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sexta-feira, 30 de maio de 2014

O machismo

Concordo com mais este texto da Leididi, como concordo com tanto que ela escreve. É, de facto, leitura obrigatória.
Apenas quero ir um pouco mais além, em dois pontos, enquanto mulher e enquanto enorme simpatizante do genéro masculino (adoro rapazes, que é que hei-de fazer?) e mãe esforçada de dois espécimes masculinos, que pretendo bem criados.

1 - O machismo que cai sobre nós mulheres todos os dias não vem apenas dos homens, machistas são os homens e também as mulheres. Muito muito muito as mulheres. Saindo de situações de imposição física, entrando em expressões de machismo intelectual ou psicológico, há tanto machismo masculino quanto feminino. As mulheres são muitas vezes as mais cruéis com as outras mulheres, por inveja, por tacanhez, por ignorância, e isso vem para fora das suas almas sob tiradas machistas e redutoras. Enquanto os homens criticam e inferiorizam pelo óbvio, pelo todo, as mulheres criticam por pormenores, não deixam escapar nada, são cruéis em específico, o que é especialmente mesquinho e impossível de escapar.

2 - Apenas não concordo com um aspecto do texto. O de deixar subentendido, por oposição ao quão difícil tudo é para as mulheres, que para os homens é tudo sempre muito fácil. Não é, e não estou apenas a falar das dificuldades que enfrentam homens mais frágeis que os seus pares. O machismo é uma coisa que se aprende, que passa de geração em geração e que cabe aos pais e às mães quebrar.
Além disso, o que faz de um homem, que já nasce condenado a ser um poço de testosterona, ser ainda mais truculento, mais físico, mais reactivo, mais violento do que a sua genética predetermina (e não podemos ignorar isso, assim como não podemos deixar que isso seja desculpa para um comportamento condenável) é condicionado pelo que dele se exige. Pela forma como é condicionado a ser "um homem" desde pequenino, pela foram como é criado pela sociedade.
Enquanto mãe de dois rapazes, vou fazer o possível por me representar, uma vez que sou o primeiro exemplo de uma mulher para os meus filhos, enquanto fonte e figura, física e emocional, de amor, carinho, autoridade, trabalho, comunicação.
Para reflexão, aqui fica este vídeo, deste projecto:


Um comentário:

Anônimo disse...

Hoje ao ler este texto (http://pipocomaissalgado.blogspot.pt/2014/06/vamos-por-partes-leididi.html) lembrei-me de ti (:

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