendido... por se ter portado mal, estar de castigo e levar ralhete. Muito ofendido.
Já temos dose de "Não" por hoje ou este dia ainda promete mais animação?
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Receita para Tudo
Quem costuma ler estas linhas que por aqui escrevo sabe que eu não sou muito chegada à cozinha e prendas domésticas em geral. Ainda me faltam muuuuitas milhas para obter o brevet de pilotagem de fogão, sou uma nódoa doméstica, basicamente...
Assim, tudo quanto venha facilitar ou tornar mais prazeirosa a batalha que todos os dias travo com a famigerada pergunta "O que vai ser o jantar?" é mais que bem-vindo. Se vier sob forma de receitas saudáveis, fáceis e apetitosas melhor. Se vier com o selo de qualidade da amizade e conhecimento in loco, perfeito!
Pois que em Dezembro de 2012 uma amiga de infância criou um site sobre comida vegetariana, o Receita para Tudo, que é uma autêntica DELÍCIA! Eu já tinha deixado um aperitivo no Facebook na semana passada, mas aqui fica mais uma sugestão tão fácil e saudável, que até eu faço brilharete!
Eu não estou de todo habituada a fazer pão caseiro. É uma coisa que tenho curiosidade em fazer, e tendo uma Bimby, dizem que é um instante, mas nunca calhou. O poder da inércia é tramado...
Mas esta receita de Pão de Alfarroba muito provavelmente vai lançar-me nas artes da padaria homemade...
Este pão acabado de sair do forno deve ser um pecado... Parabéns Linda!
Assim, tudo quanto venha facilitar ou tornar mais prazeirosa a batalha que todos os dias travo com a famigerada pergunta "O que vai ser o jantar?" é mais que bem-vindo. Se vier sob forma de receitas saudáveis, fáceis e apetitosas melhor. Se vier com o selo de qualidade da amizade e conhecimento in loco, perfeito!
Pois que em Dezembro de 2012 uma amiga de infância criou um site sobre comida vegetariana, o Receita para Tudo, que é uma autêntica DELÍCIA! Eu já tinha deixado um aperitivo no Facebook na semana passada, mas aqui fica mais uma sugestão tão fácil e saudável, que até eu faço brilharete!
Eu não estou de todo habituada a fazer pão caseiro. É uma coisa que tenho curiosidade em fazer, e tendo uma Bimby, dizem que é um instante, mas nunca calhou. O poder da inércia é tramado...
Mas esta receita de Pão de Alfarroba muito provavelmente vai lançar-me nas artes da padaria homemade...
Este pão acabado de sair do forno deve ser um pecado... Parabéns Linda!
Sol de Inverno
A melhor parte do Inverno é o Sol de Inverno.
Mesmo quando o tempo está absolutamente gelado, aqueles raios de Sol límpidos, que aquecem assim que tocam a pele, que ofuscam o olhar, que nos enchem de energia e de certeza de que a Primavera não tarda, de que o Inverno não vai durar sempre, são tudo. São melhor parte do dia.
Sobretudo depois de dias sem fim de chuva e mau tempo.
Uns raios de Sol de repente e a nossa energia fica imediatamente renovada. É no Sol de Inverno que se pensa quando se diz que se gosta do Inverno. Não é na chuva, não é no vento. É nessa promessa de dias quentes, em pleno Inverno.
Tão bom...
Mesmo quando o tempo está absolutamente gelado, aqueles raios de Sol límpidos, que aquecem assim que tocam a pele, que ofuscam o olhar, que nos enchem de energia e de certeza de que a Primavera não tarda, de que o Inverno não vai durar sempre, são tudo. São melhor parte do dia.
Sobretudo depois de dias sem fim de chuva e mau tempo.
Uns raios de Sol de repente e a nossa energia fica imediatamente renovada. É no Sol de Inverno que se pensa quando se diz que se gosta do Inverno. Não é na chuva, não é no vento. É nessa promessa de dias quentes, em pleno Inverno.
Tão bom...
Os Livros de super do Pedro
Além da coleção de livros do Rato Renato, acontece em muitas das vezes em que vamos a supermercado trazermos um livro para o Pedro, mas de outras coleções. De facto, andamos a fazer uma coleção por supermercado.
No Pingo Doce, vamos fazendo a coleção de contos infantis da própria marca Pingo Doce.
No Continente, a coleção do Pedro.
A coleção do Pedro tinha tudo para dar certo. Um menino chamado Pedro, uma idade cheia de travessuras, acontecimentos e situações que também poderiam acontecer ao Pedro. No entanto, enquanto alguns números são giros - o "Pedro perdeu o coelhinho" é ótimo, ele passa uma noite animada sozinho com a avó enquanto os pais vão passear - há outros que acertam muito ao lado daquilo que queríamos retirar... Entre rufias maldosos recompensados com a subserviência do Pedro, lanches e pequenos-almoços cheios de doces e croissants ou exigências de ver televisão prontamente atendidas, ainda nos vemos a dar muitas voltas ao texto para que a moral da história nos agrade. Vale pelo fofo do pequeno protagonista e o seu fiel cão Ruby e o quanto o Pedro os ama. Ele ADORA o "outro Pêdo"...
A coleção de contos e fábulas infantis do Pingo Doce tem sido uma coleção muito gira de fazer. Cada livrinho pequenino vem com um cd com a história narrada e cantiga e uma história em livro que imediatamente nos remete para os contos da nossa infância. É uma boa forma de termos todos os contos infantis à mão do Pedro, em formato pequeno e adaptado às suas mãos e andamento. Como são tão baratos e fáceis de encontrar, além de maneirinhos, são a companhia ideal para as refeições ou para levar para a cama. O Pedro identifica todos os seus livros (de super, de livraria, oferecidos, pedidos, novos ou velhos, ele tem uma bibliotecária arquivadora dentro de si...) e estes não são excepção, não importa quanto a coleção cresça, ele sabe-os todos. Os livrinhos estão bem ilustrados, tendem a ser fiéis às versões originais, os cds são muito engraçados e a coleção tem mais de trinta títulos editados, escolha não falta e haja tempo para fazer a coleção!
Assim, a cada ida ao super connosco, sacamos mais um livrinho da prateleira, entre contos do Pingo Doce, Ratos Renato do Jumbo e aventuras do Pedro no Continente, o miúdo fica entretido pelo menos boa parte do tempo de compras, aumentamos a sua biblioteca que nunca será demasiado grande e a muito bom preço!
No Pingo Doce, vamos fazendo a coleção de contos infantis da própria marca Pingo Doce.
No Continente, a coleção do Pedro.
A coleção do Pedro tinha tudo para dar certo. Um menino chamado Pedro, uma idade cheia de travessuras, acontecimentos e situações que também poderiam acontecer ao Pedro. No entanto, enquanto alguns números são giros - o "Pedro perdeu o coelhinho" é ótimo, ele passa uma noite animada sozinho com a avó enquanto os pais vão passear - há outros que acertam muito ao lado daquilo que queríamos retirar... Entre rufias maldosos recompensados com a subserviência do Pedro, lanches e pequenos-almoços cheios de doces e croissants ou exigências de ver televisão prontamente atendidas, ainda nos vemos a dar muitas voltas ao texto para que a moral da história nos agrade. Vale pelo fofo do pequeno protagonista e o seu fiel cão Ruby e o quanto o Pedro os ama. Ele ADORA o "outro Pêdo"...
A coleção de contos e fábulas infantis do Pingo Doce tem sido uma coleção muito gira de fazer. Cada livrinho pequenino vem com um cd com a história narrada e cantiga e uma história em livro que imediatamente nos remete para os contos da nossa infância. É uma boa forma de termos todos os contos infantis à mão do Pedro, em formato pequeno e adaptado às suas mãos e andamento. Como são tão baratos e fáceis de encontrar, além de maneirinhos, são a companhia ideal para as refeições ou para levar para a cama. O Pedro identifica todos os seus livros (de super, de livraria, oferecidos, pedidos, novos ou velhos, ele tem uma bibliotecária arquivadora dentro de si...) e estes não são excepção, não importa quanto a coleção cresça, ele sabe-os todos. Os livrinhos estão bem ilustrados, tendem a ser fiéis às versões originais, os cds são muito engraçados e a coleção tem mais de trinta títulos editados, escolha não falta e haja tempo para fazer a coleção!
Assim, a cada ida ao super connosco, sacamos mais um livrinho da prateleira, entre contos do Pingo Doce, Ratos Renato do Jumbo e aventuras do Pedro no Continente, o miúdo fica entretido pelo menos boa parte do tempo de compras, aumentamos a sua biblioteca que nunca será demasiado grande e a muito bom preço!
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