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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Chamar os bois pelos nomes

Estes liftings de tendências são muito giros e tal, mas isto das cores mudarem de nome por forma a se darem ares de arrojo de originalidade suprema torna-se um pouco esquizofrénico... Então mas uma cor não tem direito ao (bom) nome? À identidade? Em que ficamos, senhores?

Burgundy?
Grenat?
Bordeaux?

Minhas alminhas, qual é a diferença!? É que a mim, assim de repente, me parece sempre a mesma cor, ou confusões de tons dentro da mesma cor, apenas o grenat (granada) se poderá referir à pedra semi-preciosa que é de cor... grenat!
Há que decidir num nome de uma vez por todas. É urgente. É que isto assim tal como está torna-se confuso e difícil de sustentar, quer em termos de teoria da cor, quer do seu rigor etimológico.
Esta confusão toda ainda há-de resultar em eu ter de dar razão ao meu marido, o qual acredita (tal como 99% da população masculina) que eu (e 99% da população feminina) invento cores que não existem, como azul cobalto ou salmão, e isto não pode ser. Claro que não.

Coitado, o meu marido acha mesmo que salmão é apenas um peixe e não também uma cor, como é possível...

2 comentários:

martabatista.com disse...

é possível... tenho um espécime em casa que acha o mesmo...
já deves saber que é genético mas mesmo assim deixo o link :D
http://www.mundocor.com.br/cores/visao_mulheres.htm

Maria de Lurdes disse...

E lembrei mais uma versão!
Carmim!

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