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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Só um exemplo

Já tinha falado sobre isto em outro post, há muito tempo, mas, tendo lido este artigo no Crónicas das Horas Perdidas, vale a pena passar a palavra, porque nunca é demais relembrar, porque esta é mesmo uma questão que me tira do sério!

Já agora, algo muito simples que cada mãe e pai podem fazer é questionar a escola sobre a sua política quanto a crianças não vacinadas e assegurar que não admitem crianças cujos pais não as tenham vacinado. Na maior parte das escolas é obrigatória a apresentação do boletim de vacinas actualizado, mas garantam que não seja apenas uma formalidade.


My son has cancer. He can't go into day care because of unvaccinated children.

"Ordinarily I wouldn't question others' parenting choices. But the problem is literally one of live or don't live. While that parent chose not to vaccinate her child for what she likely considers well-founded reasons, she is putting other children at risk. In this instance, the child at risk was my son. He has leukemia. 
What does any of this have to do with vaccinations? While the purpose of chemotherapy is to kill the cancer, it also kills the good cells—most notably the infection-fighting white blood cells. That means my son has limited ability to fight off anything. A single unimmunized child in an ordinary child care setting is the equivalent of a toddler time bomb to him.  

[...]

Those who cannot be vaccinated, including young babies, transplant, and cancer patients, depend on the immunity of the herd to protect them. In recent years, in communities where many parents opt out of vaccinating their children, the herd has diminished. As a result, unvaccinated children have died from totally preventable infectious diseases such as measles, meningitis, and pertussis
In 2008 in San Diego, a 7-year-old boy whose parents refused vaccines contracted measles while on a family trip to Switzerland. Before realizing how sick he was, the boy went to school and infected four other kids at school, after having already infected his two siblings. He then infected four other children who happened to be in the waiting room at his pediatrician's office. Three of those children were too young to have received their MMR vaccines. One of those infants was hospitalized; another traveled on an airplane while infectious. This case is a sobering example of how one family's decision not to vaccinate their children has serious consequences for other children. 

[...]

Because we want him to have as "normal" a life as possible, we'll likely send him off in the bright yellow school bus and cross our fingers that the kid sitting next to him didn't just attend a "chicken pox party" over the weekend. Because what's "just a case of chicken pox" for that kid could be a matter of life or death for mine."

in A pox for you.


10 comentários:

Rita G. disse...

Nunca tinha reflectido sobre esta questão, mas de facto essa mãe tem toda a razão. Não consigo perceber os pais que não querem vacinar os filhos...bj

Ana disse...

(Infelizmente) em Portugal as escolas não podem recusar alunos não vacinados, excepto a vacina da TB. Mas a grande maioria dos pediatras é contra algumas vacinas, como a da varicela, pq é uma "doença benigna"...este tipo de argumentos são depois usados pelos pais anti-vacinas (conheço alguns). Por mim, desde que haja vacina dá-se, pq doenças já bem basta aquelas que não pudemos evitar.

Maggie disse...

pois, na escola das minhas pediram o boletim das vacinas para inscrever para o 1º ano.
Sou a favor das vacinas!

Maggie

Melancia disse...

No início, quando se iniciou a "moda" de não vacinar as criança sporque isto ou aquilo, a coisa passava despercebida, não s efalou sobre este assunto, porque as crianças não vacinadas benefeciavam como "efeito de grupo", ou seja, não eram contamidas com determinada doença, porque a maioria das crianças estava imunizada contra as mesmas. Entretanto o número d ecrianças não vacinadas aumentou e voltamos a ter surtos de doenças, por esta Europa fora, que estavam já irradicadas. Não entendo, juro que não entendo!

Elix disse...

Isto assusta-me um bocadinho... quando a liberdade dos outros interfere com a nossa vida, neste os nossos filhos!

Raquel Alves disse...

Ultrapassa qualquer capacidade que tenha para compreender esta posição...

Há efeitos secundários das vacinas? Há! Mas caramba...isso é o preço a pagar pelos efeitos quatrilhões de vezes piores das doenças!!!!!

Qual é a dificuldade em compreender isto? Qual?

'Ah,porque eu é que mando no meu filho, eu é que decido...'

Aqui está a prova de que não é de todo assim!

Princesa disse...

Há fundamentalistas para tudo e para todos os gostos. E como qualquer ideia dessa ordem, acaba sempre por interferir com a liberdade dos outros. A vacinação deveria ser obrigatória, ponto.

Aline disse...

É de facto chocante! E ainda há aquela categoria de paizinhos desleixados que não vacinam os miúdos por pura negligência. Temos enfermeiros da saúde escolar que andam literalmente atrás deles, os relembram que não vacinaram os filhos e ainda marcam consultas que deixaram passar porque não se lembraram ou se deixaram dormir.
Infelizmente, além dessa seita de pais contra a vacinação, ainda há "os outros todos" pais de filhos, sem culpa nenhuma dos pais que têm mas que lidam com os nossos filhos e os põem em risco.

Anônimo disse...

Que chatice! Eu gostava era de saber para quando papás e mamãs deixarem de fumar ao pé dos filhos; para quando todas as mamãs alimentarem os seus filhos até terem leite; para quando os papás tirarem o tempo que têm, legalmente, para estarem com os filhos.

É tão fácil, mas tão fácil, quando é no quintal dos outros...

Sofia disse...

Quanto a mim, uma das maiores conquistas da Humanidade, e prescindir dela por causa de "modas" e estudos com resultados inconclusivos ou espúrios acho uma irresponsabilidade dos pais. Conheço vários casos e desesperam-me! Obrigada por chamar a atenção! ***

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