INQUÉRITO!!!

Um pouquinho do seu tempo, posso?

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OBRIGADA!!

domingo, 27 de dezembro de 2009

Foi Natal

Eu não sou, de todo, a maior fã do Natal. De todo.
No entanto, este Natal teve um sabor muito especial. Por causa das novas aquisições da família.
Além da presença da piquena Rica Sobrinha II a abrilhantar a festa e a roubar sorrisos rasgados a cada esgar de meiguice, este foi o primeiro Natal passado com o meu maridão. Foi muito bom passar com ele estes dias em família e saber que este foi o primeiro de muitos Natais com ele. O meu maridão é o máximo e fez sucesso! Não passo sem ele.
Ainda por cima ofereceu-me um presentão com o qual não contava, mas que ele procurou e escolheu sabendo exactamente as minhas preferências e gostos. Se eu tivesse pedido não teria escolhido tão bem.

O Fofi mima-me.
O Fofi ama-me.
Amo o Fofi.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Quando a terra treme...

Ontem à noite estava eu sentadinha e sossegada no sofá com o computador ao colo, a abobrar pela net e a pensar pela centésima vez que era tardíssimo e tinha de me ir deitar, quando de repente sinto-me a baloiçar ligeiramente, como se estivesse com vertigens ou "ceguinha", o bebé do andar de baixo desata a chorar de susto e olho para o lado e o casaco pendurado na cadeira abana ao meu ritmo.
Tudo isto durante uns longos 10 segundos. Foi um sismo!
Já era a segunda vez que me acontecia, há uns anos atrás foi a mesma história, mas cheguei a duvidar. Claro que chamei pelo maridão e nada, já roncava... Fui acordá-lo de imediato para contar-lhe o sucedido e estarmos atentos a réplicas ou para o sismo principal e ele mandou-me passear... Enfim, belo pater familias!
Eu que queria deitar-me cedo, já estava para deitar-me tarde, acabei por ficar em alvoroço até às 3:00 horas da matina. Fiquei super adrenalinada, foi um excitex total!
Mais alguém sentiu?

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O Décor

A decoração do casório deu-nos as suas dores de cabeça, que não foram poucas! Não obstante, o resultado esteve à altura das expectativas, se não as superou, e até a chuva deu uma ajuda na decoração, ao menos isso! Quem tratou de tudo foram estes senhores, seguindo a nossa vibe e esquema de cores: branco, espelho, luz, flores brancas, verdes só de caules e algumas poucas folhas.
A minha parte preferida da decoração? A festa que ela emoldurou.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Babysitting

Sábado à noite, espinhosa missão: babysitting a Rica Sobrinha II para que os papás infiéis pudessem ir para a rambóia. Eu e o Tragédias maridão claro, vamos todos para parecermos muitos.
A minha irmã no dia anterior sonhou que eu deixava a sobrinha cair ao chão. Good grief... Efeitos deste post, ou conhecimento de causa? Seja como for, é cá uma confiança nas minhas capacidades, sinti-me do mais preparada para tal empreitada!
Anyway, nem pesadelos puderam separar a minha irmã e cunhadão da vadiagem, os Tragédias vieram pôr o olho à miúda e às 21:00 já tomavam conta do pedaço.

Ela ficou ainda desperta deitada no sofá, posição preferida, sozinha a olhar para o boneco, a mexer no penduricalho, a combater o sono virando a cabecita constantemente. Passados 10 minutos as pálpebras venciam. Eu tinha instruções rigorosas:
1. Levar a miúda para o berço apenas depois de adormecida, para não se dar conta de quem a leva para a cama.
2. Levar a miúda na horizontal e sem trepidações, para não despertar.
3. Não deixar a chupeta cair enquanto não estivesse ferrada na caminha dela, porque sem esse conforto inicial, era certo despertar e topar que não era a mamã que a punha na cama.
4. Mesmo que ela acordasse e até chorasse, a partir do momento em que fosse para o berço, chegávamos a um ponto de não retorno, não há volta para a sala, nem colo.
Bolas, isto ia ser complicado.
Assim que eu peguei nela e comecei a dar os primeiros passos, a miúda abriu os olhos, mas eu já estava em ponto de não retorno, continuei para o quarto. Ela ficou a olhar para mim desconfiada, não estava a perceber a cena, mas como já me conhece (hã, o poder...) escolheu não mandar vir. Chegadas ao quarto deitei-a na caminha e mantive a chupeta onde devia. Ela ia puxando a chupeta e ensaiando descontentamento, mas eu voltava à carga e ela voltava-se para o outro lado, começando novamente a combater o sono. Quando começava a cerrar os olhos, toca o telefone, era a minha mãe! Barulheira infernal! O maridão atendeu e vem passar-mo ao quarto! Are you stupid or something?! Claro que a L. despertou, enquanto o desgraçado me falava na sua voz cavernosa e eu o explusava do quarto em sussurros. Enfim, passados alguns minutos a cachopa fechou os olhos mais de dois segundos seguidos e eu nem a deixei voltar a abrir os olhos, fechei a luz do corredor e dei o baza.
Passados uns tempos fui ver como ela estava, afinal ainda não tinha voltado a manifestar-se. Cheguei perto e não se mexia, cheguei mais perto e nem a ouvia respirar. Cheguei AINDA mais perto e soltou um suspiro de "vida dura" e eu "Ohhhh..."
Meia hora depois ouvi-a choramingar, apesar do walkie-talkie não ter acusado nada (?) e fui a correr (eu sei que se deve dar um tempo para ver se o puto sossega por si, mas era a primeira vez que tomava conta de um e ele nem era meu, portanto eu posso ir a correr assim que se manifesta, ok?). Chupeta caída, L. triste pela perda do consolo, meti-lhe a chupeta na boca à terceira tentativa (estava escuro!) e tentei consolá-la com a minha doce voz, mas quanto mais falava, mais arregalada ficava (cara de "Quem é esta voz que me fala?"), nem eu sabia o que lhe é dito para consolo, portanto achei por bem calar-me e mais uma vez, dar o baza. E ela para lá ficou, voltou a adormecer.
Passado mais algum tempo chegam os pais desnaturados (JÁ??) e a nossa missão espinhosa estava terminada. "Nossa" porque o maridão deu um ajuda precisosa, a trazer-me o telefone ao quarto e a assistir muito concentrado um qualquer filme ranhoso, obrigada querido, sem ti não teria conseguido...

Enfim, foi uma valiosa primeira incursão no maravilhoso universo da maternidade. Claro que foi um incursão de três horas no mundo da miúda mais porreirinha das redondezas, mas foi uma incursão. Não houve momentos "Três Homens e Um Bebé", mas houve momentos de quase... não, não se passou mesmo nada de especial.
Do lado do maridão a coisa não fica mais interessante, a Rica Sobrinha I começa a dizer ADEUS aos pais quando os avós aparecem para visitar, de tal forma está habituada a ser despachada, pode-se com tal comportamento?? Enfim, estes miúdos só querem rambóia e fazem de tudo para a obter, até serem independentezinhos e bem comportados.

Pode ser que nós tenhamos um daqueles de "gancho", cheios de "personalidade", "quereres" e maus hábitos hehe. Bem, talvez seja melhor não cuspir para cima...

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

º =/= O MESMO!

Eu não digo que sou tragédias?

Hoje engoli um Folifer como quem engole um Minigeste, ou melhor, como eu engolia um Minigeste, sem água, tumba. Claro que o sacaninha se colou à minha garganta como uma lapa e eu quase ia sufocando com o bicho. O DRAMA. Cof Cof, cuspio-o cá para fora como quem vomita o quinto jarro de sangria. Chão, claro. E agora? Se passar por água vão todos os ferros e ácidos fólicos parar ao cano, se deitar fora, desperdiço um comprimido. Isso é que não, nem um nem outro, pelo meu rico neném! Dei-lhe uma sacudidela (que eu não sou nenhuma porca javarda) e agora sim, águinha para empurrar.
Ahhhh

Sai um Pulitzer para esta blogger!

Se eu neste espaço público blogo (logo, publico) artigos de opinião sobre as pequenas cenas da minha vidinha, que portanto são notícias públicas (ainda que sobre mim e quem sou eu?), significa que já estarei a habilitar-me a ganhar um Pulitzer? Isso é que era! Pena é estarem restritos aos States... Vamos ter de nos mudar, que maçada...

Se estas medalinhas não ficariam a matar no escritório, que bem...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

º =/= O

Eu tenho a mania que sou despachada e comigo é tudo sempre a andar. Literalmente. Resultado, por diversas vezes ia deslocando ombros que foram contra vãos das portas, risquei o meu veículo automóvel porque "paaassa, tás doido?!", caí escadas abaixo porque desço veloz como um raio carmim flamejante (mas as escadas da minha casa são assassinas, portanto a culpa não é toda minha), quase fiz mortais invertidos porque a manga do roupão ficou presa na maçaneta da porta e travou a minha corrida, dei valentes encontrões em jovens incautos, parti peças de loiça, até acabadinhas de oferecer, deixei cair pratos, talheres, comida, de tudo um pouco no chão, entalei e fiz entalar, and so on and so on. E as minhas cicatrizes? Venho coleccionando-as como troféus de guerra desde tenra idade. O maridão quando ouve CABRUM e a seguir um "Droga!", já nem liga, nem se levanta, só pergunta num tom entediado, "O que é que tu partiste agora, minha desgraçada?"

O pior é que o maridão não é o meu oposto, muito pelo contrário. Pode não ser tão desastrado como eu, mas é certamente mais distraído e desorganizado. Uma desgraça. Esquece tudo, anda sempre a correr de um lado para o outro, tem sempre mil coisas para fazer, o escritório é um pardieiro, a camisa está sempre com as fraldas de fora, a barba por fazer, o cabelo cavernoso, o carro é um acampamento de ciganos e ele sem tempo para essas coisas menores. Enfim. Tragédias, é o que nós somos.

Posto isto, pergunto-me quantas vezes irá filho meu aterrar de cabeça no chão. Só para a estatística. As sobrinhas ainda não sofreram nenhum deslize, mas a minha irmã não consegue disfarçar o pânico de cada vez que pego na minha rica sobrinha II e faço aviãozinho vrrumm. Ela deixa, mas lá vai dizendo que a miúda ainda tem os ossos frágeis e tal.

Ossos frágeis? Está bem , está. Filho meu tem de se pôr rijo num instante. É uma questão de sobrevivência.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

As Maravilhas da Maternidade

Ainda não comecei a fazê-lo, já penso em vesti-lo!

Valha-me Nossa Senhora das Desgraçadas Crónicas!

Massimo Dutti BabyMassimo Dutti baby Massimo Dutti Baby

H&M baby
H&M baby
H&M baby Lanidor baby
Lanidor baby


Em minha defesa, sempre direi que estas linhas são das marcas que eu própria visto, portanto caíram-me literalmente na sopa, sou uma vítima de bom marketing, estão aí no centro comercial mais próximo, não tenho culpa!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Banda Sonora de um Casamento


Cerimónia civil.
Desafio: encontrar músicas com a carga dramática necessária, mas com letras de final feliz. Há pilhas de músicas lindas, mas cuja letra ou não faz qualquer sentido, ou então retrata a maior fossa, do mais deprimente. Num casamento não pode ser, não é?
Desafio: encontrar músicas conhecidas, mas não batidas, de forma a despertar a nossa memória musical, mas sem que se pense imediatamente: "Outra vez?! Estes casórios são sempre a mesma coisa...".

Resultado: o primeiro desafio foi superado, todas as músicas nos eram muito queridas e transmitiam na perfeição a mensagem de amor e passarinhos a cantar e estamos todos tão felizes, com força e pujança.
O segundo desafio foi superado em pelo menos 60%. Apenas duas músicas seriam escolhas mais óbvias, a do fim da cerimónia e a do corte do bolo, por serem mais recentes e claramente comerciais. Mas a primeira era uma favorita do noivo (inacreditável, mas verdade, sim...) e a segunda era muito gira pá, tinha de ser... Apesar disso, as outras escolhas colmatam plenamente esse deslize na originalidade...

Enfim, chega de conversa, let's look at a trailler.

Mozart, Concerto Piano and Orchestra Nr. 20, Romance

Início da cerimónia. Lindo.

Sixpence None The Richer - Kiss Me (She's All That official music video)

Fim da cerimónia, início dos festejos...

Jefferson Starship-Nothing´s Gonna Stop Us Now

Entrada triunfal para a jantarada, a partir do início da segunda parte. I kid you not!

Etta James - At Last

Primeira dança... maravilhoso...

Ohhh, este vídeo estava tão giro e já não está disponível... Fica este link:

http://www.youtube.com/watch?v=uVI254QGSQ4

A Fine Frenzy: You Picked Me

Corte do bolo.
Et voilá! A nossa banda sonora.

Qual seria, ou foi, a vossa banda sonora?

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