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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Pois sim...

A propósito de uma reportagem que vi na Sic, fica na imagem abaixo a minha opinião. Ai que o cosleeping é uma coisa tão bonita...
NOT
Que os miúdos quererem à viva força ir para a cama dos pais seja um facto que surge imenso, a trabalhar e resolver em família, tudo bem. Que por uma questão de cansaço ou mesmo comodismo o bebé durma na cama dos pais e a situação se arraste e se tenha de separar as águas mais tarde, não acho bom, mas acontece aos melhores.
Agora, defender isso como opção... Santa paciência.
O facto de terem de lhe inventar um termo "técnico" já diz tudo, há que justificar a coisa. Do melhor que a pepsicologia nos pode dar: Eu tenho um problema que não sei resolver, não quero resolver... Vou criar-lhe um nome e defende-lo como teoria! Genius! O meu puto não sai da minha cama nem à lei da bala? Nada disso, eu prefiro assim! Chama-se cosleeping e diz que é muito bom para a auto-confiança do puto. Sim sim, a sério!
Então aqui ficam mais uns termos técnicos, bastante ilustrativos.

15 comentários:

Simplesmente Ana disse...

Realmente, uma verdadeira maravilha da maternidade (not!!). Quando a minha filha acorda a meio da noite e quer companhia, prefiro fazer uma cama de cão no chão ao lado da cama dela e ficar por lá, do que tê-la a dormir a noite toda no meio de nós. Aconteceu esporadicamente e, mesmo tendo ela um sono tranquilo, estou sempre preocupada e acordo quase a cair da cama :P Not for me.

Princesa disse...

Ahahahahaah... Pois que por cá, Maria Francisca nos seus quase 5 meses de vida não sabe o que é essa com nome tão chiquitérrimo... Nem virá a saber, 'tadita dela (not). Se há camas para criancinhas, será para alguma coisa...

Mum's the boss disse...

Gira, diz-me lá o que é que foi defendido nesse programa da Sic que eu não tenho cabo nem antena de TV...
Pois, eu estou como tu mas sinceramente preciso de ler/conhecer melhor sobre o assunto para me pronunciar.
Ainda assim, estou como o outro 'cada macaco no seu galho', que é como quem diz ' cada um na sua cama'. até prova em contrário...!
mas lá está, tenho de investigar!

Elix disse...

Ai está uma coisa que me faz muita confusão.... como é que os pais conseguem dormir com as crianças na cama???
Qual é a reportagem?? Gostava de ver, deve-me ter passado ao lado.

Maria de Lurdes disse...

Não foi uma daquelas reportagens mais longas, alargadas, tipo mini-documentário, deu durante o Jornal de Noite, nem sei se estará on-line, mas se encontrar, publico!

Anônimo disse...

Eu pratiquei o co-sleeping até aos 3m e meio.

Assim que ma puseram nos braços, na maternidade, dormi sempre com ela, mesmo nas camas estreitas de lá! Eu nunca rebolei a dormir para cima de nenhum namorado, nem de ninguém, tb não iria rebolar/esmagar para cima do meu bebé. Nem estreou o berço deles... Coitadinha, 9 meses cá dentro e de repente deixa de me sentir? Isso fazia-me confusão...

De resto, já em casa, deu-me mais jeito para amamentar de noite. Ainda a tentei pôr no berço, mas não correu bem, tinha de me levantar para a ir buscar para mamar.

Depois deixei de dormir bem com a bebé (acordava com todos os barulhinhos, e no meio do sono achava que era para mamar, qd na verdade eram só... barulhinhos) e pu-la no quarto dela.

E pronto.
Cada um faz o que resulta com o duo bebé/mamã. Ou bebé/pais.

Eu não gosto de dormir com a minha filha, não durmo bem, mas até os 3 meses sim, dava-me jeito.

Agora pessoalmente... acho que é sem dúvida o melhor para as crianças, assim até aos 2 anos. Mas lá está, cada um é que sabe ;)

Catarina

Anônimo disse...

Defender não defendo. Mas acho que cada família sabe de si e nem todos os bebés/crianças dormem da mesma forma e nem todos os pais dormem da mesma forma. Acho que é o tipo de situação em que cada família sabe de si. E que o que é mentira aos 5m pode passar a ser hábito aos 15m... Como em todas as opções da parentalidade, gosto de ouvir opiniões e tomo as que melhor se adequam à minha realidade. Micas

Maggie disse...

lá em casa não há nem nunca houve disso porque simplesmente não se dorme!

Maggie

MarianaS disse...

Totalmente de acordo, como não podia deixar de ser. E está tudo dito!

Marta disse...

Nós praticamos cosleeping forçado de vez em quando. Há dias, ou melhor, noites, em que é a única opção para se conseguir dormir, ainda que não muito descansados.
Depois de 3 ou 4 rondas de acordar-leite-adormecer-deitar-chorar deixa de ser viável outra coisa.

**SOFIA** disse...

eu às vezes gostava, principalmente quando tenho que me levantar mil vezes de noite por causa da tosse dela. mas o facto é que ela nunca se adaptou a dormir na nossa cama. por mim, tudo bem! tu cá, tu lá e amigas como sempre ;)

vidasdanossavida disse...

Cá em casa também não há cosleeping para ninguém. Não é bom para eles nem para nós. Como nunca foi habituado nem sequer gosta de ir para lá de manhã, ao fim de semana, quando eu bem gostava que ele se enroscasse em nós mais um bocadinho. Acho que é óptimo assim. Ele adora a cama e o quarto dele e aprendeu desde pequenino a adormecer sozinho e a não ter medo.

Kiki disse...

A última vez que fiz um post sobre isto fui altamente insultada... Mas estou a precisar urgentemente de voltar ao tema! Até porque o Inferno tem-se instalado lá em casa todas as noites! :S

Anônimo disse...

Pois cá em casa só começou aos 2 anos, até aí sempre dormiu na caminha dele, mas quando tens que te levantar 2 e 3 vezes por noite..... O filhote adormece na cama dele mas a meio da noite levanta-se e vem deitar na cama dos papás, so what? Dormimos todos bem é o que interessa!! Felizmente tenho uma cama king sise!!!

Paula disse...

Cá em casa dormimos todos juntos. Se lhe chamo co-sleeping e o fazemos porque é bom para a auto-confiança dela? Não. Fazemos porque facilitou muito a nossa vida e é bom para todos.

Respeito quem não o faz, respeito quem faz... cada um sabe de si, não?!

:-)

PS No Ocidente é um comportamento normalmente mal visto mas noutras culturas é o normal. E sabiam que na Ásia, onde quase todos os bebés dormem com os pais, o Síndrome da Morte Súbita é praticamente inexistente? de 2 em 1000 nos EUA para 0,03 por 1000 em Hong Kong... Volto a dizer, cada um sabe de si mas falar mal de algo só porque não achamos ideal para nós parece-me um bocadinho... retrógado... e aliás, muitas das pessoas que dizem ai que horror, comigo nunca e tal... nem sequer são mães!

Bom tema!!!

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