INQUÉRITO!!!
Um pouquinho do seu tempo, posso?
Responda a esta pergunta sobre o que gosta de ler neste blog, aqui:
OBRIGADA!!
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
O mistério dos relógios parados
Eu não sou menina de usar relógios. Não porque não goste de os usar, eu bem gostaria de ter gosto em usá-los, mas acho sinceramente que eles é que não gostam de mim...
Sempre que eu uso um relógio, passado algum tempo, não muito, ele deixa de funcionar. Aparentemente é a pilha que se gastou, eu mudo-a. Passados uns dias volta a deixar de funcionar. Eu ainda tento ver o que se passa, mas ninguém me consegue ajudar, após viagens à marca e novas pilhas. E nunca mais volto a ter o relógio operacional.
Nunca mais. Eu até já nem me espanto e sinceramente já não me esforço por compreender. E deixei de querer ter relógios na minha vida. É um fenómeno do Entroncamento.
Na minha vida já tive 3 ou 4 Swatch, um relógio cor de rosa não sei de que marca, dois Calvin Klein, e TODOS deixaram de funcionar misteriosamente.
TODOS.
O único que até hoje sempre funcionou foi um Seiko Kinetic que, lá está, não tinha pilha! Tinha uma bateria que se carregava a partir dos movimentos do meu braço. Por acaso esse relógio, oferecido pelo meu pai, era bem fixe, gostava da ecologia da coisa e ele era bem engraçado, com uma bracelete de silicone toda high tech para a altura que se estragou ao fim de uns tempos, mas em nada me fez desgostar do relógio. Isso agora não interessa nada. E foi o único que durou mais de um ano e tal.
Todos os outros definharam no meu pulso... Mas querem ver que eu tenho um pulso podre?
Giveaway Borboleta Rosa & As Maravilhas da Maternidade
Bom dia, alegria!!
Para começar esta semana já bem mais fresquinha com os nossos corações cheios de entusiasmo, nada como um passatempo a pensar nos nossos rasteirinhos adoráveis.
O filho, o sobrinho, a filha da chefe :DD
Estas Maravilhas, em parceria com a Borboleta Rosa, vão oferecer a uma leitora cheia de sorte um babete à sua escolha, entre os muitos tão giros que a Borboleta Rosa faz à mão com imenso carinho e cuidado. Temos disponíveis todos os vários padrões actualmente em stock, em dois tamanhos, 3-12 meses e 9-24 meses.
Para se habilitar a ganhar, já sabe:
Basta gostar da página da Borboleta Rosa, da página d' As Maravilhas da Maternidade, partilhar publicamente esta imagem abaixo e aguardar pelo sorteio fazendo figas!
Pode partilhar até dez vezes ao longo da próxima semana, sempre que partilhar, estará a concorrer, já sabe!
Pode participar até às 22:30 horas do dia 22 de Outubro (próxima segunda-feira).
O sorteio será feito via random.org
Boa sorte a todas!
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Pode participar até às 22:30 horas do dia 22 de Outubro (próxima segunda-feira).
O sorteio será feito via random.org
Boa sorte a todas!
domingo, 14 de outubro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Cortez
Quando eu andava na faculdade houve uma onda de choque das Nike Cortez que bateu fundo no nosso imaginário.
Eu tive dois pares, que usei à exaustão, eram super confortáveis, urbanos, muito Run DMC, elegantes, podia usar com tudo, até com saias, eram mesmo uns ténis em toda linha.
Não era a única a pensar assim, tooooooda a gente tinha um par de Cortez. Numa altura em que as All Star estavam em total burn out - a grande onda de All Star tinha sido durante o liceu - estes, a par das Gazelle da Adidas, de qualquer coisa que envolvesse Puma e das New Balance, eram os reis do asfalto cool. Mas as Cortez vinham em primeiro lugar, eram os mais fixes dos ténis, uma lenda viva.
Ora, volvidos mais de dez anos (jeez, estou velha...), uma vez que as All Star fizeram o seu regresso e são cool outra vez, acho que por mim, prefiro ressuscitar os Cortez... Não os meus vintage, infelizmente desfizeram-se em pó, mas tenho de procurar uns novos, está a dar-me um formigueiro nos pés...
São uber cool.
Volta Cortez, estás perdoados!
Eu tive dois pares, que usei à exaustão, eram super confortáveis, urbanos, muito Run DMC, elegantes, podia usar com tudo, até com saias, eram mesmo uns ténis em toda linha.
Não era a única a pensar assim, tooooooda a gente tinha um par de Cortez. Numa altura em que as All Star estavam em total burn out - a grande onda de All Star tinha sido durante o liceu - estes, a par das Gazelle da Adidas, de qualquer coisa que envolvesse Puma e das New Balance, eram os reis do asfalto cool. Mas as Cortez vinham em primeiro lugar, eram os mais fixes dos ténis, uma lenda viva.
Ora, volvidos mais de dez anos (jeez, estou velha...), uma vez que as All Star fizeram o seu regresso e são cool outra vez, acho que por mim, prefiro ressuscitar os Cortez... Não os meus vintage, infelizmente desfizeram-se em pó, mas tenho de procurar uns novos, está a dar-me um formigueiro nos pés...
São uber cool.
Volta Cortez, estás perdoados!
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
As birras e nós
Ao partilhar dos dramas da Filipa (força, estamos contigo!!), andei ontem e anteontem a alinhavar a nossa posição quanto a birras. Acredito que a nossa posição (minha e do pater famílias, bem entendido) não seja consensual, mas eu cá acho que tem as suas virtuosidades. Aqui vai disto...
O Pedro já está nos terrible two há algum tempo, e todos os dias vai refinando a arte de bem nos moer a cabeça... Uns dias mais que outros, às vezes até noto que é dia sim, dia não: ele diz não a tudo, deixa-se cair ao chão quando queremos que ande, chora quando insistimos, não quer largar a televisão, não quer dormir... Umas vezes mais, outras vezes menos, dia sim, dia não, como dizia...
E como temos nós reagido aos seus achaques de prima donna?
Na rua:
Eu não ignoro birras em público, não as admito. Dentro de lojas, em locais fechados e com pessoas à volta, não permito. Eu não gosto nada de ver crianças aos berros ignoradas pelos pais, não o vou fazer também. Compreendo que seja inevitável os miúdos fazerem birras, o meu também as faz, compreendo que seja a forma que aqueles pais escolheram para lidar com elas, mas não gosto de as aturar, nem às minhas, nem às dos outros, nem quero que seja a minha forma de lidar com elas. Se eu não puder sair dali em menos de um minuto, o que faço é fechar a cara, baixar ao nível dele e mandar parar imediatamente enquanto o distraio com alguma coisa ou o levo a fazer o que eu quero (por exemplo, não se levantar do carrinho das compras). Eu fico mesmo com cara de brava calma, não há explicações, nem pedidos, fico má! "Baixa-te já, a-go-ra. Não vais sair do carrinho, acabou-se" :)) Mas em tom baixo, sem gritar e a sair de cena o mais rapidamente possível. Até agora não tenho tido birras de muito tempo, ele ainda acalma relativamente rápido (um, dois, três minutos no máximo).
A sensação que eu tenho é que ignorar uma birra em público é dar-lhe audiência na mesma, porque ele saberia que nós estávamos a ver, que imensa gente à volta estava a ver e que podia dar-lhe para aquilo até ele se cansar, não necessariamente até ele perceber que não levaria a dele avante. Se eu cortar o mal imediatamente e pela raiz ele vê logo que não leva a dela avante e escusa de gritar. E a nossa reação é fechada e imediata SEMPRE, eu não me importo nada de passar por má em frente a estranhos, o que eu sei é que se eu reagir um dia bem, outro mal, ele saberá que tem ali um flanco a explorar.
Consistência, portanto.
Uma coisa é certa, até hoje (e ele ainda tem apenas dois anos, EU SEI que muita água ainda vai correr e isto vai ser cada vez mais difícil...) ele nunca levou a dele avante. Outra coisa também é certa: nós somos razoáveis no que lhe exigimos e muito muito muito importante, nós não abusamos dele. A última vez que ele fez uma birra tramada foi no supermercado na semana passada e desde então, nunca mais o levei ao super, faço o possível por ir sozinha, porque sei que ele neste momento não sabe controlar-se no super e eu não vou pôr a mim e a ele deliberadamente nessa posição. Outro exemplo, são raras as vezes em que vamos jantar fora com ele, porque sabemos que ele não tem idade para aguentar muito tempo, pela hora e pelo tempo decorrido e pelo silêncio que se espera num restaurante normal. Para mim não é divertido, não é um programa de família levá-lo a um restaurante. Desde que o Pedro nasceu o No Menu tem sido o nosso amigo das sextas à noite, é mesmo assim, por enquanto lá terá de ser...
Na via pública, eu não tenho para onde fugir com ele, porque já estou cá fora. Então, eu fecho a cara e falo séria, mas vou andando, não vou logo ter com ele. Vou chamando por ele, finjo ir-me embora, desvalorizo. Aí ele pode deitar-se no chão um bocado, descabelar-se, que eu fico ao longe parada e fechada a dizer "Vamos embora? Já choramos tudo? Olha que enquanto estiveres no chão a chorar não vais poder ver o Panda...Olha que enquanto não entrares no carro não vais poder ver o livro do Panti..." Geralmente este tipo de golpe baixo chama-o à razão, coitado... E depois eu tenho de cumprir a promessa velada, obviamente. Se ele insiste em não ir, eu pego simplesmente nele em peso e arrasto-o dali para fora, el que grite e esperneie. E isso é em todo o lado, em casa, na rua. É uma chatice porque já temos tido passeios a acabar bem antes do tempo... Além disso ele está muito pesado...
Em casa, a nossa atitude é um pouco diferente e comecei a fazê-lo há pouco tempo, porque só agora começa a perceber: quando ele começa a fazer birra por alguma coisa, mas aquela birra chata, sem outro motivo que não uma birra de subir às paredes, se ele não se acalma à segunda ou terceira vez que lhe digo alguma coisa que o acalme, das duas uma: se ele estiver à mesa, eu digo-lhe que assim não falo com ele, que não gosto nada que ele se porte assim mal e que quando ele parar de chorar eu volto. E saio da cozinha e ele fica a gritar e chorar sozinho. Assim que ele se cala, eu volto. Se ele volta a chorar, eu volto a dizer "assim não, vou embora, não falo contigo assim!" e saio. Mas digo isto na boa, bem calma, do género "bom, não há condições, sinto muito, vou retirar-me, na boa, paz!". Evito ao máximo gritar, mostrar que estou enervada ou alterada (às vezes é impossível, mas eu bem tento!). A melhor reacção é o não admitir calmo e consequente. Não gosto, não vou ficar a aturar, ficas a chorar para o boneco. Até agora, passado pouco tempo, ele deixa de ter vontade de chorar para o boneco e cala-se. Se nós estamos na sala, e ele chora e não acalma à terceira, dizemos "queres chorar, vais chorar para o teu quarto" (ou para a sala se estivermos no quarto) e levamo-lo para longe de nós e dizemos "agora ficas aqui a chorar sozinho, porque ao pé de nós chega, já não pode mais ser, e quando parares de chorar voltas" E não é que o miúdo fica a chorar sozinho mas ao largo? Depois ou ele pára e volta sozinho, ou passado um bocado vamos ter com ele e perguntamos se já chega, se quer voltar, "Mas sem chorar". E o facto é que ele até agora tem não só percebido como se tem acalmado. E quando volta, é recebido de braços abertos, nós muito contentinhos e a festejar o facto de ter acabado tudo. E ele fica contentinho também. Aí vale a pena dizer que não pode ser tanto barulho, que ele podia partir a jarra, que andar com o triciclo em casa faz doi doi no chão... mas antes de ele se acalmar, não.
Eu sinto que se simplesmente ignorar e ele continuar ao pé de mim, ele vai continuar a ter audiência, ela apenas não está a reagir. Quem cala, consente. Agora, se a audiência se recusar a ver o espetáculo e mandá-lo cantar para outra freguesia, a coisa pode mudar um pouco de figura...
Também sinto que se começar a enervar-me e a gritar com ele vou estar a entrar no jogo ao mesmo nível dele, e eu não estou ao mesmo nível, eu sou a mãe e a adulta, ele é que é o puto imaturo, eu não quero gritar, muito menos dar o exemplo de que se grita neste tipo de situações. Eu às vezes tento falar o mais baixo possível à medida que ele vai subindo de tom e às vezes ele pára só para ouvir... Às vezes é muito difícil, às vezes é impossível e tenho a noção de que é cada vez mais difícil, mesmo porque o Pedro é muito físico, ele foge, vira, empurra, já começou a espernear... Mas é assim que eu vou tentar lidar com as birras e o meu mote continua a ser consistência: Start as you mean to go on. Ah, mas com o espernear e cenas físicas, pára tudo e às vezes vai para o castigo dois minutos (tantos minutos quanto os anos de vida), isso é que é mesmo NÃO NÃO
Esta ideia do "vai chorar para o quarto, choras tudo, e quando estiveres mais calmo, estás à vontade para voltar" foi implementada pelo meu marido. Ele diz que se lembra de os pais dele lhe fazerem isso quando ele era novo e de como ele se sentia totalmente pointless a chorar sozinho no quarto, com cinco, seis anos, que logo lhe passava a birra. Bom, isso é indicador de que as birras não acabam, mas ao menos não vão em escalada... Porque ele não tinha nem boa nem má audiência, não a tinha, ponto. E ninguém fica a chorar para o boneco numa birra. Principalmente sendo birra, que tem toda a sua razão de ser no testar limites, ver reações, ver quanto tempo aguentamos. Oh pá, sinto muito, eu cá não aguento nada, mas também não ignoro, ele sabe logo que não vai dar em nada e que nós não vamos assistir àquilo.
Os miúdos têm de libertar as suas frustrações e aprender a controlá-las leva uma vida, mas ao menos que não subam a parada, que vejam que não lhes serve de nada, pelo contrário, que mais do que serem ignorados, esse comportamento não é aceitável, não é algo que toleramos por perto, que os impede de alcançar o que querem, mais do que deixá-los pendurados sem saber onde é que aquele comportamento os vai levar...
Vamos ver onde a prática nos leva, ainda agora começamos a partir pedra...
Hoje
Entre uma constipação monstra, más notícias e trabalho chato, hoje isto vai ser complicado...
Como um dia pode ser tão diferente do anterior...
Espero que amanhã volte a ser tudo diferente outra vez!
Como um dia pode ser tão diferente do anterior...
Espero que amanhã volte a ser tudo diferente outra vez!
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Header
Ano novo do Pedro, header novo no blogue, a primeira fotografia de pai e filho, há dois anos atrás...
Adoro.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Giveaway Hottie Fashion Accesssories & AMDM
Dúvidas desfeitas, tudo resolvido, agora sim, estamos em condições de revelar as vencedoras deste querido giveaway!
Muito obrigada pela vossa participação em mais um passatempo cá destas Maravilhas, desta vez com a querida Rita e as peças cheias de imaginação da Hottie Fashion Accessories.
As partilhas visíveis e contabilizáveis foram 255, o que, em mais de 300 partilhas totais, indica que algumas meninas ainda se esquecem de partilhar de forma pública... Assim não consigo que entrem no sorteio, olho vivo e atenção para o próximo giveaway... ele não tarda nada e desde já revelo que será a pensar nos nossos anjinhos sopeiros!
E sem mais delongas, aqui ficam as nossas vencedoras, sorteadas através do random.org:
Pedimos às vencedoras que entrem em contacto com a Hottie para que vos sejam enviadas as pulseiras, espero que gostem!!
Mais uma vez, muito obrigada pela vossa participação e entusiasmo!
Muito obrigada pela vossa participação em mais um passatempo cá destas Maravilhas, desta vez com a querida Rita e as peças cheias de imaginação da Hottie Fashion Accessories.
As partilhas visíveis e contabilizáveis foram 255, o que, em mais de 300 partilhas totais, indica que algumas meninas ainda se esquecem de partilhar de forma pública... Assim não consigo que entrem no sorteio, olho vivo e atenção para o próximo giveaway... ele não tarda nada e desde já revelo que será a pensar nos nossos anjinhos sopeiros!
E sem mais delongas, aqui ficam as nossas vencedoras, sorteadas através do random.org:
Pedimos às vencedoras que entrem em contacto com a Hottie para que vos sejam enviadas as pulseiras, espero que gostem!!
Mais uma vez, muito obrigada pela vossa participação e entusiasmo!
Presentes
Nós não somos de dar muitos brinquedos ao Pedro, contamos sempre que ele se entretenha o suficiente com os que tem e com aqueles com os quais tem oportunidade de brincar quando está no colégio ou em casa de outros meninos. A esmagadora maioria dos brinquedos do Pedro foram oferecidos, nós realmente compramos muito poucos. De resto, o Pedro é mais livros e outdoor!
Mas notámos que agora já estava um pouco desfalcado, as suas prateleiras precisavam de uma reposição de stock... Por isso, sempre que alguém nos perguntava o que oferecer, dizíamos BRINQUEDOS. Mesmo porque, sendo o aniversariante, giro giro é receber brinquedos, vamos combinar! E todos para oferecer e abrir no mesmo dia, salvo uma ou duas excepções, mais para não se perderem peças do que por serem demasiados. É festa, é festa!
Coitadinho, tão pouco habituado está a receber presentes que a princípio nem atacava os embrulhos com afinco, foi uma coisa a que tomou o gosto por estes dias... Mas uma vez aberto o presente, era o delírio e bem sabia o que lhes fazer!
E é tão giro vê-lo brincar agora. Já começa a fazer pequenos enredos, o Panti sobe e desce e fala com o leão, é tão giro de ver! E melhor ainda de participar.
Brincar com todos estes brinquedos novos foi um belo momento Limetree!
Mas notámos que agora já estava um pouco desfalcado, as suas prateleiras precisavam de uma reposição de stock... Por isso, sempre que alguém nos perguntava o que oferecer, dizíamos BRINQUEDOS. Mesmo porque, sendo o aniversariante, giro giro é receber brinquedos, vamos combinar! E todos para oferecer e abrir no mesmo dia, salvo uma ou duas excepções, mais para não se perderem peças do que por serem demasiados. É festa, é festa!
Coitadinho, tão pouco habituado está a receber presentes que a princípio nem atacava os embrulhos com afinco, foi uma coisa a que tomou o gosto por estes dias... Mas uma vez aberto o presente, era o delírio e bem sabia o que lhes fazer!
E é tão giro vê-lo brincar agora. Já começa a fazer pequenos enredos, o Panti sobe e desce e fala com o leão, é tão giro de ver! E melhor ainda de participar.
Brincar com todos estes brinquedos novos foi um belo momento Limetree!
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
A festa
O culminar disto tudo?
Foi esta festa. Deu muito trabalho e, como anfitriã e organizadora, não pude relaxar e gozar o dia como seria ideal, porque tinha de estar sempre em cima do acontecimento e garantir que nada falhasse. É impossível que corra tudo na perfeição, mas foi um dia perfeito.
Fiquei super contente com as recordações que mais uma vez construímos em família, desta vez com este cenário...
Ainda a mesa não estava completa, mas já dá para ficar com uma ideia geral... E continuamos muito contentes com as cortinas novas!
Encontrei estes marcadores de copo em ventosas super engraçados, fizeram sucesso!
O bolo de anos. Foi o mesmo do ano passado, a pensar no pai, que adorou o bolo. Curiosamente nunca o fiz ao longo deste ano, pelo que calhou mesmo bem o bolo ressurgir passado exactamente um ano. A receita é desta grande querida e a única alteração que fiz foi juntar sumo de limão ao creme de iogurte e servi-lo como cobertura em vez de creme. Desta vez decorei com pepitas de chocolate, uma alternativa mais divertida e saborosa às raspas de chocolate. Recomendo mesmo muito esta receita, não só é fácil de fazer (se eu que sou uma nulidade na cozinha e um atentado à boa doçaria consigo, ainda que com ajuda [nulidade MESMO], qualquer pessoa consegue!), como ainda o bolo é muito saboroso e kids friendly.
Os pantis que decoraram o bolo foram arrancados mal acabou os parabéns, em disputa de primos... mais uma das muitas de ontem, que loucura esta miudagem!
Espalhei etiquetas por alguns pratos. Uns por brincadeira (os brigadeiros são extremamente confundíveis... pois!), outros porque ajuda imenso quem anda indeciso, ou tira dúvidas quanto a recheios e identidades.
As etiquetas para cupcakes transformaram-se em decoração dos copos dos miúdos.
Os pacotes de batatas fritas transformaram-se em caixas de línguas de gato, bolachinhas e gomas, também para os miúdos. Curiosamente e sem ser inicialmente propositado, as decorações do Panti acabaram por marcar o que era especialmente pensado para os miúdos, ficando para os graúdos a parte "a sério" da festinha.
Por fim, não podiam faltar os tradicionais balões e as tão giras bandeirolas. Encontrei estas à última hora e foram as mais giras de todas as que pesquisei, além de que as cores e o tom das letras as adaptam facilmente a qualquer festa e qualquer esquema de cores de decoração.
E em termos de decoração, foi assim este ano, para encontrar estas e outras ideias, vejam aqui e aqui.
Todas as fotografias LINDAS desta festa foram tiradas com este olhar mágico.
Finalmente, a melhor parte desta decoração?
O meu filho a encontrar e apontar Pantis em todo o lado, ele adorou!
Foi esta festa. Deu muito trabalho e, como anfitriã e organizadora, não pude relaxar e gozar o dia como seria ideal, porque tinha de estar sempre em cima do acontecimento e garantir que nada falhasse. É impossível que corra tudo na perfeição, mas foi um dia perfeito.
Fiquei super contente com as recordações que mais uma vez construímos em família, desta vez com este cenário...
Ainda a mesa não estava completa, mas já dá para ficar com uma ideia geral... E continuamos muito contentes com as cortinas novas!
Encontrei estes marcadores de copo em ventosas super engraçados, fizeram sucesso!
O bolo de anos. Foi o mesmo do ano passado, a pensar no pai, que adorou o bolo. Curiosamente nunca o fiz ao longo deste ano, pelo que calhou mesmo bem o bolo ressurgir passado exactamente um ano. A receita é desta grande querida e a única alteração que fiz foi juntar sumo de limão ao creme de iogurte e servi-lo como cobertura em vez de creme. Desta vez decorei com pepitas de chocolate, uma alternativa mais divertida e saborosa às raspas de chocolate. Recomendo mesmo muito esta receita, não só é fácil de fazer (se eu que sou uma nulidade na cozinha e um atentado à boa doçaria consigo, ainda que com ajuda [nulidade MESMO], qualquer pessoa consegue!), como ainda o bolo é muito saboroso e kids friendly.
Os pantis que decoraram o bolo foram arrancados mal acabou os parabéns, em disputa de primos... mais uma das muitas de ontem, que loucura esta miudagem!
Espalhei etiquetas por alguns pratos. Uns por brincadeira (os brigadeiros são extremamente confundíveis... pois!), outros porque ajuda imenso quem anda indeciso, ou tira dúvidas quanto a recheios e identidades.
Os pacotes de batatas fritas transformaram-se em caixas de línguas de gato, bolachinhas e gomas, também para os miúdos. Curiosamente e sem ser inicialmente propositado, as decorações do Panti acabaram por marcar o que era especialmente pensado para os miúdos, ficando para os graúdos a parte "a sério" da festinha.
Por fim, não podiam faltar os tradicionais balões e as tão giras bandeirolas. Encontrei estas à última hora e foram as mais giras de todas as que pesquisei, além de que as cores e o tom das letras as adaptam facilmente a qualquer festa e qualquer esquema de cores de decoração.
E em termos de decoração, foi assim este ano, para encontrar estas e outras ideias, vejam aqui e aqui.
Todas as fotografias LINDAS desta festa foram tiradas com este olhar mágico.
Finalmente, a melhor parte desta decoração?
O meu filho a encontrar e apontar Pantis em todo o lado, ele adorou!
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