INQUÉRITO!!!
Um pouquinho do seu tempo, posso?
Responda a esta pergunta sobre o que gosta de ler neste blog, aqui:
OBRIGADA!!
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
Há dois anos...
Eu bem gostava de dizer que esperei o meu filho com serenidade, mostrar fotografias belas dos últimos dias, mostrar fotografias dos últimos dias de todo (!), lembrar com saudade e nostalgia a minha barriga, mas...
pensando nos últimos tempos, maxime nos últimos dias, não posso, sinto muito...
A minha gravidez foi absolutamente normal: não tive nenhum susto, sempre me senti bem e o bebé também, tive os meus encontros imediatos com a Porcelanosa, os nérvus em franja do meu nervo ciático, os meus desconfortos e faltas de posição à medida que o Pedro crescia. Nada de mais e nada de que me queixasse muito, que eu nem gosto de ver aproveitar a gravidez para desatar um rol de queixas e queixinhas e queixumes mimimi.
Mas em finais de Setembro, e depois de um fim-de-semana em viagem e um dia de trabalho mais puxado, o meu corpo disse "Sayonara!" e abandonou-nos à nossa sorte. A mim e ao meu filho que ainda nem tinha nascido, coitadinho.
Faltavam vinte dias para as quarenta semanas e as dores de costas insuportáveis que pareciam contrações de parto, eram só contrações, ponto. O primeiro alarme falso tinha sido diagnosticado, às 10 da noite. Um dia mais cansativo, dores normais de fim de gestação. No dia seguinte estaria melhor.
Ehr, não.
Primeira noite em claro a fazer o ritual de preparação para o parto de que tanto tinha ouvido falar nas aulas de preparação para o parto.
Na manhã seguinte, depois de mais uma visita ao hospital e respectiva volta a casa sem novidades (alarme falso #2), deixei-me estar sossegada em casa, a ver se as dores nas costas, na barriga, o aperto, a falta de ar, o estalar da barriga, a pele esticada e irritada, as pernas dormentes, enfim, só coisas maravilhosas, passavam.
Mas não. Eu não encontrava posição para dormir, passei dez dias (10 inteiros!) a tentar dormir no chão porque na cama era totalmente impossível. A tentar dormir sentada, porque deitada era impossível. Só conseguia dormitar, porque assim que adormecia, já o corpo se queixava que tinha de mudar de posição e ia tudo ao ar.
Passei dez dias da minha vida sem dormir mais de vinte minutos, sem dormir profundamente, a mudar entre chão e sofá, sem conseguir endireitar-me, sem andar como deve ser, a cansar-me cada vez mais. Perdi o apetite, perdi o bom humor, perdi a paciência.
A pior altura do dia eram as horas da madrugada, em que todo o mundo dormia, menos eu, que estava a morrer de cansaço, mas a morrer de dores. Eu vivia uma sessão interminável de tortura de sono chinesa, porque ainda por cima tinha uma bola medicinal na barriga e mais treze quilos no lombo (e o meu bebé apertadinho no meio daquilo tudo, coitadinho...), pelo que as drogas que poderia tomar para aliviar a dor eram rebuçados, não valiam nada. E eu bem as tomei, não fui nada esquisita.
E o meu filho embrulhado no meio disto tudo, dentro de um corpo que tinha desertado de nós, comida que mal vinha, energias frustradas e frustrantes da mãezinha e drogas leves.
Foi horrível. Eu reviro os olhos às grávidas que passam a vida a queixar-se de tudo e de nada, mas estes meus últimos dez dias de gravidez foram horríveis. Eu chorava de dores e frustração, porque só queria que aquilo acabasse de vez, que o Pedro nascesse bem e rápido e eu me livrasse daquela barriga de vez. Começava a preocupar-me seriamente com as repercussões no meu filho daquilo que me andava a acontecer.
O meu corpo estava literalmente a rebentar pelas costuras. Quando finalmente rebentou, foi um alívio. Quando eu, deitada no sofá muito paradinha, senti um "poc" pensei, "Rebentou um músculo na barriga, agora é que me fui de vez".
Mas não, eram as membranas. Eu nunca corri tão rapidamente para a casa-de-banho. E nunca dei tantos pulinhos de alegria com uma barriga tão grande.
É que dei mesmo. Quando vi que tinham rebentado as águas, que daí a 24 horas no máximo o meu filho estaria nos meus braços e não esmagado dentro da minha barriga, que miraculosamente me tinham passado todas as dores, só podia dar saltinhos de alegria.
O milagre do desaparecer das dores chamava-se perda de pressão e eu ia perder muito mais e ganhar um mundo novo.
A pior parte do parto foram os dez últimos dias de gravidez. Não sei se por causa de tantas dores anteriores, se da adrenalina, se das drogas, só sei que as horas de dilatação foram um passeio na praia, o parto foi um instante, a fase de expulsão durou dois "faça força agora!!" (não mais de dois minutos, juro, correu mesmo bem).
Dez horas depois de saltar do sofá tinha o meu Pedro no meu colo.
Saudades da barriga, nostalgia da gravidez, amnésia dos piores momentos?
Peço imensa desculpa, NÃO
Estamos muito melhor assim, cada vez mais.
pensando nos últimos tempos, maxime nos últimos dias, não posso, sinto muito...
A minha gravidez foi absolutamente normal: não tive nenhum susto, sempre me senti bem e o bebé também, tive os meus encontros imediatos com a Porcelanosa, os nérvus em franja do meu nervo ciático, os meus desconfortos e faltas de posição à medida que o Pedro crescia. Nada de mais e nada de que me queixasse muito, que eu nem gosto de ver aproveitar a gravidez para desatar um rol de queixas e queixinhas e queixumes mimimi.
Mas em finais de Setembro, e depois de um fim-de-semana em viagem e um dia de trabalho mais puxado, o meu corpo disse "Sayonara!" e abandonou-nos à nossa sorte. A mim e ao meu filho que ainda nem tinha nascido, coitadinho.
Faltavam vinte dias para as quarenta semanas e as dores de costas insuportáveis que pareciam contrações de parto, eram só contrações, ponto. O primeiro alarme falso tinha sido diagnosticado, às 10 da noite. Um dia mais cansativo, dores normais de fim de gestação. No dia seguinte estaria melhor.
Ehr, não.
Primeira noite em claro a fazer o ritual de preparação para o parto de que tanto tinha ouvido falar nas aulas de preparação para o parto.
Na manhã seguinte, depois de mais uma visita ao hospital e respectiva volta a casa sem novidades (alarme falso #2), deixei-me estar sossegada em casa, a ver se as dores nas costas, na barriga, o aperto, a falta de ar, o estalar da barriga, a pele esticada e irritada, as pernas dormentes, enfim, só coisas maravilhosas, passavam.
Mas não. Eu não encontrava posição para dormir, passei dez dias (10 inteiros!) a tentar dormir no chão porque na cama era totalmente impossível. A tentar dormir sentada, porque deitada era impossível. Só conseguia dormitar, porque assim que adormecia, já o corpo se queixava que tinha de mudar de posição e ia tudo ao ar.
Passei dez dias da minha vida sem dormir mais de vinte minutos, sem dormir profundamente, a mudar entre chão e sofá, sem conseguir endireitar-me, sem andar como deve ser, a cansar-me cada vez mais. Perdi o apetite, perdi o bom humor, perdi a paciência.
A pior altura do dia eram as horas da madrugada, em que todo o mundo dormia, menos eu, que estava a morrer de cansaço, mas a morrer de dores. Eu vivia uma sessão interminável de tortura de sono chinesa, porque ainda por cima tinha uma bola medicinal na barriga e mais treze quilos no lombo (e o meu bebé apertadinho no meio daquilo tudo, coitadinho...), pelo que as drogas que poderia tomar para aliviar a dor eram rebuçados, não valiam nada. E eu bem as tomei, não fui nada esquisita.
E o meu filho embrulhado no meio disto tudo, dentro de um corpo que tinha desertado de nós, comida que mal vinha, energias frustradas e frustrantes da mãezinha e drogas leves.
Foi horrível. Eu reviro os olhos às grávidas que passam a vida a queixar-se de tudo e de nada, mas estes meus últimos dez dias de gravidez foram horríveis. Eu chorava de dores e frustração, porque só queria que aquilo acabasse de vez, que o Pedro nascesse bem e rápido e eu me livrasse daquela barriga de vez. Começava a preocupar-me seriamente com as repercussões no meu filho daquilo que me andava a acontecer.
O meu corpo estava literalmente a rebentar pelas costuras. Quando finalmente rebentou, foi um alívio. Quando eu, deitada no sofá muito paradinha, senti um "poc" pensei, "Rebentou um músculo na barriga, agora é que me fui de vez".
Mas não, eram as membranas. Eu nunca corri tão rapidamente para a casa-de-banho. E nunca dei tantos pulinhos de alegria com uma barriga tão grande.
É que dei mesmo. Quando vi que tinham rebentado as águas, que daí a 24 horas no máximo o meu filho estaria nos meus braços e não esmagado dentro da minha barriga, que miraculosamente me tinham passado todas as dores, só podia dar saltinhos de alegria.
O milagre do desaparecer das dores chamava-se perda de pressão e eu ia perder muito mais e ganhar um mundo novo.
A pior parte do parto foram os dez últimos dias de gravidez. Não sei se por causa de tantas dores anteriores, se da adrenalina, se das drogas, só sei que as horas de dilatação foram um passeio na praia, o parto foi um instante, a fase de expulsão durou dois "faça força agora!!" (não mais de dois minutos, juro, correu mesmo bem).
Dez horas depois de saltar do sofá tinha o meu Pedro no meu colo.
Saudades da barriga, nostalgia da gravidez, amnésia dos piores momentos?
Peço imensa desculpa, NÃO
Estamos muito melhor assim, cada vez mais.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
B-A - BA das festas: Os jogos V
Sobretudo para as crianças a partir dos quatro anos, pensar com antecedência em algumas actividades ou jogos pode ser uma boa estratégia para manter alguma sanidade numa festa cheia de miúdos.
Quando são poucos e novinhos, mais vale deixá-los simplesmente rodeados de brinquedos num ambiente mais ou menos circunscrito e vigiado, quando muito providenciar uns cadernos ou desenhos de colorir para se manterem entretidos individualmente... Mas quando são mais velhos, se não se quer deixar a casa totalmente entregue à imaginação deles, mais vale puxarmos nós pela nossa!
E não é preciso nada de especial, com recurso a pouca coisa e tempo é possível organizar joguinhos giros. Vistos aqui, claro!
Os Clássicos
Com um pouco de imaginação podemos adaptar os jogos tradicionais que tão bem conhecemos ao tema da festa, caso haja algum. A cabra cega pode transformar-se na "Fada Madrinha procura a bruxa má" num tema de princesas. O jogo das cadeiras pode transformar-se num jogo das toalhas num festa na piscina. Em vez de se tentar colar a cauda ao burro pode tentar-se colar a tromba ao elefante (este ano não se justifica, mas é uma excelente ideia!!).
Aqui ficam outras ideias:
Corrida de Estafetas com Ovos
À "FUGIDA", a primeira criança de cada uma de duas equipas equilibra um ovo cozido numa colher, anda uns dez passos até um marco, contorna-o e volta para trás, para passar ao membro seguinte da equipa. A primeira equipa a acabar ganha.
Caça ao Tesouro
Uma espécie de pedi-paper para miúdos. Eles lêem e vão seguindo pistas que os levam à pista seguinte: "Vão à TV" - "Vão à caixa do correio" - "Procurem uma caixa amarela debaixo de uma cama", e por aí em diante, até encontrar o tesouro: uma caixa de alguma lambarice ou apitos, ou balões. Para exploradores que ainda não saibam ler, pode-se desenhar as pistas ou fotografá-las - um figorífico, a TV, um vaso.
Percurso de Obstáculos
Os pequenos convidados passam por uma série de desafios alinhados no jardim ou quintal: caminhar aos pares em três pernas, saltar ao pé-cochinho em oito à volta de duas cadeiras, rastejar debaixo de uma mesa de exterior, saltar dentro de sacos entre dois marcos, fazer um percurso num carrinho de mãos ou com os meninos a fazer de carrinho e outros a pegar nos pés. Ganha-se cada jogo e pode ainda haver o senhor do Universo, tipo decatlo olímpico!
Corrida de disfarces
Dois sacos contém cada um uma saia, camisa, chapéu, luvas e bijuteria. O primeiro miúdo de cada equipa vesta cada peça (todos os botões têm de ficar apertados!), pode ser fotografado (as meninas iam AMAR!) depois tira-os e volta a pô-los no saco. Depois é a vez do próximo membro da equipa fazer o mesmo. Ganha a equipa que for mais rápida a vestir e despir todos os seus membros.
Teatrinho
Para quem tenha um kit de bonecos de teatro em casa, vale a pena tentar mobilizar os miúdos a encenar um teatro para os crescidos. Ou se não houver bonecos, fazê-lo com meias, ou eles darem a cara como actores. Os miúdos ADORAM dar um espetáculo para os adultos, principalmente se houver adereços. Entre ensaios e enredo, entretém-nos por horas!
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Todos os meninos são homens pequeninos
O maridón é mundialmente conhecido e amplamente gozado por ser o maior deprimido no que toca a idades ou fazer anos. Devem ser resquícios do síndrome de Peter Pan...
Certo é que ele está sempre a dizer que está velho e acabado, faz um escândalo quando uma alminha lhe confessa ter 25 anos ("ninguém tem 25 anos, desaparece!"), e dá os pêsames a quem tem 37.
Pois que estou a ver que o Pedro vai pelo mesmo caminho. Quando se lhe pergunta quem vai fazer anos, a resposta sai despachada: a Pêdo! Mas quando, acto continuo, lhe perguntamos quantos anos faz, ele enfronha a carita e começa: "não, não"... respondemos por ele cheios de entusiasmo, dedos espetados e tudo, "dois dois dois" e ele vira-se, esbraceja, foge, até choraminga, "não não!!"
Esta juventude nunca está contente com o que tem, nem com a sua própria juventude. Começa cedo o síndrome de Perer Pan, espero que o paizinho esteja satisfeito!
Certo é que ele está sempre a dizer que está velho e acabado, faz um escândalo quando uma alminha lhe confessa ter 25 anos ("ninguém tem 25 anos, desaparece!"), e dá os pêsames a quem tem 37.
Pois que estou a ver que o Pedro vai pelo mesmo caminho. Quando se lhe pergunta quem vai fazer anos, a resposta sai despachada: a Pêdo! Mas quando, acto continuo, lhe perguntamos quantos anos faz, ele enfronha a carita e começa: "não, não"... respondemos por ele cheios de entusiasmo, dedos espetados e tudo, "dois dois dois" e ele vira-se, esbraceja, foge, até choraminga, "não não!!"
Esta juventude nunca está contente com o que tem, nem com a sua própria juventude. Começa cedo o síndrome de Perer Pan, espero que o paizinho esteja satisfeito!
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
{Dia 275}
A única vantagem das obras na entrada norte de Coimbra? Esta recepção maravilhosa!
E por mais vezes que eu cá venha, é sempre uma emoção!
Cortinados
Tínhamos de colocar cortinas na sala de estar. Esta nossa questão já vem bem de trás! Pois é, apenas agora esta novela encontra um final feliz...
Ora, se colocar cortinas nos quartos apenas exige um pater familias cheio de boa vontade e com algum jeitinho (check! e muito bem checkado, que o nosso pater familias é cada vez mais Querido!!), colocar cortinas numa sala de estar é outro campeonato.
Além disso, tínhamos dois probleminhas:
- o aparador (ENORME) parece ter sido feito à medida da parede que lhe foi destinada, mas uma medida saloia, porque ficou a dois centímetros do varandim da sala, o que torna a colocação das cortinas um problema.
- a janela não está no centro da sala, mas deixa parede de um lado e muita parede do outro.
Este era o antes:
A imagem possível, tirada ontem ao fim da tarde, à contra-luz...
Com o P completamente fora de órbita a ver o Panda...
Como o aparador fica a dois centímetros do varandim, colocar cortinas exigiria sempre passá-las atrás do aparador, porque as cortinas não podem acabar a rasar a moldura da janela. Para rasar a moldura da janela, é preferível recorrer a outra soluções, como painéis que se desloquem ou japonesas que se orientam na vertical. Querendo colocar cortinas (era o nosso caso), tínhamos três hipóteses:
1 - Dar os 20 centímetros da praxe para cada lado do varandim, emoldurando a janela de forma simples.
2 - Como a janela não está no centro, podíamos fazer a simetria com a parede menor. Na parede mais curta a cortina iria até o fim, na mais comprida, a cortina acabaria no mesmo comprimento da mais curta. Na prática, a cortina acabaria mais ou menos a meio do aparador, mas a simetria em termos de cortina/janela seria perfeita.
3 - Colocar cortina de um lado ao outro da parede, cobrindo tudo.
Decidimos pela terceira opção. À grande!
A segunda opção não me agradou, não gostei da ideia de a cortina acabar a meio do aparador. Ou bem que passava o mínimo possível, ou bem que passava tudo.
Gostámos desta última opção porque assim, além de termos as cortinas a cumprir a sua função na janela, também tínhamos a cortina como elemento decorativo, a cobrir toda a parede e a emoldurar também o aparador.
As cortinas tinham de ser brancas, sobretudo pelo domínio que um cortinado de parede iria ter, mas também porque queríamos a leveza e candura do branco, nada que pudesse ser cansativo ou dificultasse a entrada de luz na sala.
Eis o resultado:
A calha foi o mais subida possível e o mais comprida possível. Quis cobrir a parede TODA!
Pessoalmente, gosto de cortinas que sejam colocadas o mais alto possível e que rasem o chão (mas sem o tocar!), porque confere mais verticalidade, faz a sala parecer ter um pé direito mais alto e parecer sempre bastante mais espaçosa.
Fiquei super contente com o resultado, adorei a minha sala nova! É que as cortinas fazem mesmo toda a diferença numa divisão, numa casa, fica tudo transformado. As cortinas vestem a casa, MESMO!
Ora, se colocar cortinas nos quartos apenas exige um pater familias cheio de boa vontade e com algum jeitinho (check! e muito bem checkado, que o nosso pater familias é cada vez mais Querido!!), colocar cortinas numa sala de estar é outro campeonato.
Além disso, tínhamos dois probleminhas:
- o aparador (ENORME) parece ter sido feito à medida da parede que lhe foi destinada, mas uma medida saloia, porque ficou a dois centímetros do varandim da sala, o que torna a colocação das cortinas um problema.
- a janela não está no centro da sala, mas deixa parede de um lado e muita parede do outro.
Este era o antes:
A imagem possível, tirada ontem ao fim da tarde, à contra-luz...
Com o P completamente fora de órbita a ver o Panda...
Como o aparador fica a dois centímetros do varandim, colocar cortinas exigiria sempre passá-las atrás do aparador, porque as cortinas não podem acabar a rasar a moldura da janela. Para rasar a moldura da janela, é preferível recorrer a outra soluções, como painéis que se desloquem ou japonesas que se orientam na vertical. Querendo colocar cortinas (era o nosso caso), tínhamos três hipóteses:
1 - Dar os 20 centímetros da praxe para cada lado do varandim, emoldurando a janela de forma simples.
2 - Como a janela não está no centro, podíamos fazer a simetria com a parede menor. Na parede mais curta a cortina iria até o fim, na mais comprida, a cortina acabaria no mesmo comprimento da mais curta. Na prática, a cortina acabaria mais ou menos a meio do aparador, mas a simetria em termos de cortina/janela seria perfeita.
3 - Colocar cortina de um lado ao outro da parede, cobrindo tudo.
Decidimos pela terceira opção. À grande!
A segunda opção não me agradou, não gostei da ideia de a cortina acabar a meio do aparador. Ou bem que passava o mínimo possível, ou bem que passava tudo.
Gostámos desta última opção porque assim, além de termos as cortinas a cumprir a sua função na janela, também tínhamos a cortina como elemento decorativo, a cobrir toda a parede e a emoldurar também o aparador.
As cortinas tinham de ser brancas, sobretudo pelo domínio que um cortinado de parede iria ter, mas também porque queríamos a leveza e candura do branco, nada que pudesse ser cansativo ou dificultasse a entrada de luz na sala.
Eis o resultado:
A calha foi o mais subida possível e o mais comprida possível. Quis cobrir a parede TODA!
Pessoalmente, gosto de cortinas que sejam colocadas o mais alto possível e que rasem o chão (mas sem o tocar!), porque confere mais verticalidade, faz a sala parecer ter um pé direito mais alto e parecer sempre bastante mais espaçosa.
Fiquei super contente com o resultado, adorei a minha sala nova! É que as cortinas fazem mesmo toda a diferença numa divisão, numa casa, fica tudo transformado. As cortinas vestem a casa, MESMO!
terça-feira, 2 de outubro de 2012
{Dia 274}
Obrigada Hottie Fashion Accessories, adorei!
Para habilitar-se a ganhar uma de duas pulseiras Hottie Fashion Accessories, participe no nosso Giveaway, aqui.
Paixonite aguda
Há uns dias, em conversa com o maridón, comentava que a única coisa que tenha pena de perder por estar bem casada é aquele frisson de recém enamorada, a paixão pateta alegre dos inícios do início de um namoro, aquele tempo em que tudo é paixão mas ainda nem namoro é.
Realmente, nessa fase tudo é novo, tudo é perfeito, ficamos perdidos no olhar um do outro tempos perdidos. Os olhares são muito sérios e profundos e só pensamos coisas com flores pela primeira vez, pela única vez.
É a única coisa que tenho pena de nunca mais voltar a sentir, tendo-o sentido pela última vez há nove (NOVE NOVE ohmeudeus) anos, agora que estou bem casada e para toda a vida.
É que é um tempo que não se volta a repetir. Porque é tão bom, é tão emocionante, é uma adrenalina tão forte! É mesmo a paixão! Nós podemos continuar apaixonados, pode nascer algo muito maior que tudo isso que é o Amor, mas esse frisson, essa aventura, essa frescura de sentimento não volta, é um momento do tempo, tem o seu tempo e é fugaz, efémero, não dura.
Aquele meio minuto de momentos mágicos é a única coisa que tenho pena de não voltar a sentir.
E é apenas isso, pena. Porque não tenho vontade nenhuma de o voltar a sentir, não lhe sinto a falta. Tenho pena, mas estou noutro nível e não quero voltar atrás. Sentir isso significaria perder toda a minha vida construída e sinto que para o sentir agora não poderia estar como estou agora. Porque se eu saísse do que tenho agora para me pôr numa posição de o voltar a sentir teria de passar por tanta dor, por tanta revolução, que não sobraria nada de inocente e fresco para poder sentir esse frisson sem cinismo, sem desencanto. Voltar a sentir isso pelo maridón seria fazer tábua rasa de tanta coisa boa, de tanta coisa vivida, de tanta coisa que nós próprios curámos em nós. E teríamos de passar por tanta coisa novamente para chegarmos onde estamos agora. E ainda agora nos falta tanto para viver, tanta coisa pela qual ainda não passámos!
Há quem busque eternamente esse sentimento e se estampe vezes sem conta nesta vida. Há quem julgue que esse momento é que é o mais importante, que essa é a fase a prolongar e se desiluda muito e sofra muito porque "tudo mudou".
É uma fase muito gira, principalmente se for vivida com a pessoa certa, a que nos vai levar a todas as outras fases.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Descodificando
Quando não me deixa à beira do infanticídio (serenity NOW), o Pedro consegue ser bastante fofinho.
Todos os dias pipocam palavras novas, é muito divertido no que diz e na forma como o diz e no meio da sua algarviada, rimo-nos imenso das coisas que brotam da sua cabecita.
Qualquer palavra que nós dizemos e ele não domina, repete-lhe a última sílaba. "Cantiga" - "... ga!"
As suas frases têm início e fim, mas ele perde-se lá pelo meio. "A Dita ashgun calá pôco pato" Tradução: A Margarida tem um porco no sapato.
A palavra nova de hoje: "o pato coque" - O sapato Croc
Os sapatos são muito importantes na sua vida. Coitadinho, deve ser do nível rasteirinho...
Mas nada bate os animais: ele sabe TODOS os animais. E os que não sabe nomear, sabe identificar, nenhum lhe escapa. Os últimos foram o "quilo", o "tonti" e o "pinbim" (esquilo, rinoceronte e pinguim - upa upa!) e eu estou refém dele e da ditadura do écran mágico. Não me larga, passo o dia a desenhar pantis e leões, socorro! Eu nem sei desenhar leões, limito-me a desenhar um balão à volta do focinho de um gato... Ao menos descobri uma forma de desenhar pinguins espectacular, hei-de fotografar e postar no FB, me aguardem!
Todos os dias pipocam palavras novas, é muito divertido no que diz e na forma como o diz e no meio da sua algarviada, rimo-nos imenso das coisas que brotam da sua cabecita.
Qualquer palavra que nós dizemos e ele não domina, repete-lhe a última sílaba. "Cantiga" - "... ga!"
As suas frases têm início e fim, mas ele perde-se lá pelo meio. "A Dita ashgun calá pôco pato" Tradução: A Margarida tem um porco no sapato.
A palavra nova de hoje: "o pato coque" - O sapato Croc
Os sapatos são muito importantes na sua vida. Coitadinho, deve ser do nível rasteirinho...
Mas nada bate os animais: ele sabe TODOS os animais. E os que não sabe nomear, sabe identificar, nenhum lhe escapa. Os últimos foram o "quilo", o "tonti" e o "pinbim" (esquilo, rinoceronte e pinguim - upa upa!) e eu estou refém dele e da ditadura do écran mágico. Não me larga, passo o dia a desenhar pantis e leões, socorro! Eu nem sei desenhar leões, limito-me a desenhar um balão à volta do focinho de um gato... Ao menos descobri uma forma de desenhar pinguins espectacular, hei-de fotografar e postar no FB, me aguardem!
A vida {Dia 274}
My momma always said, "Life is like a box of chocolates. You never know what you're gonna get."
Mas se procurares bem e não desistires, talvez encontres o que tanto querias.
O Panti!
Giveaway Hottie Fashion Accessories & AMDM
Pois que começamos a semana com Sol e com um giveaway, YAY! Rima e é verdade ;)
As Maravilhas da Maternidade associou-se à Hottie Fashion Accessories para oferecer a DUAS leitoras uma pulseira em pele com um apontamento vintage no fecho, amorosas!
Temos para oferecer uma pulseira castanha escura com rosinha amarela e uma em cru com rosa cor-de-rosa, adaptam-se a qualquer estilo, são daquelas pulseiras que todos os dias vão parar ao pulso, super giras e versáteis!
Para habilitar-se a ganhar uma destas pulseiras, já sabem:
- Basta gostar das páginas do facebook da Hotties Fashion Accessories e d' As Maravilhas da Maternidade;
- Partilhar a imagem abaixo que estará publicada na página do FB destas Maravilhas de forma pública e quantas vezes quiser.
Em comentário à imagem podem já deixar a vossa preferência quanto à cor pretendida, caso ganhem. Se ambas as vencedoras escolherem a mesma cor ou não tiverem escolhido, tiramos à sorte quem leva qual.
Podem partilhar até o próximo dia 8 de Outubro, às 22 horas e o sorteio será feito entre as partilhas públicas (por isso não esqueçam de partilhar de forma pública, senão não é possível contabilizar a partilha, não esqueçam!!).
As Maravilhas da Maternidade associou-se à Hottie Fashion Accessories para oferecer a DUAS leitoras uma pulseira em pele com um apontamento vintage no fecho, amorosas!
Temos para oferecer uma pulseira castanha escura com rosinha amarela e uma em cru com rosa cor-de-rosa, adaptam-se a qualquer estilo, são daquelas pulseiras que todos os dias vão parar ao pulso, super giras e versáteis!
Para habilitar-se a ganhar uma destas pulseiras, já sabem:
- Basta gostar das páginas do facebook da Hotties Fashion Accessories e d' As Maravilhas da Maternidade;
- Partilhar a imagem abaixo que estará publicada na página do FB destas Maravilhas de forma pública e quantas vezes quiser.
Em comentário à imagem podem já deixar a vossa preferência quanto à cor pretendida, caso ganhem. Se ambas as vencedoras escolherem a mesma cor ou não tiverem escolhido, tiramos à sorte quem leva qual.
Podem partilhar até o próximo dia 8 de Outubro, às 22 horas e o sorteio será feito entre as partilhas públicas (por isso não esqueçam de partilhar de forma pública, senão não é possível contabilizar a partilha, não esqueçam!!).
Boa sorte a todas!!
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