INQUÉRITO!!!

Um pouquinho do seu tempo, posso?

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OBRIGADA!!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

De se morder!

Alguns dos meus disfarces DIY preferidos para os miúdos. E para nós também, pois é! São originais e únicos! Dá para fazer, é possível, basta acreditar e ter muita pachorra...

Jogador de golfe. O pior é improvisar os tacos...

Audrey!

Instrutora de aeróbica! Para quem ficar por casa.

O Pequeno Príncipe! Morri.

Uma menina das cavernas improvisada.

Eduardo Mãos de Tesoura! Morri outra vez.

Agora vou ter de me orientar um Big Mac...

Um gnomo. Fofo.

Este é mais difícil para um DIY, mas é demasiado adorável para não estar aqui...

Em compensação este é o mais básico de todos, mas com grande impacto. Um bigode!

{Dia 48}

O meu Pocoyo palrante. E os pontos, um capricho!

Pedro, o Pokoyo

O ano passado foi uma vaca, por dez minutos, só para a paródia e a fotografia.
Este ano é o Pocoyo, juntei o útil ao agradável e levei o Pedro para o colégio encasacado de alto a baixo. Ontem cosi um "Pocoyo" nas costas do casaco, foi um verdadeiro momento "amor de mãe". Coser é uma cena que a mim não me assiste. Mas ontem cosi e fiquei contente!
Já hoje de manhã, quando vi o meu bebé com um azul de cada nação, fiquei um pouco embaraçada com o meu esforço, ia ali uma mistela jeitosa. Não tive coragem de levar o seu cãozinho de peluche para fazer de... (não sei como se chama o cão do Pocoyo, valhamedeus), é o cão com que dorme, não queria correr o risco de o perder ou sujar, pelo que a máscara ia ainda mais descaracterizada.
Quando chegámos ao colégio ia lá uma animação, os mais crescidos muito entusiasmados com os seus personagens, os mais novos muito espantados, os pais divertidos, tudo decorado a preceito. Ainda bem que cosi o "Pocoyo" nas costas, rapidamente se vê que o menino não vai à civil,
que fique bem claro haha!
Afinal, na sala do Pedro dois não estavam mascarados, uma levava um chapéu com orelhas de coelho, outra uma saia de flor, outra não tinha o fato posto porque era demasiado fino para o frio e apenas um estava bem mascarado de múmia, vestido de branco e com aplicações de gaze estrategicamente colocadas. Ninguém ligava nenhuma, só as educadoras tiravam fotografias todas contentes. Foi bom ver que ninguém se passou da cabeça, tudo muito proporcional à idade dos pequenitos.
E eu afinal sempre tinha do que me orgulhar, vesti o miúdo a preceito e ainda lhe cosi um aplique,
best mum ever!
Logo à tarde vão estar os meninos todos a festejar no pátio, vai ser giro vê-los todos mascarados, principalmente os mais crescidos, que vibram com tudo!
O Carnaval é muito giro, eu gosto, principalmente para os miúdos. Em miúda delirava com o Carnaval e se hoje me levassem para o Rio, a ver se não me mascarava e partia a loiça toda!

{Dia 47}

A walk in the park.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Do Carnaval

Amanhã o Pedro vai mascarado para o colégio. Vai disfarçado de Pocoyo e vai à moda antiga, com o que há por casa, ou melhor, dentro do seu próprio armário! Casaco azul, gorro azul, calças azuis, ténis azuis, cão de peluche, pato de peluche, tudo confere. Vou ainda providenciar um desenho dos personagens cosido nas costas, para ninguém pensar que vai à civil, não, o menino está disfarçado de Pocoyo.
Não vai passar pela tristeza de ter um casacão de Inverno a cobrir a fatiota em pleno desfile, prefiro reservar-lhe esse vexame para quando for mais crescido e se puder desgostar com isso em consciência. É altamente desmoralizador tu estares toda contente vestida de princesa ou pirata e espetarem-te um casacão em cima, eu sei, eu lembro-me... Mas este ano o quentinho faz parte integrante do disfarce, sou tão esperta.
Isto vai ser amanhã. Porque na próxima semana, aí sim, é que EU vou gozar muito o Carnaval. Porque o colégio (a creche, o meu puto está na creche do colégio!!! Colégio esse que não chega à primária, atenção), à semelhança de todas as outras instituições de ensino do país, vai fechar portas segunda e terça. De maneira que, pulo o Carnaval enquanto o meu esposo trabalha como bom funcionário público que é (que não é, mas nestas coisas chatas é como se fosse) e a quem não foi concedida a tolerância de terça.
Eu ainda não decidi quanto ao meu disfarce, estou um pouco indecisa...

Atenção que eu não sou de todo contra esta supressão da tolerância de ponto. Se se extinguem feriados, nada mais natural que se evaporem tolerâncias de ponto, por muito habituais que sejam. Mas chateia-me à brava estes encerramentos da creche privada quando nós lá temos o Pedro precisamente porque temos de trabalhar...
Enfim, é Carnaval, ninguém leva a mal, voltamos a vestir-nos de Pocoyo na terça, vai ser uma festa!

David Fonseca - U Know Who I Am

Lindo,como tudo o que sai da cabeça deste magnífico iluminado!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

{Dia 45}

Ténis com saltos

Não estou a falar de Keds.

Estou a falar do meu último guilty pleasure, os ténis com cunha escondida, bem disfarçada, um ar ultra desportivo, mas sem sair do salto, literalmente!




Quem deu o mote desta última febre foram os ténis de Isabel Marant, mas obviamente aguardo pacientemente pelos sucedâneos do costume, porque com certeza não vão faltar versões high-street  desta tendência. Apesar de eu não comprar um par de ténis urbanos há mais de dez anos (!!!), se calhar uns ténis com cunha seriam um bom compromisso... Lá sucesso entre as mães fazem e é mais que evidente porquê! O conforto de uns ténis e a postura de umas cunhas - I'm in!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

My funny Valentine

Ao ler este post lembrei-me da minha história.
Há nove anos (meusdeuses, nove anos atrás...) eu passei o dia dos Namorados em Itália, numa das últimas de muitas  festas Erasmus que por lá vivi. Alguns dias antes eu tinha visitado Veneza.
Eu fui sozinha, fiz questão, estava um frio de rachar, choveu copiosamente, passeei pela Piazza San Marco sobre passadiços de madeira porque estava semi submersa, e quando parou de chover... nevou! Duas vezes!
Trouxe comigo umas pequenas máscaras de Carnaval para oferecer às minhas amigas do coração e andei para trás e para a frente nos canais e dentro dos museus. Num dos museus cruzei-me com um casal português todo lovey dovey em lua-de-mel, não estavam nada ralados com a chuva, nem com quem se cruzava com eles. Eu cruzei-me com eles e estava só. Melhor que mal acompanhada.
Se eu tivesse passado um dia assim no dia 14 de Fevereiro teria sido épico, ao melhor estilo de romance de cordel. Só me faltava uma banda sonora à Grey's Anatomy. Enquanto passeava por aquela cidade tão única, tão linda, tão decadente, tão preciosa, tão Itália, como toda a Itália é tão Itália, eu, mais uma vez, pensava que tinha de lá voltar com um grande amor. Se a primeira vez tinha sido a comer pizza, a dormir em pousadas da juventude, a fazer as viagens no comboio da noite, a rir às gargalhadas mas com o coração pousado numa prateleira, a próxima vez tinha de ser com um grande amor. Será que eu iria encontrar um grande amor a quem eu pudesse mostrar Itália?






Alguns meses depois conheci o meu marido. Aquele foi o meu último dia dos namorados sem o meu best Valentine ever. Pois foi.
Ah, ainda não lhe mostrei Itália!


Will you be my Valentine?




Will You be my Valentine?



Eu sou tão antiga, tão antiga, que uma vez enviei uma mensagem de S. Valentim através dos classificados do Blitz! O meu Valentine adorou, claro!

O meu Valentine deste ano hoje vai ter um dia longo... E a caixa de entrada do e-mail entupida!!!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

{Dia 44}

Os nossos legos. YaY

É já amanhã querido...

... tem calma!
Ter um homem feito a andar pela casa fora a imitar um "walker" é qualquer coisa de fugir... a rir!
Nunca vi o meu marido num excitex tão grande por uma série de TV.
Está mais que visto que a nosso serão de S. Valentim vai ser do mais romântico!




Ele  A D O R A

O Dia de ontem


Fiquei com imensa pena de saber da morte de Whitney Houston. Fui ver The Bodyguard ao cinema, conheço de cor mais músicas do que pensaria à primeira tentativa e vem-me sempre à cabeça o I'm Every Woman quando saio a correr de casa e entre o colégio e o escritório, ainda passo pelo supermercado. Mas, de facto, pela Whitney resta-me pena por não a ter visto regressar em grande. Ela fez da sua vida o que quis, tal como Amy Winehouse abandonou-se às mãos da droga e não havia dinheiro, família, amigos ou objectivos que a fizessem sair dessa espiral. Foi mais forte do que ela. Tenho pena.
Mas para mim, o que marcou o dia de ontem foram outras notícias, foi a imagem de outras lágrimas, que queriam cá saber da Whitney para alguma coisa.



Um soldado grego que chora, talvez por assistir parado aos seus vizinhos de bairro prestes a levar carga policial dos vizinhos da rua de cima. Talvez por pensar na casa por pagar e no salário a diminuir, que ainda vai diminuir mais, sem melhorias à vista. Talvez por viver no tempo em que a queda da primeira democracia da história se faz por uma invasão via net, à mão dos mercados financeiros e dos tecnocratas, sentados na suas secretárias de onde mandam bitaites sobre ratings de cumprimento e dívida pública. Mal habituados os gregos que usaram e abusaram e agora estão em queda livre e mal habituados nós, que também corremos o sério risco de mais do que nos indignarmos, chorarmos todos, todos, ao lembrar uma vida que já tivemos.
Isto não está fácil.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Bem-vindos ao clube!

Mais uma mãe.

Mais um pai.

Ritual de iniciação: aperfeiçoar o ar entre o apalermado, deslumbrado e perdidinho da Silva.
Eles estão lá! Maravilhas da maternidade. Parentalidade.

Visto aqui!

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