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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Eu não quero muita coisa

Eu não exijo prioridade em todas as filas de todos os serviços.
Eu não exijo tratamento preferencial e batatinhas.

Eu exijo sim, eu tenho de exigir, é o mínimo que posso exigir, um tratamento sério, honesto e atencioso.

Hoje, mais um exemplo.

Ora, se eu faço uma marcação para as X horas, frizando que vou acompanhada do meu filho de quase dois anos e que preciso de ter a certeza de que será às X horas, não X+Yminutos largos, que terá de ser mesmo entrar-tratar-sair, por quê tenho eu de levar com o típico e habitual "Ai, afinal ainda vai ter de esperar, ainda há duas pessoas à sua frente..." Mas se eu marquei para as 11:00 e me garantiram que seria às 11, sem problemas, sem atrasos, para eu ficar descansada, que ficava marcado e anotado, por quê têm sempre de falhar? Porque é que não são realistas, porque é que não são sinceros, porque é que não se reservam desde a marcação da possibilidade de não vir a ser à hora que eu marquei?
Por quê tenho eu de levar com aquela vozinha de idiota que "atrasou-se tudo, não posso fazer nada, se quiser esperar...". Lá está, não devia e não tenho de levar com a vozinha de idiota, ela podia fazer algo sim e eu não devia e não tenho de esperar.
Disse-lhe que não, que seria impossível para mim esperar com o meu filho, que tinha feito uma marcação e combinado algo muito específico, que esperava pelo menos (apenas?) profissionalismo da parte de quem me presta um serviço e faz uma marcação e adeus.
A inevitabilidade da coisa, a incapacidade de cumprir e prestar um serviço limpinho, sem espinhas, de efectivamente prestar um serviço ao cliente, de ser um bom profissional em toda a linha, é este o problema de tanta boa gente de Portugal, em todos os serviços, em todos os ramos de negócio. E aqui estamos apenas a falar de cabelo, nada de mais.
Fui embora. Sem o cabelo cortado e com o miúdo à perna. E à procura de nova cabeleireira.
O pior? Foi que aquela criatura idiota e a patroa que também me atendeu não aprenderam nada com o episódio. Eu fui apenas uma cliente que queria "o quê? Um milagre? Tábem...", uma inconveniente, olha, mais uma menos uma, temos duas outras à frente, who cares?
O melhor? Sem o cabelo cortado e maravilhoso, vou mas é aproveitar este calor INFERNAL até para a minha zona fresquinha todo o ano e vou com o meu filho à praia.
Prefiro assim.

6 comentários:

Sara disse...

Tive um tratamento semelhante no dia do MEU casamento. Não ficaram sem ouvir das boas. Se toda a gente fizer como tu e vier embora porque tem mais o que fazer, pode ser que baixem a crista.

Morango Azul disse...

Eu deixei de frequentar o salão do costume porque, com hora marcada, deixaram-me à espera 55 minutos. Pintei o cabelo e avisei: não volto cá mais!

Jo disse...

Também me irrita bastante! Fizeste tu muito bem em dar meia volta e saires...

S* disse...

Muito desagradável, parece que não conhecem o conceito de "cumprir prazos".

Gi disse...

Eu nos últimos dois anos para cá sou perita em reclamações. É nos ctt, é nos bancos, é na meo, é na edp, é nos restaurantes (até hoje "perdi" sempre...há sempre mil e um desculpas do vamos apurar e nicles)Mas perdi também a vergonha. Sempre que me sinto mal atendida e falta de honestidade, mando vir o livro. Recentemente mandei vir o livro quando, numa bomba low cost disseram, "ah, quer factura?pois, vai ser dificil, vai demorar mt, temos de chamar o chefe..quer mesmo?"...não, traga antes o livro. Acho que é altura dos cabeleireiros e esteticistas começarem a levar com recadinhos nossos...(e nós todas sabemos tão bem o quão difícil é levar um filho p cabeleireiro. A minha, da ultima vez, não me largava a perna e chorava sempre que o tipo me dava uma tesourada).

MarianaS disse...

Toda a razão! Apoiado!

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