INQUÉRITO!!!

Um pouquinho do seu tempo, posso?

Responda a esta pergunta sobre o que gosta de ler neste blog, aqui:


OBRIGADA!!

domingo, 30 de junho de 2013

To do list

 Cortar o cabelo
 Check

Fazer bolas de sabão
 Check

Jogar à bola
Check

 Ir a banhos
 Check

Regar as plantas
Check

Os afazeres de fim-de-semana de um miúdo não dão descanso! A ele e a ninguém!

Não há-de ele acabar assim...

sábado, 29 de junho de 2013

Miguel em K7 {Semana 24}

Esta semana passou lindamente!
Finalmente chegou o calor a sério e eu não me queixo! Apesar de o fim-de-semana passado ainda ter sido mais fraquinho, ainda assim deu para uma esplanada de praia (para verem mais dicas de grávidas na praia, podem ler o que andei a escrever aqui, no Blog My Baby Blue Blog).

E ao longo da semana ainda consegui um par de escapadelas à praia, com muito bom tempo e boa disposição, sabe tão bem!!



E Miguelito todo contente. Uma diferença entre esta e a gravidez anterior está no facto de o meu corpo se queixar muito menos. Apesar de ter tido mais enjoos, agora está tudo óptimo e queixo-me de menos dores no diafragma, que antes me doía ao fim de cinco minutos sentada, mesmo com pouco tempo de gravidez. Agora, sinto-omuito menos. Não sei se será da posição do bebé e da placenta, se será do meu corpo mais relaxado, mas seja como for, não me queixo!




quinta-feira, 27 de junho de 2013

Passeio de Moliceiro

Como em casa de ferreiro, espeto de pau, foi há muito pouco tempo que fomos, em família, dar uma volta de moliceiro. Já tinha andado outras duas vezes de moliceiro, mas com o Pedro, foi a primeira vez. Ele adorou, claro!
É um passeio que se pode lindamente fazer em família, há imensas pequenas empresas à beira canal ancoradas e por alguns euros por pessoa, há moliceiros a sair a todo o instante para dar uma volta pelos principais canais de Aveiro. É só escolher o seu e dar uma voltinha!
Com marcação prévia, é possível fazer voltas pela ria alargada, que duram mais tempo e são ainda mais interessantes e há companhias que alugam o moliceiro para grupos ou ainda para almoços, com tudo incluído.

Um programa a não perder, em Aveiro. Que pelo love do God, NÃO é a Veneza portuguesa, nem a  Amesterdão portuguesa, poupem-nos, que somos bem portugueses!

 Quem reparar na decoração dos moliceiros, sobretudo na lateral da proa (aqui não se vê), pode constatar que eles têm desenhos e por vezes nomes bastante malandrecos e sugestivos. É pitoresco, ninguém leva a mal rsrsrsrssr


 O nosso moliceiro vinha equipado com mantas para os clientes, que isto a Costa de Prata não perdoa!

 Pelo Canal de São Roque, um dos muitos canais de Aveiro.




Bons passeios!

Before Midnight, ou Cuidado, mais um pouco e transforma-se numa abóbora...


Há uns dias fomos ao cineminha ver este filme, que estava muito empolgada para ver.

Antes de avançar, SPOILER ALERT!!! Vou discorrer livremente sobre o filme, por isso, quem anda não viu e não quer saber, cuidado, estão por vossa conta!

Eu confesso que estava muito cansada nesse dia, por isso talvez precise de voltar a ver o filme para ter uma opinião mais consistente, mas as impressões com que fiquei desta primeira vez do terceiro filme, não foram as melhores... Talvez seja por ter visto este filme através do meu filtro próprio de alguém que está numa relação há milhões de anos e por isso o tenha visto inevitavelmente do ponto de vista da óptica do utilizador, e quer para o bom, quer para o mau, o comportamento deles não era bem bem representativo de uma relação de alguns bons anos, ou pelo menos eu não me revi sempre. Eu estava à espera do ultimate take de uma relação de alguns anos, da melhor alegoria da relação moderna ao fim de uns anos, mas não foi o caso, soube-me a pouco.

O filme está claramente dividido em duas partes, a régua e esquadro, de tal forma que coincidia perfeitamente com o intervalo e todos nós já tivemos experiências traumáticas de intervalos impostos da forma mais idiota possível, por isso, coincidia mesmo com o meio do filme.

Na primeira parte, aparentemente está tudo bem com o casal, com uma conversa inicial no carro, mas que me deixou murcha. Aquela conversa podia estar a falsear uma boa disposição, cumplicidade e descontração, podia ser eles a fingir que estava tudo bem, mas ainda assim não seria assim que nós disfarçaríamos mal estar, não havia profundidade. Se fosse eles mesmo bem dispostos ou em estado normal, eh pá, parabéns, ainda fazem graçolas como se andassem juntos há seis meses! Mas isso não é representativo de intimidade no seu melhor, sorry...

Depois temos um almoço que junta vários casais representativos de várias idades ou etapas da vida ou da relação entre casais. Providencial para discutir teorias sobre as relações e um pouco previsível nas opiniões e teorias abordadas, mas uma nuance nunca vista nestes filmes, pois os dois anteriores centraram-se unicamente no Jesse e na Celine, este já não completamente. Para mim, era uma tertúlia que nunca mais se desfazia, eu queria mesmo era ver aqueles dois na converseta, como só eles sabem bem fazer.

Na segunda parte tivemos Jesse e Celine puro e duro. Gostei muito mais claro! Os dois em choque, os dois a lavar roupa suja, os dois a discutir a sua relação e os danos colaterais, que foram alguns e bem profundos. Fomos sabendo do que foi acontecendo, da mal-amada da ex-mulher, do filho usado como arma de destruição, dos afastamentos e das cumplicidades. Mas entre momentos muito bons, eu que me revia completamente nas picardias e idiossincrasias típicas de um casal, ainda assim ficou, por conta do resto, um sabor a superficialidade. Eles discutiram forte e feio, fizeram uma revista ao casamento, levantaram o véu a suspeitas gravíssimas e no final, entendem-se com a rábula do "Posso conhecer-te? Eu sou o rapaz que conheceste há vinte anos atrás..." Se o meu marido levantasse um "Tu traíste-me!" contra mim, e eu contra ele, seria definitivamente preciso muito mais tempo e muito mais dor e conversa para reparar o mal feito. E se fosse verdade e tal suspeita se confirmasse, ainda as coisas azedavam mais. Nada se resolve como aquele filme se resolveu, e isso deixou-me desiludida.

Soube-me a pouco, foi pouco profundo. Havia muito terreno que podia ser coberto e pouco tempo para o correr, é certo, mas mais vale não tentar ir tão longe e fazer algo mais consistente. Isso foi o que se fez esplendorosamente nos dois primeiros filmes, neste nem por isso. Aceito que neste não havia apenas presente e passado em separado, o que é por si limitativo, mas sim passado em conjunto, que é muito mais complexo, mas ainda assim, cavou, cavou, mas não chegou a encontrar petróleo. Transformou-se numa abóbora.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Básicos rasos

... e compostinhos para o dia a dia na big city. Ou média city, ou teeny tiny city.
Para andar por aí todos os dias!
Em comum, estes têm o facto de serem rasos, e não serem sandálias, ou pelo menos não de open toe.


Uns pretos. Básico mais básico, não há. Estes têm um apontamento decorativo, apenas uma graça.
Uns animal print. Para mim, são básicos. O animal print agora é neutro, tanto assumindo um padrão leopardo, como piton, como zebra. Imita as camuflagens da natureza? Então é ideal para a selva urbana e combina com quase tudo.
Uns metalizados, seja, como neste caso, dourados, ou prateados, ou bronze. Adoro o bronze!
Uns nude. Estes são em verniz e bem coquette, com um lacinho.


terça-feira, 25 de junho de 2013

As grávidas e os casamentos

Eu vou a dois casamentos este Verão. Com esta minha  barriga crescente.
E se muitas vezes surgem dúvidas sobre o que vestir num casamento sem qualquer condicionante especial, imaginem quando se está gravida. Ou, pelo contrário, talvez tudo se torne até mais fácil, porque o que não tem remédio remediado está e nada como ter carta branca para exibir uma barriguinha, seja de gravidez, seja inflacionada por uns bons petiscos.


Há três anos comprei este vestido e que usei com muito gosto nessa altura e nunca mais voltei a usar, até agora. Estava à medida daquele meu corpo, daquela barriga, mas como esta é muito parecida, já me serve perfeitamente. Talvez depois do Miguel nascer eu volte a apertá-lo, talvez não...


De facto, nada como um vestido comprido como aliado ideal numa gravidez. Para casamentos, mas também para situações mais descomtraídas. De facto, permite-nos mostrar a barriga sem a marcar demasiado, fazer o que quisermos com o decote - mostrar, esconder -, tapar pernas cansadas e tornozelos inchados, usar sandálias rasas sem comprometer a silhueta e pelo contrario, obter uma silhueta bem longilinea e elegante.  É um dos meus maiores aliados durante a gravidez e não só, AMO vestidos vestidos compridos!



Para quem se está a aguentar firme em pernas bem torneadas e saltos altos, fica lindamente um boa bainha pelo joelho. De facto, o cocktail dress apenas com um corte que acomode a barriguinha crescente pode ser ideal e super elegante.


Um corte império é sempre a aposta principal, mas para as mais elegantes, um vestido coluna que acompanhe a barriga é  charme, e quem pode, pode!  Quem não pode, vai de decote império sem receios ou penas. Mais vale abusar do decote império, do que ter demarcadas todas as curvas e contracurvas e pior, aquelas peles a mais que sempre sobram da marcação da roupa interior e que são inestéticas porque marcadas debaixo da roupa, quebram um pouco a silhueta. 


Por outro lado, o decote em V é o melhor aliado de quem tem mais peito e na gravidez, o habitual é ficarmos todas mais "portentosas", ainda que umas mais que outras. Assim, um decote generoso, que deixe o colo livre de tecido, mas não seja indecoroso(!) é o ideal. O que é bonito é para se ver, mas não é bonito levar com uma mamoca no olho, vamos combinar!



Também podemos optar por um vestido sem qualquer demarcação de peito ou de barriga, seja por cima, seja por baixo, mas por mim, prefiro sempre a barriguinha marcada. Acho muito mais charmoso e um corte demasiado solto apenas favorece pessoas mais altas ou mais magras, ou ambas, infelizmente mais facilmente se pode parecer um saco de batatas do que uma deusa grega...

Eu adoro a conjugação casamento + gravidez. Por muitas dificuldades que tenhamos em encontrar um vestido que nos acomode nessa altura, por muito desesperadas que estejamos com a gravidez ou a ocasião, não há nada mais cheio de graça do que uma grávida arranjadinha!

 Eu sou grande apologista da compra de peças nas marcas "normais" e cuja silhueta se possa adaptar a uma gravidez. Ainda por cima tratando-se especificamente de vestidos, mais facilitada fica a tarefa, mesmo porque a maior dificuldade de adaptação de roupas normais à gravidez estará nas calças.
Assim, antes de me virar para uma marca especifica de gravidez, eu esgotaria primeiro todas as hipóteses nas lojas normais. Procuraria por cortes trapézio, tent dresses, cortes largos em coluna ou a direito, decote império, vestidos com muito strech no caso de serem mais justos. Há imensos cortes e silhuteas que se podem adaptar.

Uma marca que faz furor no Pinterest é a Hatch (http://hatchcollection.com/) , eu gosto muito dos seus looks e ideias, mas como gosto mais de ver barriguinhas bem marcadas, não é uma marca a que recorreria. Como disse no post, este tipo de vestidos fica muito bonito na fotografia, mas na realidade corremos o grande risco de parecermos sacos de batatas e a tendência é sempre marcarmos a barriguinha, nem que seja com os braços. Eu prefiro sempre uma cintura marcada, nem que seja por um cinto ou fita!

Para quem queira procurar por cá, online encontra-se boas opções, até na Vertbaudet, mas é mais para básicos. Entretanto a Zara voltou a lançar a sua linha para grávida (ahhhhhh), mas lá está, é mais útil em básicos do que em vestidos.

Sinceramente, nunca compraria um vestido de grávida numa loja ou marca específicas para gravidez, acho que é um investimento que não vale a pena fazer, mas reconheço que eu pessoalmente não tenho grande necessidade para isso, pois o meu peito não aumenta muito, nem eu ganho muito peso.

Ainda assim, mesmo para quem mude imenso na gravidez, se o que procuram é um vestido, esgotem primeiro TODAS as lojas tradicionais!


Sinceramente, maior desafio me parece sacarmos um bom vestido e a disposição necessária para nos aperaltarmos para um casamento no pós-parto do que estando grávida... Curvas a ir ao sítio, curvas fora de sítio, cansaço, aleitamento, bebé novinho sempre em loop no nosso pensamento ou nos nossos braços... Fica para breve um post sobre o pós-parto e os casamentos, fica prometido!

Hoje

Esta sudestada MARAVILHOSA de hoje não perdoa. A coisa que eu mais detesto que me aconteça no verão é um dia de praia nesta minha costa de prata habitualmente tão inclemente desperdiçada. Por aqui, não podemos dar-nos ao luxo de desperdiçar dias assim, de calor a sério, de vento bom ( sim, porque nunca nos livramos do vento, é apenas uma questão de onde vem que faz toda a diferença). 
Por isso, esta manhã o meu escritório tem esta vista. Tem de ser. 



Benditas tecnologias que nos permitem responder a emails, marcar reuniões, falar com pessoas, e escrever posts(! ) com esta vista e de bikini! 

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Criopreservação

Quando estava grávida da Pedro tínhamos decidido pela preservação das suas células estimais através do banco público, na altura existia há pouco mais de um ano e a promessa era boa. Mas como fomos empurrando o assunto com a barriga (literalmente!), no dia em que o kit chegou, foi o dia em que o Pedro nasceu. Falhamos a criopreservação por um danoninho e ficou cá dentro uma falha...

Mas desta vez, já temos o kit em casa, com a documentação pronta a ser enviada de volta à base e os frascos e tubos a postos para entrar em acção. Daqui a uns meses, hã, nada de pressas!?
 Eu já estava a começar a pensar no assunto da criopreservação para esta vez e queria que agora corresse mesmo bem. Se o mínimo que podemos fazer para ajudar no tratamento de uma panóplia cada vez mais alargada de doenças passar pela colheita e preservação ou uso, ainda que não connosco, das células estaminais dos nossos rebentos, então seja. Mas, se na gravidez do Pedro tirei as minhas dúvidas e rapidamente me decidi pelo banco público, desta vez comecei de um ponto de partida com sérias dúvidas em relação à escolha do banco público, porque ao longo destes anos o banco teve mais baixos do que altos e com a crise instalada, os seus dias definitivamente não são os melhores. Como podem ler aqui, ou aqui, as notícias sobre os cortes orçamentais, as reestruturações da Lusocord e as dificuldades de garantia de preservação e bom uso das colheitas não me deixaram nada sossegada quanto a uma possível dádiva, e isso seria uma pena. De facto, se a colheita do Pedro tivesse sido uma de entre 84.000 e tivesse ido parar ao lixo, de onde apenas se safaram 8.441, eu teria ficado, como dizer?, lixada. Agora o banco público está reactivado, mas muito limitado no raio de acção do serviço que presta. Ainda assim, mais vale funcionar a um nível menor, mas óptimo, do que em grande escala e mal ou com desperdício. Mas isso faz com que o banco público não seja de momento tão público como se gostaria. Um banco público simplesmente não funciona como um banco privado e se na teoria isso é óptimo, porque estaríamos a contribuir para um banco universal de células estaminais (e quanto mais dadores houver, mais hipótese de compatibilidade há para todos, só para começar), na prática, hoje não é possível em Portugal e na crise em que estamos mergulhados, financiar, como idealmente se quereria, um banco que receba dezenas, centenas de milhares de dádivas e esperar que tudo corra bem e tudo seja aproveitado. Pelo contrário. Entretanto tentei  informar-me melhor e até o momento ainda ninguém me soube confirmar se o hospital onde o M irá nascer tem ou vai ter sequer protocolo com o Hospital de São João, do Porto, local este que me têm informado ser agora o único local possível para fazer a recolha. Como o Miguel não vai ser tripeiro, nada feito, com pena minha.

Eis senão que entra na minha vida a Cytothera com uma resposta irrecusável a este dilema do que fazer em relação à criopreservação.
A Cytothera é uma das parceiras e patrocinadoras do Barrigas & Companhia, evento que vai ter lugar já no próximo dia 7 de Julho e do qual sou blogger convidada e onde também vamos levar os nossos brinquedos!
Vai ser um dia de muita animação, sem dúvida!
A Cythothera muito gentilmente ofereceu-me um kit de criopreservação das células estaminais para o meu baby Miguelito. Foi uma oferta super generosa e obviamente irrecusável, não só pelo serviço completo que presta, mas também pelo valor material e pela utilização presente e futura que pode representar.

A Cytothera é pioneira na introdução de um serviço inovador em Portugal e na Europa: o isolamento e criopreservação das células estaminais do tecido do cordão umbilical – células estaminais mesenquimais.
Tem o serviço mais completo de isolamento e criopreservação das células estaminais pois permite juntar a criopreservação das células do sangue do cordão umbilical utilizadas em doenças do foro sanguíneo, com a criopreservação das células estaminais do tecido do cordão umbilical, acrescendo aplicações terapêuticas que incidem principalmente na regeneração de tecido, nomeadamente, da pele, tecido ósseo, cartilagem, músculo e tecido nervoso.
As células estaminais do tecido do cordão umbilical são separadas do tecido, concentradas e purificadas por cultivo e criopreservadas em suspensão, garantindo a viabilidade e competência celulares e um elevado grau de qualidade e pureza das células mesenquimais obtidas, cumprindo as mesmas com todos os critérios de identidade e manutenção do carácter estaminal definidos pela ISCT (International Society for Cellular Therapy). A Cytothera não criopreserva fragmentos de tecido intacto, nem produtos resultantes da digestão do tecido do cordão umbilical, onde para além do facto das células mesenquimais se encontrarem em número reduzido, as mesmas se encontram contaminadas com outras células não estaminais, como células sanguíneas, células endoteliais e fibroblastos.
Este método de processamento utlizado pela Cytothera garante a criopreservação de, no mínimo, 3 milhões de células mesenquimais primárias com um reduzido número de gerações, mantendo assim todo o seu potencial de expansão intacto, o que viabiliza a sua utilização mesmo em aplicações terapêuticas que exijam um elevado número de células. A criopreservação em quatro tubos diferentes permite a utilização das células em quatro momentos diferentes e, eventualmente, em quatro aplicações terapêuticas distintas.
As células recolhidas do tecido do cordão umbilical podem ter várias aplicações terapêuticas. Entre elas podem destacar-se a regeneração de osso, cartilagem e tecido nervoso, osteogenesis imperfecta (doença dos ossos de vidro), diabetes tipo I e doença do enxerto contra o hospedeiro, entre outras.
Cytothera Plus é equivalente ao conjunto dos serviços Cytothera Baby e Cytothera Cord.



Assim sendo, estamos super contentes por termos este assunto esclarecido e resolvido da melhor forma possível, com um serviço que acreditamos nos vai deixar muito satisfeitos e sossegados.
Conto que os senhores da Cytothera tomem muito bem conta das células do meu menino, por muitos e bons anos. Que as guardem bem guardadas, as estimem em bom estado, inventem e descubram cada vez mais aplicações terapêuticas, nos meus meninos e nos outros. Desejo MUITO que seja entretanto possível utilizá-las de alguma outra forma que não apenas nos meus, que possam vir a servir a mais alguém, se for preciso. Mas por mim, espero nunca mais ter de me preocupar com elas, depois do dia do nascimento do Miguel.  Eu cá só quero ver o cordão e derivados do Miguel uma vez na vida, e às microscópicas células, espero nunca mais as ter pela frente, nunca mais vou querer ter de pensar nelas. Nem nas do Miguel, muito menos nas que foram desperdiçadas do Pedro. Nunca mais.
 

sábado, 22 de junho de 2013

Miguel em K7 {Semana 23}


A barriga está cada vez maior... Perguntam-me se são gémeos, se eu tenho a certeza do tempo, the works!
Desde que o diâmetro da barriga (o qual ainda não medi, OMG) não incomode, tudo bem. Há-de chegar o dia, que eu tenho boa memória, mas para já, estou posta em sossego.
De qualquer forma, a mega almofada já vai voltar à acção, porque realmente já dormi mais confortavelmente...
As grandes companheiras dos dias mais calmos são as alpergatas, são muito confortáveis, adoro-as para descansar de saltos, botas (!!!!) e sandálias.
E Miguel? Pois parece que pesa quase meio quilo e está do tamanho de uma Manga! Riqueza...




quarta-feira, 19 de junho de 2013

Giveaway Clínica EME Saúde & As Maravilhas da Maternidade

Quem acompanha estas Maravilhas no Facebook, provavelmente se lembra da divulgação feita sobre uma palestra dedicada a vários temas pertinentes para a gravidez e puerpério, dinamizada pela Clínca EME Saúde, no Porto.
E eu bem dizia que ia haver novidades relativamente à Clínica EME Saúde...

Pois bem, aqui está desde já a primeira, um giveaway!

Atenção gentes do Grande Porto e arredores, este passatempo é para vocês grávidas e as vossas grávidas!


Em parceria, vamos oferecer uma inscrição, no valor de €300,00, para uma grávida e acompanhante (marido, namorado, amiga, mãe, tia - só não pode ser periquito porque não tem força de braços!!), no Curso de Preparação para o Parto ministrado pela Clínica EME Saúde, na sua sede no Porto, a ter início na primeira quinzena de Julho.

O curso é SUPER completo, ora vejam o programa:


Durante 22 sessões, em horário pós-laboral, um curso teórico-prático, com Enfermeira Obstetra, Pediatras, Psicólogas Clínicas, Nutricionista e Personal Trainer. Eu bem disse que é super completo!

 
O Curo tem início confirmado para a primeira quinzena de Julho e é limitado à participação de 8 casais. Um deles pode ser você, ou alguém de quem gosta muito e a quem o queria oferecer! O ideal será a grávida estar com um tempo de gravidez na casa das 20 e poucas semanas, mas claro que está aberto a qualquer outra altura da gestação.


Portanto, para se habilitar a ganhar uma inscrição neste curso, no valor de €300,00, basta:

- Gostar da página do Facebook da Clínca EME Saúde, da página das Maravilhas da Maternidade
- Ser seguidor do blog As Maravilhas da Maternidade (coluna aqui à esquerda)
- Partilhar em modo público a imagem acima que vai estar postada no facebook das Maravilhas.
- Deixar um comentário linkando duas pessoas, dando-lhes a conhecer o passatempo.

Máximo CINCO participações por pessoa. Por cada partilha pública feita, deve ser feito novo comentário linkando duas novas pessoas. Pode participar no giveaway até o próximo dia 27 de Junho, pelas 23:00 horas.


Para mais informações e inscrições por telefone (22 606 69 42 ou 91 606 69 32), ou contacte directamente a Clínica EME Saúde por mensagem no Facebook ou e-mail - emesaude@gmail.com

terça-feira, 18 de junho de 2013

Azul Cobalto: Shopping

Quem, tal como eu, anda obcecado por azul cobalto,este ano está cheio de sorte!
Esta cor clássica é tendência este ano. Assim, podemos encontrar facilmente propostas um pouco por todo o lado, ora vejam:


Querido Home Styling - esta loja é uma perdição!  T U D O  é lindo!





 Vista Alegre - podemos encontrar as peças estes mesmos tons icónicas, clássicas, ou a novíssima linha Transatlântica, com o Cobalto revisitado.

 Zara Home - um aliado de sempre


E nas roupas, claro que não podia faltar!! Aqui, Lanidor e Zara.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Azul Cobalto

Ou Índigo?
Mais um caso misterioso dos muitos nomes para um mesmo tom...

Anyway, continuando... O masterbedroom cá do castelo estava todo muito branco -paredes, móveis, acessórios - e eu precisava encontrar A cor que iria unir tudo e injectar um pouco de joie de vivre, ser suficientemente masculina para não ofender o pater familias, mas sem deixar de ser feminina e apelar ao meu gosto pessoal. Também teria de ser uma cor adequada a um quarto, pois acredito que a cor de uma divisão, sobretudo um quarto, influencia a nossa disposição e atitude dentro do espaço. Num quarto de dormir, seria importante que a cor fosse relaxante, marcante, representativa de quem a habita, forte, mas não overpowering.

E das minhas pesquisas e inspirações, do acompanhar das últimas tendências e do meu gosto pessoal, surgiu cada vez mais clara uma resposta que me tem deixado em modo caçadora-colectora-obcecada.






Estou perdidamente apaixonada pelo azul cobalto (ou índigo, foi assim que o conhecia há uns anos atrás...).
É uma cor que não ofende macho nenhum, pelo contrário - azul escuro, hello? Mas a abordagem contemporânea que se lhe faz é absolutamente condizente com um quarto onde dorme e gosta de estar uma mulher.
A combinação com o branco é perfeita, o resultado é límpido, brilhante, fresco, vibrante. Traz uma boa vibe, mas também pode ser relaxante. Para uma terceira cor, o dourado resulta lindamente e o coral ou o turquesa podem ser aliados inesperados.

E eu sempre adorei esta cor! Desde o tom, tão tipicamente português nas porcelanas e azulejos, aos padrões, florais, geométricos, delicados ou bold. Gosto de todas as abordagens, de todos os ângulos!
 Está escolhida, já estou a encher o nosso quarto de apontamentos cobalto, em almofadas, colchas, porcelanas.


sábado, 15 de junho de 2013

Um prenúncio?



Eu lembro-me perfeitamente que há três anos atrás, mais precisamente em meados de Julho, toda a gente me perguntava se eu sentia muito o Pedro a dar pontapés ou a mexer-se e eu tinha sempre que responder... "Nem por isso..." De facto, o Pedro nunca foi muito exuberante nas suas turrinhas uterinas, e sempre foi um bebé que se pode dizer mexido e activo, mas non troppo. Um aventureiro, mas não um atoleimado.
Desta vez, com menos um mês de gravidez (e sabendo que os manos têm EXACTAMENTE o mesmo timing), ainda hoje eu não só senti imenso o teeny tiny M, como a minha mãe viu o a barriga a dar de si, tic tic tic, para  a frente e para trás, à conta da actividade do miúdo.
A barriga já ondula imenso, e ainda agora passámos a metade do tempo de gravidez.
Prenúncio do que aí vem, um diabinho da Tasmânia, o típico irmão mais novo louquinho e destravado, ou apenas mais experiência e um útero mais relaxado...?

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Miguel em K7 {Semana 22}

Esta semana estivemos assim, cada vez mais redondinhos...
A minha barriga deu um salto tremendo esta semana, está grande massiça e muito mexida, por dentro e a notar-se já por fora, o que veio bem antes do que na gravidez do P...



E o meu Miguelito:
está comprido: 11 polegadas {28 cm}
e pesadinho pluma: 1 pound {quase 0,5 Kg}

Sandálias com salto de cunha

O melhor calçado para dar um pouco de altura aos saltos do dia-a-dia de uma grávida, mas sem que se corra grande risco de ela sair literalmente do salto, é optar por encontrar umas sandálias ou sapatos em cunha. É o ideal para grávidas, é o ideal para mães on the run, é o ideal para todas as mulheres que correm muito, mas não querem sair das alturas. Vamos combinar, nada como uns saltos para estilizar a silhueta, sentirmo-nos logo mais femininas e elegantes... Além de que, para enfrentar a típica e oh-tão-linda mas assassina de saltos calçada portuguesa, só mesmo com esta tropa de elite!

 Por exemplo, esta foi a minha última aquisição (da Oysho, que tem sempre propostas bem simpáticas para o Verão). A cunha dá altura, mas o pé dobra-se pouco, porque tem o compensado à frente, é sempre uma cunha mas não plataforma (o que resultaria mais plano, não estilizando muito), as tiras largas e envolventes dão bastante estabilidade. Uma boa sandália para todos os dias de uma grávida e não só!



Aqui temos um bom exemplo de uma grávida em plena acção munida de umas boas cunhas. A Kate usa imensas cunhas quando está "fora de serviço", e não é de agora. É o mais prático sem abdicar do salto. Estas em particular por acaso não me atraem muito, são um pouco geriátricas rsrsrsrs, não sei se será da cor ou da forma, mas dá para perceber a ideia!

Aqui ficam algumas ideias com muito mais graça e que são básicos e neutros para o dia-a-dia:


 Lanidor - o salto já é altito para o terceiro trimestre, mas vale por ser tão gira!

It Shoes - são altas, mas igualmente estáveis, com as tiras grossas!
Lanvin - porque a cunha pode ser baixa, mas continua lá. O metalizado é lindo!
Estas são Massimo Dutti
Aspargatas com salto - muito casual, muito cool. Estas são Valentino.

Só cunha, sem compensado à frente. Cuidado com tiras largas no tornozelo, cortam a perna e apenas favorecem tornozelos finos e pernas esguias...



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